Doce Carinho

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Lá vem a noite
chegando pra embalar
o sono mais doce
de quem ousa sonhar.
_________FranXimenes
16*01*2014

Algumas pessoas são doce, igual a um tijolo.




Poucos irão entender:
não é sobre açúcar.

Monólogo do Diabo


O que fazes neste dia memorável?!#11;Se nem ao teu paladar o doce é agradável.#11;Dizes ser e ter, e aí, caído, nunca nem soubeste o que é vencer.
Levanta-te quando se cansa de estar caído, apenas para dizer: “se fosses tu, não faria aquilo”, e logo retornas à beira daquilo que nem sequer existe.#11;E aceitas este destino como se fosse uma vida de estirpe.
Ah, os caminhos… Pensas ser tu um mapa, uma bússola… um norte?!#11;Pobre, aceitas que não és mais um nobre.
Para um pouco de me dizer o que já se foi. Olha, o futuro é novo. Nem tu, cheio de letras, podes me dizer o que é a verdade. Não me atrairás mais, desprezo o teu “oi”.
Nem te levantes. Já perdi tempo tentando mostrar-te que já se passam anos. Nem mesmo podes me dizer: “eis, aqui estão os meus planos”.
Será que devo calar-me?! Afinal, nem mesmo tentei apresentar-me.#11;Tu eu conheço bem, já foste meu alguém.#11;Agora que já tempo nem se tem, eis o nome que me foi dado.#11;Prazer, me chamo Diabo.

Sorriso alegre, bonito, encantador,
Luz que acende o silêncio ao redor.
Magia no olhar, doce fascinação,
Um segredo guardado no fundo do coração.
Teu rosto bonito é mapa a desvendar,
Terras ocultas que insistem em chamar.
Cada traço esconde um porquê,
Um enigma suave que convida a crer.
Teu mistério me chama sem explicar,
É brisa leve que sabe ficar.
Entre o sonho e a razão, eu sigo sem medo,
Decifrando aos poucos o teu segredo.
Teu corpo é letras, caminhos e sinais,
Atalhos sutis, destinos reais.
Não é pressa, nem posse, nem querer dominar,
É só o encanto de estar perto, de imaginar.
E assim, no silêncio que aprende a falar,
O mistério floresce sem se entregar.
Amor que não grita, prefere sentir,
Quanto mais escondido, mais belo em existir.

MORTE?...


Morremos um pouco a cada dia, quando se perde o sorriso e o doce sabor da alegria.


Então, a morte já não é a separação de alma e corpo; é o prazer da vida que se vai perdendo aos poucos.


A morte é o desprazer que se tem da vida, de observar e descobrir belezas escondidas.


A vida não se resume a andar, falar e respirar.
É o observar contínuo, que me torna homem todos os dias e me mantém menino.


Cícero Marcos

Viver é preciso.

Que seja doce,
Que seja amargo.
Viver é preciso.
A vida ensina a vida,
Sem vida, amargo sabor é a morte.
Que seja lindo,
Que seja belo,
Que seja a vida simplesmente AMOR.
Que seja Deus a minha sorte,
Que ele esteja em mim em um eterno fanal,
Que eu vença a morte,
Que eu vença a dor,
Que eu subjugue o mal.
Que eu, apenas viva.
Autor: Cícero Marcos

Hoje acordei com o coração mais sensível, envolto em uma doce nostalgia.


Senti saudade do tempo em que eu despertava cedo não por obrigação, mas por desejo — para relaxar, correr em direção ao mar ou à cachoeira e ser a primeira a chegar.


Saudade de tomar meu café ouvindo o som das águas, sentindo o vento tocar o rosto e deixando que a natureza me abraçasse em silêncio.


Saudade da companhia leve, das conversas soltas, dos risos fáceis…
Saudade de uma felicidade simples, inteira e verdadeira.

É difícil ser doce com quem é amargo

Amar é um cativeiro consentido,
doce engano em peito consumido;
é ver no olhar um mundo que se some
suave erro que aceito por perdido.


É feitiço sutil que a alma tome,
razão rendida ao gesto proibido;
é ter no peito o sonho que me nome
e, em seu silêncio, arder sem ser ouvido.


Deixa que eu ame, ainda que em segredo,
se amar é padecer tão doce pena,
se é delírio mortal e paraíso.


Que seja amor, ainda que com medo,
pois mais vale esta dor que me condena
que a fria paz de um coração sem riso.

Não me recordo como é amar

Não me recordo como é amar,
A doce vertigem de se entregar,
Embriagado por algo tão puro,
Tão intenso… difícil de acalmar, tão duro.

O amor talvez nasça da paixão,
E paixões tive — confesso — um turbilhão.
Mas se meu peito não fosse tão raso,
Talvez durassem além do acaso.

Luta que a gente escolhe viver,
Pois amar é a razão de crescer.
É chama que molda o espírito aflito,
É fogo que purifica o infinito.

Mas ninguém fala da dor da saudade,
Quando o amor ainda arde em verdade.
Só comentam quando tudo esfria,
Quando resta silêncio onde havia poesia.

