Dominação
Estresse.
É o que acontece quando a cabeça domina a necessidade de o corpo dar um pontapé no traseiro de alguém que merece.
Riso e Lágrimas
Sonho que a mim domina sempre pelas noites,
é rotineiro vires à mim.
Pelos dias, a cada hora te vejo à minha
frente, és constante.
Teu sorriso lindo, ilumina as minhas idéias,
teu olhar além de ao meu lado estar,
é um vigilante eterno, que junto a mim vai.
Te queria perto, meu pedaço de amor, que me faz falta.
Sinto que as vezes serás minha eternamente,em outras,
vejo-te distante.
Martiriza, a idéia de não te ter,
suaviza a visão que os sonhos trazem constantemente.
És o riso lindo, quando te vejo.
És a lágrima da saudade, da realidade presente.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Fazer sorrir é uma arte milenar dominada por todos, inclusive aos que não pertencem à espécie humana.
“ As vezes o medo me domina a ponto de me fechar para o mundo, onde sempre perco pessoas, e grandes oportunidades para ser feliz... ”
É possível conquistar, jamais invadir ou dominar, alguém que possua sonhos, não ilusões; e que tenha necessidades, não carências.
Soneto de ninguém
É o silêncio que nos domina
É a arte que nos mantém lúcidos
É a guerra que nos intimida
Mas, é a bondade que nos mantém puros.
É o poema de alguém
É um insulto que nos separa
É a destruição que é vista do além
Todavia, é a razão que nos ampara.
É o cataclismo de uma civilização
É a pureza de uma criança
Também é a salvação
É o otimismo que gera esperança
É feito por nós e tudo que nos contém
Apenas um soneto feito por ninguém.
A Linguagem nos limita de tal forma que nos prende em fatos ilusórios e domina nosso pensamento com um amargo sabor de saber.
O ser humano mesmo na crença da existência de Deus foi dominado pelo pecado e os praticam de todas as formas possíveis. E se nós não acreditássemos em Deus, com toda a certeza essa situação estaria bem pior.
A morte dá o topo da hierarquia na nossa monarquia,
Onde o rei domina do flat ao cômodo da periferia.
E naquele momento nada mais importava, seu sabor me dominava...
Seu corpo quente e torneado semeava meu desejo de prazer...
A cada sussurro, a inspiração apontava para o êxtase, o clímax... sem desprender!
Assim, lentamente meus sonhos se tornavam realidades!
Chegara o meu analtecer!
Alexandre de Paula
Diálogo a vida
Ah a vida... me fascina, me domina, me faz ver além da retina.
A vida chega-nos assim, sem avisar.
Estamos sempre a caminho do desconhecido.
Primeiro passamos longos meses num mundo provedor, aconchegante e protetor. Esse mundo intrauterino nos acolhe nos alimenta e nos transforma.
Porém, chega um momento em que não nos cabe nele permanecer. Na medida em que nos transformamos ele também se transforma e em terríveis contrações nos repeli.
Nascemos...
Em meio a dores, angústias, medo do desconhecido, um novo mundo se abre para nós e aquilo que parecia ser o fim é o início de um novo ciclo. A vida.
Pode ser que seja doloroso o viver, mas não deixará de ser fonte de inspiração. Estamos em constante processo de transformação e todas as metamorfoses vividas sejam elas positivas ou não, nos inspira a sermos mais fortes, mais leves, mais e/ou menos críticos e como somos com nos mesmos.
A vida é uma incógnita e estamos sempre buscando achar o “X” da questão.
E possivelmente a resolução está exatamente em não acharmos respostas. O resultado sempre nos encontra e na maioria das vezes nos surpreende.
Será esse o segredo. Não fazer planos?
Deixar a vida seguir o seu curso contornando os obstáculos.
Estamos sempre querendo interferir. E é natural somos humanos.
Talvez o problema nem seja tentar descobrir e interferir nos resultados, mas no quanto as descobertas e interferências nos afeta positiva e negativamente.
Parece mais simples quando trocamos as interrogações pelas reticências.
Reticência é vida que segue...
Interrogação é acumulo de bagagem, ansiedade.
Se a sua mochila anda cheia de interrogações. O que acha de tira-la dos ombros e carregar apenas os bons sentimentos, pois é alimento e garantia de forças para mover os passos.
Talvez nos tornássemos leves sem os pesos desnecessários que insistimos em carregar.
A vida não para e o nosso processo continua no Aqui e Agora.
Lutamos para ser no mundo e para vencer o mundo a caminho da plenitude da vida, mas a única certeza que temos é que em temíveis transformações e terríveis contradições o mundo nos vence e nos expulsa.
Morremos...
Mas, será esse o nosso fim?
O que importam as interrogações.
Talvez Aristóteles tivesse razão e o princípio da sabedoria seja a dúvida.
Viviane Andrade
A ignorância financeira que domina a maioria dos clientes de Banco, é um dos fatores que proporciona os grandes lucros do sistema financeiro.
"Princípio dominante na dinâmica/mecânica de um canalha:
ele observa a fraqueza dos outros e a transforma em vantagem."
A aptidão em dominar os impulsos afetivos representa um formidável elemento da civilização. Nenhuma vida social é possível sem essa base essencial de toda a moral.
As ações inibidoras mantidas pelo costume, pela moral e pelos códigos representam, não uma luta contra os sentimentos e a razão, mas entre os sentimentos diversos que a razão põe em presença.
Os códigos civis ou religiosos sempre tiveram por objetivo principal exercer uma ação inibidora nas manifestações de certos sentimentos.
Toda a civilização traduz constrangimento e sujeição. Aprendendo, sob a rigorosa lei das primeiras obrigações sociais, a dominar um pouco as suas impulsões, o primitivo desprendeu-se da animalidade pura e chegou à barbárie. Forçado a refrear-se mais, ele se elevou até à civilização. Esta só se mantém enquanto persiste o domínio do homem sobre si mesmo.
A aptidão em dominar os impulsos afetivos representa um formidável elemento da civilização. Nenhuma vida social é possível sem essa base essencial de toda a moral.
As ações inibidoras mantidas pelo costume, pela moral e pelos códigos representam, não uma luta contra os sentimentos e a razão, mas entre os sentimentos diversos que a razão põe em presença.
Os códigos civis ou religiosos sempre tiveram por objetivo principal exercer uma ação inibidora nas manifestações de certos sentimentos.
Toda a civilização traduz constrangimento e sujeição. Aprendendo, sob a rigorosa lei das primeiras obrigações sociais, a dominar um pouco as suas impulsões, o primitivo desprendeu-se da animalidade pura e chegou à barbárie. Forçado a refrear-se mais, ele se elevou até à civilização. Esta só se mantém enquanto persiste o domínio do homem sobre si mesmo.
A segunda língua que os estudantes deveriam dominar é a matemática. Como a matemática é a linguagem do pensamento, ela deveria vir antes do estudo de outro idioma. A exceção é o português, que precisamos para aprender esta linguagem universal.
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