Doce Carinho
Ela é pequena e brava.
Às vezes parece que dendê corre nas veias.
Em outras, é leve e doce feito mel.
Mel da cor dos olhos que dei sem perceber.
Índia pequena.
Moça maluca.
Imprevisível, difícil de decifrar.
Em outra época, eu te daria o mar e o mundo. 🌊
Hoje não.
Hoje aprendi a fazer algo mais raro:
ficar.
Observar.
Sem posse.
Sem pressa.
Sem promessa.
O seu lado doce não pode ser negado assim como a sua personalidade excêntrica, sendo um tipo de doçura intensa da noite, cuja companhia aparenta ser muito agradável, mas é evidente que não são qualidades que compartilha intimamente com todos, muitos não estão prontos para lidar com sua singularidade, além de outros que só sabem julgar
Considera muito pouco aquilo que não tem profundidade, não sente nenhuma vontade de agradar a todos, já chegou a sentir, porém, percebeu finalmente que não compensa, o seu coração é caloroso demais e a sua integridade é muito valiosa para querer a presença dispensável daqueles que não se importam e não fazem o mínimo necessário
Continua encantadora e agora mais esperta do que antes, uma arte admirável que segue com sua venustidade atraente, desfruta da sua metamorfose, demonstrando um atrevimento aprazível que brilha dos seus olhos, certamente, bem mais do que um rosto bonito, o seu íntimo é como a noite apaixonante de um rico universo, corpo belo, sensatez e um espírito intenso.
No Teu Charme, um Doce Incêndio
Sabor excêntrico: doce e apimentado, contido no teu charme. O mesmo gosto de beijos correspondidos, onde a fogosidade é compartilhada.
Um fogo ardente que envolve o corpo e o espírito numa interação veemente, que não usa a fala, mas que intensifica os outros sentidos,
Criando um diálogo mais profundo e aprazível — um que precisa ser sentido por dois mundos. Então, o teu jeito charmoso revela-se bastante expressivo.
Claramente, tua companhia
é bastante saborosa
semelhante a uma fruta doce,
madura na medida certa,
ter-te por perto é muito salutar,
tens uma aparência formosa
e delicada, mas consistente,
és capaz de revigorar
quem reconhece o teu valor
e consegue te amar verdadeiramente.
O amor é a mais doce forma de negligência, onde a lucidez se despede, as dúvidas se calam e a alma, cega e entregue, se lança no abismo acreditando no que se resume em incertezas. Amar é desconhecer o significado das dúvidas, é o sentimento mais transcendental que existe e só o compreende quem, um dia, amou verdadeiramente.
Quando o coração, ferido pela distância, mal pode sussurrar um clamor, é a doce voz do Mestre que encontra a alma exausta, transformando o choro do deserto na festa indescritível do Seu redil.
A nostalgia é um veneno de sabor doce que a gente toma todas as noites, acreditando que o ontem era melhor apenas porque o hoje dói de um jeito novo. Ficamos viciados no que fomos, enquanto o que somos se desfaz como fumaça entre os dedos cansados.
Minha doce Carla,
Nossa viagem a Poços de Caldas, com a companhia da Carol e do Danilo, foi um daqueles momentos que a vida nos presenteia, um capítulo mágico em nossa história.
A parada em Pirassununga para buscar a Carol, o início da nossa aventura, a estrada que se abria diante de nós, repleta de promessas e expectativas. E então, Poços de Caldas, com sua beleza e charme, nos acolheu de braços abertos.
Cada segundo ao seu lado, Carla, ao lado da Carol e do Danilo, foi um presente. Até mesmo o imprevisto das toalhas no hotel, que nos rendeu boas risadas, se transformou em uma lembrança carinhosa. E a noite em que precisei dividir o quarto com o Danilo, a saudade apertando o peito, só reforçou o quanto sua presença é essencial na minha vida.
Mas o que realmente importa é a felicidade que transbordava em cada momento. A felicidade estampada em seus rostos, a alegria contagiante, tudo se somou a um sentimento de plenitude. O passeio no teleférico, com a vista panorâmica da cidade, a sensação de liberdade e leveza, um momento que guardarei para sempre em meu coração.
