Dono
O dono do meu ser !
Da ponta do meu dedo,
transcrevi essa canção,
mulher tu és o motivo,
de minha inspiração.
Deito mas não durmo,
comer nem consigo,
o que quero mais na vida,
meu amor é estar contigo.
Dona da minha vida,
razão do meu viver,
tu só me perde pra Cristo,
que é o dono do meu ser.
"Se você consegue manter sua integridade para com aquilo que você é, aquilo que acredita e aquilo que sabe, você não é apenas livre: é alguém dono de si, que não podem controlar".
Estamos aqui para dividir esse imenso planeta entre nós e não para sermos o dono dele mostrando a força individual da guerra
"Quem trata o outro com bondade, ternura, semeia em bom solo. E o dono do solo frutificará o seu plantio."
Por fim, os donos das terras desembuchavam. O sistema de arrendamento não dava mais certo. Um só homem, guiando um trator, podia tomar o lugar de doze a catorze famílias inteiras. Pagava-lhe um salário e obtinha-se toda a colheita. Era o que iam fazer. Não gostavam de ter de fazê-lo, mas que remédio? Os monstros assim o exigiam. E não podiam se opor aos monstros (=bancos).
(As Vinhas da Ira)
#Encontrei-me em #você
E por tal me rasgo na magia...
O amor é o aceno...
Sem fronteiras, sem dono...
Apenas um alegre abandono...
Então, abraços repetidos...
Entre gritos e gemidos...
Lá fora um estranho sossego...
Que persiste...
Quase me perco ao pensar...
O que isso significa...
E o tempo...
Que o relógio significa...
No balanço das horas...
Põe-se a voar...
Curiosa sensação de encher a noite antes enorme...
Entre a lascívia que desponta...
Nada mais importa...
Quando me perco em sua boca...
A vida é tão breve...
Entre por mim adentro...
Abrigue-se em meu coração...
Faça-me feliz ...
Não mais chorarei...
Não mais terei recordações...
De passados lamentos...
Assim sei...
Que em todos os meus momentos...
Em todos os meus pensamentos...
Para sempre lhe amarei...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria
Dono de quê?
Se nem dono de mim eu sou...
Sonhos confusos...
Almejando ao coração ressuscitar...
Com tão pouco tempo a pensar...
Devaneios em barcos de desejos a qual me entrego...
Só assim me reconheço...
Quando a vida com o látego me fustiga...
Finjo não ver a realidade sentida...
Na pura ausência das coisas...
Um palco: eu e a lua...
O terror de pensar no fim da peça...
Louvando por estar em cena...
Ainda...
Mas o futuro insiste e persiste...
Em rasgar as cortinas...
Escurecer as estrelas...
Devorar a noite...
Massacrar o dia...
Na arte de perder-se não há nenhum mistério...
A cada dia um pouco perdemos...
Embora, até o momento, não percebi o quanto tenha mudado...
Quem me quiser que me chame...
Ou que me toque com a mão...
Antes que a peça termine...
E só reste silêncio e escuridão...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
A coisa publica tem que ser e ter o pertencimento de todos. Parar com esta idéia equivocada de sersomente deles ou de ninguém. São nossas, de todo o povo brasileiro.
Eu vou dormir sabendo que baniram os meus direitos nesse mundo e, quando eu acordar, me faça lembrar quem é o dono dele!
INSÔNIA
Por que foge de mim o sono?
Por que minha alma se angustia?
Por que de minha vontade não sou dono?
Tantos são os por quês que soa ironia.
Tantas são as ilusões,
Que vivemos nesta terra.
Maiores ainda as desilusões,
Que nossa morte encerra.
Ah! Nossa vã filosofia.
Tentando nossa alma decifrar,
Mas a vida nos desafia,
A nossa alma libertar.
Ah! Minhas donzelas,
Sônia e Sofia,
Vocês trazem seqüelas,
De angústia e euforia,
Acompanham-me na aquarela,
Confusa de minha vida,
A primeira,
Pela noite não dormida,
A segunda e derradeira,
Por demais sabidas.
E eu de tanto pensar,
Chego a duvidar,
Que haja alguma solução,
Para esta situação.
Autor: Agnaldo Borges
02/10/2014 - 05:44
