Doer
Se o cair do sopro faz doer o coração e sangrar os olhos mais salgados que o sorriso dos lábios doce reclamarão nos seus sonhos a Compania que em vida não se considerarão como filhos da mesma mãe
Solidão
Quando tudo passa e a dor permanece
As feridas não param de doer e latejar
Os pensamentos são de morte eminente
Algo mal quer nesta vida se instalar
Leva a pessoa como a flor a murchar
A solidão causa um mau que estremece
Quando tudo passa e a dor permanece
As feridas não param de doer e latejar
Se contaminado com a mágoa fica inerte
O vazio insiste em tomar o seu coração
Devagar a solidão dentro de você cresce
Esperando por mudanças que nunca virão
Quando tudo passa e a dor permanece
Um ajuste pra segurar tudo. Tanto de tanta coisa.
Cicatrizes.
Não precisa mais doer, mas a cada passo... Pesa.
As lágrimas que o tempo leva, como as cores da luz. Da luz do sol.
Não importa, tua insônia é resposta. Veja, veja, veja, veja...
Não sente atrás desta porta e começar a chorar feito louca, pois já vai terminar, ainda nesse verão.
Vai doer, vai, mas eu preciso tirar meu passado da cabeça há muito tempo, isso vai machucar e muito vai, mas vai ser bom para mim, eu preciso me renovar, ser especial, bom no que eu faco, se não tudo vai ser em vão.
Eu escrevo e, escrevo e, escrevo. Eu escrevo até doer os dedos e, queimar minha alma. A sensação de asfixia é grande, é exorbitante. A garganta pigarreia e o corpo desmorona. Eu tento, eu tento, mas eu não consigo libertar minhas dores. De escritora amadora, passei a ser o buda no caminho do nirvana. A minha cabeça pede trégua, meus músculos pedem trégua, meu coração pede trégua. Tudo em mim levanta a bandeira branca, mas só consigo ouvir o sopro do vento lá fora, não tem ninguém para responder. Não tem ninguém com vontade o bastante para fazer com que eu pare com isso. E, eu escrevo e, escrevo e, escrevo, mas o nó continua entalado em mim. Eu escuto músicas reflexivas que me ajudam, naquele dó escravo do piano, eu me sinto um pouco melhor, mas volto a escrever. Não me falta inspiração, me falta dedicação. Me falta ser viva assim fora do papel, fora dos meus textos. Todos os dias a caminho do trabalho, pegando o transporte público, eu me transporto dentro da bolha e, fico lá. Fico lá, observando as pessoas a minha volta, escuto suas conversas, eu rio em silêncio, tiro minhas conclusões e, as vejo partir. E, é assim que me sinto, uma espectadora observando a vida das pessoas, observando o resquício de vida que parte, sem eu me dar conta. A cada dia, um dos meus suspiros leva mais um sopro da minha vida. E, eu continuo a escrever e, escrever, para que assim me sobre alguma coisa. Eu não queria ser lembrada, não queria marcar a vida de ninguém, não queria me tornar passado ou futuro, sempre quis ser presente, quis ser vida, quis ser alegria, quis ser luz, mas acontece que escritores deixam sua marca no mundo. Escritores são lembrados depois de suas mortes, depois de terem vivido suas vidas mesquinhas. E, eles escrevem e, escrevem. E, eu não paro de escrever e; escrever, porque minha vida se tornou um labirinto cheio de caminhos que me carregam de volta para o ponto de partida. De todas as minhas escolhas, nada parecer mudar, nada parece dar certo, nada parece seguir o rumo do mundo. Me arde o peito correr e, perceber que corri em círculos, apenas. Minha cabeça me arrebenta os neurônios. E, eu quero chorar para isso acabar, mas o sofrimento é insistente. Se ao menos alguém lesse meus textos, a dor seria menor, mas não é. E, os meus temores começam a se tornar realidade, porque as coisas nunca mudam. O meu relógio biológico estagnou no tempo e, agora eu me sinto presa. Eu estou presa. E, eu continuo a escrever; eu continuo, porque isso é a única coisa que não acaba, porque é a única coisa em mim que é capaz de mudar o curso natural das coisas.
EU SABIA QUE SERIA MUITO DIFÍCIL VIVER SEM VOCE
EU SABIA QUE IA DOER A CADA INSTANTE ...
EU SABIA !!!!!
Mais é muito maior que minha mente possa ter imaginado .
É muito mais dolorido do que meu coração tenha pensado
Eu sabia ... mas não sabia de nada ...
Se está doendo, deixe doer. Não negue ou ignore sua dor. Não somos programados para podar emoções. Deixe vir. Mas também deixe ir, naturalmente. Negar é aprisionar. É fazer um coleção de tristezas, decepções, fracassos. Viva o tempo do recolhimento e perceba que a dor é transformação. A vida volta a sorrir, tudo floresce e ressurge mais lindo. E então podemos abrir a janela da alma para os encantos, as paixões, as alegrias. Sem nenhum peso e sem ficar transferindo para o outro uma tristeza mal curada. A lagarta só vira borboleta depois do casulo, a flor só surge depois da semente e a pérola só é preciosa porque a ostra se permitiu ser território de transformação para um pequeno grão de areia. Portanto, volto a dizer: abrace sua dor e quando fizer as transformações que veio fazer, deixe o fluir da vida levá-la naturalmente.
Yara Alves
Para nascer asas e para se aprender a voar, vai doer, vai machucar e vc vai chorar, mas as lagrimas serão compensadas com os voos altos!
Não existe dor de mentira, toda dor é de verdade. Uma dor não deixa de doer por existirem outras dores maiores. Como eu poderia querer felicidade se não aceitava nem minhas próprias dores?
Com vocês eu passo parte do meu dia, e vai doer muito quando isso acabar, vocês são a minha família da escola... Amigos... Vocês são meus irmãos!
Ás Vezes Eu Me Canso de Escrever Sempre As Mesmas Coisas, Mas Meu Coração Não Se Cansa de Doer Pelos Mesmos Motivos.
Um desamor é como levar um tiro na perna, doe, provavelmente vai doer por mais algumas semanas, mas vai cicatrizar e nunca mais vai doer, na verdade a dor não incômoda, o que incômoda e que vou ficar ''MANQUITOLA'' pro resto da minha vida.