E a noite de Carnaval, com suas cores, músicas e fantasias, foi um espetáculo à parte. Nossas máscaras, nossos sorrisos, a alegria que transbordava em cada olhar. Foi incrível, inesquecível e maravilhoso, um daqueles momentos que a gente sabe que ficará marcado para sempre.
Poços de Caldas, com sua magia e encanto, se tornou um palco para o nosso amor, um lugar onde a felicidade se manifestou em sua forma mais pura. Agradeço por cada segundo ao seu lado, Carla, por cada sorriso, por cada abraço, por cada momento que compartilhamos.
Moisés
Rio, doce manancial de água purificadas.
Berço de suave esperança.
Entoando cantos de niná, tráz a criança.
Num lindo e açucarado cestinho.
À tua margem se teceu um ninho.
Onde, ansiosamente aguarda,
dois braços abertos que mais parecem asas.
Berço guardião terra...desembocadouro Mar!
☆ Haredita Angel
Doce selvagem,
dançamos no escuro
Entro em seu corpo
Xingamos injúrias,
Desço em seu corpo,
escrevo loucuras
Provo seu gosto,
linguagem espúria
Sem inocência,
Despida de si.. mergulha
(Júlio Raizer)
Você chegou e bagunçou meu mundo
Sendo Doce como um limão
Fala com força, tudo profundo
Calma e tranquila como um furacão
Me pego com frequência vendo suas fotos, você é linda, não me arrependo..
No fundo eu me imagino no seu mundo, no futuro quem sabe assim,
Sem querer, querendo
DoceMente
O chocolate doce em contraste com a pimenta que exalta o sabor discreto das folhas provadas.
Linhas desenhadas com o pincel da imensidão azul.
O infinito que para sempre lhe foi dado.
Cumplicidade na cena de um filme, e a ação afetiva que ele traz.
As cenas rodam distantes no mesmo levante que a insônia fugaz.
Um pouco do mundo no universo de um homem só.
O incompreensível do destino sem dó nos anos que rodaram demais.
O tempo é vilão das alturas.
O tempo é o alicerce da vida.
O tempo que tampa as feridas e deixa numa teia ardida a amarra da sua exposição.
A música continua baixinho quando em coro ouvimos o artista dizer: "São Jorge por favor me empresta o dragão"
Paródias da sonoridade escrita em lampejos de celebração.
E hoje o dia continua tristonho para o sol distante que componho.
Júlio Raizer
Doce selvagem, dançamos no escuro
Você entre meu corpo
Descalços sobre a pintura
Ouvindo nossa tradução fluída
você disse que estava decidida
Queria ser a princesa inocente
Num corpo de mulher despida
Você está perfeita esta noite
O maracujá por fora é calmaria enrugada,
mas por dentro guarda tempestade doce…
igual gente que aprendeu a sorrir depois das trovoadas.
Minha mãe tem cabelo de algodão-doce cansado,
daquele que o tempo foi soprando devagar…
e mesmo assim ainda adoça o dia de quem chega perto.
O rosto dela é estrada de barro batido,
listrado pelas chuvas que já enfrentou…
mas firme, como quem nunca saiu do lugar que ama.
O café dela nunca é só café,
é colher batendo na xícara marcando o tempo…
como relógio simples ensinando a vida a não parar.
Minha mãe mexe o açúcar devagar,
como quem tenta adoçar o mundo…
sem fazer barulho pra não assustar a dor.
Ela é dessas que conversa com planta,
e jura que o sabiá responde…
porque quem tem fé entende até o silêncio cantar.
Minha mãe é livro que não pode empoeirar,
porque cada página esquecida…
é um pedaço da gente que deixa de existir.
Saudade dela não é ausência,
é presença que não cabe no abraço…
e por isso transborda pelos olhos.
Tem dia que ela é rede na varanda,
balançando entre o cansaço e a fé…
sem nunca deixar ninguém cair.
Se um dia ela for embora,
vai ficar espalhada nas pequenas coisas…
no barulho da colher, no canto do sabiá, no balanço de uma rede.
Deus não se explica, mas sim, sente-se no coração a Sua presença como o vento suave e doce para a alma.
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