Entre todos os amores que o tempo levou,
Hoje entendo: só uma vez meu peito amou.
E foi justamente a ela, em meu erro profundo,
Que causei o maior mal deste mundo.

Hoje sofro, agonizo calado,
Carrego o peso de um amor passado.
Mas precisei deixá-la partir,
Pois amar também é saber abrir.

Sua felicidade era grande demais
Para caber nos meus braços frágeis e mortais.
Beleza que ofuscava o pôr do sol,
Aurora viva, meu farol.

Hoje ela segue, encontrou seu caminho,
E eu sigo em oração, sozinho.
Clamando aos céus, com fé e primaveras,
Que ela encontre o que não dei — em outras eras.

E se um dia o amor me visitar,
Que eu saiba, enfim, permanecer e cuidar.
Sem medo, sem fuga, sem dor,
Aprendendo que amar… também é ser melhor.

Quem me assassinou para que eu seja tão doce?

António Lobo Antunes

Nota: Título de um livro do escrito português, publicado em 2008.

A mulher é poesia escrita pelas mãos de Deus. Forte nas batalhas, doce no amor e gigante na fé. Seu coração acolhe, sua voz encoraja e sua presença ilumina. Uma criação divina que espalha beleza, coragem e esperança por onde passa.




Feliz dia Internacional da Mulher!

Te am❤r foi como ouvir uma música que me faz sorrir e chorar na mesma nota: doce demais pra esquecer, intensa demais pra não doer😶

A derrocada do amor
Desfigurando sabor
O doce ficou amargo
E da solidão eu não largo.

Pele que brilha, exalando o doce aroma de melanina, num porte de altivo de rainha.

Exalava um perfume exótico com inconfundível aroma, doce da suave melanina, com pés descalços, mas o andar altivo de bailarina, trazia na beleza o sorriso de menina... Impressionante como fascina! Era tão perceptível a luz em seu averso, que conseguia tudo e a todos encantar, seus súditos viviam a enamorar, uma deusa negra que, por onde passava, tudo iluminava com seu gracejar.

PÉTALAS DO AMOR!
Preciosidade é imã para reter, um sorriso de mistura doce, encanto e bem querer, a expressão de carisma define você, olhar de nobreza cativante na beleza do ser, iluminada deixou a grandeza do avesso transparecer.

Aqueles que têm fé demais na própria sorte um dia receberão a surpresa de um doce beijo da morte.🕊

Minha doce e indomável Lucia,
Mesmo sem as palavras perfeitas (porque, né, quem precisa disso?), lanço ao vento o grito silencioso do meu coração dramático.
Você invadiu minha vida feito um furacão celestial — ou seria um tornado de confusão?
Virando a essência mais “sublime” e “divina” do meu ser (ou pelo menos tentando).
A musa eterna que inspira cada batida do meu peito — ou cada suspiro de cansaço.
Mulher de coragem infinita, guerreira dos sonhos mais “puros” (ou só muito teimosa), que persegue seus ideais sagrados com a paixão de quem procura Wi-Fi grátis.
Eu, ao seu lado, luto com fervor e devoção (e uma pitada de desespero) pelo destino que nossos corações “entrelaçaram” no tempo — ou pelo menos até o próximo episódio da série.
Desde o instante mágico em que nossos olhares se cruzaram (ou quando você derrubou café na minha camisa),
Você transformou minha alma num jardim eterno de flores perfumadas — ou numa selva cheia de mosquitos.
Onde brotam esperanças, promessas e amores imortais (e algumas dores de cabeça).
Entrego-me a essa aposta divina (ou a essa roleta russa emocional),
Anseio por um futuro onde nossos corações batam em uníssono, em perfeita harmonia — ou pelo menos sem brigar pelo controle remoto.
E te peço, com toda a sinceridade e ardor do meu ser (e um pouco de medo do seu “não”),
Vamos celebrar o início da aliança sagrada do compromisso — ou pelo menos um jantar sem discussões.
Almejo alcançar o sublime objetivo de noivar e, futuramente, casar para sempre (ou até o próximo reality show).
Aceite ser minha namorada, minha eterna companheira, minha razão de viver — ou pelo menos minha parceira de Netflix.

@*Menos te querer*

Podias ser, o fruto mais doce do meu pomar
Ostentando eu, o manjar da ilusão
Soltando risadas nutridas de paixão
Sem se importar...
Aonde orbita minha razão

Tolos, são meus desejos
Umbigo d 'minha perdição
Deixam escorrer paixão,
até em gracejos
Orquestrando assim, minha destruição

Mocinha, não é que, eu não queira...
Esbaganhar sua edeia,
Nectarizar minha boca; enquanto sua saboreia…
Ou chupar-te como se fosses o fruto duma ameixeira
Só não posso ter essa idéia!

Tenta, dizia ela sem dizer
Estava escrito no seu olhar, pude ler!

Quando se aproxima, muda completamente o clima
Um olhar, basta, para me perder
Eleva os meus desejos, toda, inconsequente
Rumo a perdição eu caminho
E encontra -me a razão, próximo d'seu beicinho
Respondo então somente...
Posso tudo, menos te querer!