Doce Carinho

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Encontrar um Ingá-doce
colher sementes,
fazer um bolo com café,
Ter um dia você do meu
lado ainda está de pé.

Amor se não for doce, esqueça.

Eu e a lua,
Somos a parte doce do amor,
Somos a poesia.

O teu beijo me deixou mais doce, mais apaixonado... Será que virei poeta?

Ser doce é a minha virtude. Amo!

A felicidade é como um beijo doce: se achou, gruda!

O amor é a forma mais doce de gostar...seja doce, seja paciente.

Se o beijo for doce, não peça um, peça dois.

Se o beijo for doce, peça dois.

Se o beijo for doce, não queira um; queira dois.

O amor é leve, doce, suave. Isso é amor.

`Chamei-me de Amarga. Morri doce. - Noemi`

*Menina Vieira,*

Você não deixa ser amada.

É como fruta madura, pronta, doce, na hora certa de ser colhida.
Mas se esconde entre as folhas.
Com medo da mão, com medo da queda, com medo de não ser guardada direito depois.

Menina, não precisa se esconder mais.

Eu não quero te arrancar do pé com pressa.
Quero te colher com cuidado. Te esperar amadurecer no meu tempo, no meu peito.
Quero ser cesto, não faca. Quero ser casa, não fome.

Se entregue.
Deixa eu te amar do jeito que você merece: sem susto, sem pressa, sem ter que se esconder entre as folhas pra se proteger.

Você já tá pronta. E eu já tô aqui.
Só falta você acreditar que pode ser colhida sem ser machucada.

Deixa eu te amar, Menina Vieira.
Só isso.
(Saul Beleza)

Tem momentos em que simplesmente
A vida parece estar mais feliz
e o dia amanhece quente e doce
Um pássaro me trouxe
Uma rara melodia na janela
Aqueles sentimentos tristes
Milagrosa e temporariamente
desistem de mim
e vão entristecer noutro lugar
Que bom seria, se eles não voltassem
Meu Deus, que bom seria, alegria
Se você ficasse e morasse aqui
Eu jamais desisti de conhecer
Esta sua feliz companhia
E hoje me parece, enfim
que você também
Não desistiu de mim.

Ó meu ex-amor, o eco doce de um adeus.
Ainda sinto o frio em certas manhãs vazias,
Um véu de fumaça que paira entre os meus
Pensamentos, tecendo as velhas melancolias.
​Tu foste a forja cruel que me moldou, é certo.
Em cada cicatriz, levo um pouco do que fui.
Transformaste-me em alguém que hoje me é incerto,
Um novo ser nascido da dor que me construiu.
​Agradeço, sim, a pessoa que agora sou,
Mais forte, mais ciente, mas também mais calada.
Em cada passo novo, a ausência que restou,
Uma canção de ninar que a alma tem guardada.
​Obrigado por ter me transformado, mas a que custo?
Nesta jornada fria, onde o brilho se apagou.
Sou a estrela que renasceu, porém, com certo susto,
Pois a chama que tu foste jamais me abandonou.
​Eu sou o paradoxo do teu partir e do meu vir,
Uma obra de arte triste, pintada em tons pastéis.
Eu sou agora o silêncio que aprendi a seguir,
Um jardim de lembranças sob chuvas e sob céus.

Soneto da Doce Renda

​Quero a beleza, que me dá tristeza
Essa que passa e que não faz demora
Que tem o dom de me deixar na mesa
A sós com o vinho, vendo o frio lá fora.

​Quero a mulher que seja como o fado
Mistura de agonia e de ternura
Que me devolva o coração quebrado
E me perdoe por tamanha cura.

​Pois só no traço desse amor bendito
É que o poeta encontra o seu grito
E justifica a dor de estar vivendo.

​Vem, minha amiga, derramar teu pranto
Que eu faço dele o meu melhor canto
Enquanto a vida vai se consumindo.

Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

Quando a descuidada Vale do Rio Doce conseguiu tornar imbebível as águas de um rio, do qual quem bebeu jamais esqueceu, eu já suspeitei que ela era muito mal seletiva.


Mas quando ela fingiu indenizar uma parte da população valadarense, fingindo não ter aniquilado o Doce do Rio que também era da outra parte, ela aniquilou também a suspeição.


Há indignações que não nascem apenas do que vemos, mas daquilo que sentimos ser arrancado de todos nós.


Quando a lama tornou imbebível as águas de um rio cuja doçura acompanhou gerações, não foi só o sabor que se perdeu — foi a memória líquida de um povo, sua identidade, sua história escrita em correnteza.


Naquele instante, já não era preciso grande esforço para desconfiar da seletividade de quem, por dever, deveria zelar e reparar.


Mas o espanto maior veio depois, quando o teatro das indenizações começou a escolher rostos e CPFs, a dividir dores, a parcelar perdas como se um rio pudesse ser fatiado em zonas de sofrimento e leiloado por migalhas.


E ali, naquele gesto que soou mais como cálculo do que como cuidado, não foi apenas o Rio Doce que se viu diminuído — foi a própria confiança que secou…


Que foi para a lama.


Porque quando uma parte é acolhida apenas para que a outra seja silenciada, deixa de existir dúvida: o que se aniquila não é só o rio, mas o respeito que deveria correr com e como ele.


No fim, a indignação que sobra é também a que educa.


Ela nos obriga a olhar para além da superfície barrenta e perguntar: que tipo de sociedade permitimos construir?


E que tipo de humanidade ainda queremos salvar do fundo dessa lama contaminada que insiste em não decantar?⁠

⁠Tão Execrável quanto a Política do Espetáculo, só a Doce Inocência dos Espectadores Apaixonados.


Há algo de perigosamente confortável em assistir à política como quem acompanha uma série: torce-se, vibra-se, odeia-se o vilão e idolatra-se o herói.


O enredo muda conforme o roteiro das conveniências, mas a plateia permanece fiel à emoção do momento.


Poucos percebem que, enquanto se escolhe um lado para aplaudir, quase ninguém se dedica a entender o palco, os bastidores ou os interesses que ditam as falas.


A Política do Espetáculo vive da reação imediata — do aplauso fácil, da indignação instantânea e da memória curta.


Ela não exige reflexão; basta paixão.


Quanto mais apaixonado o espectador, menos ele pergunta.


E quanto menos pergunta, mais o espetáculo se aperfeiçoa.


O mais curioso é que essa doce inocência que costuma morar nas cabeças alugadas tem a estranha mania de se imaginar a mais bela das virtudes.


E o espectador acredita que sua devoção é consciência cívica, quando muitas vezes é apenas fidelidade emocional.


Confunde engajamento com torcida, convicção com pertencimento e crítica com traição.


Assim, o espetáculo prospera: líderes viram personagens, discursos viram cenas e crises viram temporadas.


E a plateia, tomada por suas certezas inflamadas, raramente percebe que a maior vitória do espetáculo não é convencer — é entreter o suficiente para que ninguém queira desligar o palco e reacender as luzes da razão.


Talvez o verdadeiro gesto político de nosso tempo não seja gritar mais alto que o adversário, mas resistir ao encanto da encenação.


Porque enquanto houver plateia apaixonada demais para desconfiar do roteiro, sempre haverá quem transforme o Destino Coletivo em um show demasiadamente lucrativo de ilusões.

Rio Doce das Terras gerais...


Os rios Piranga e Carmo se unem ...
Fazem o seu encontrodessa maneira !
Pelas águas cristalinas e com pureza
Junto as bençãos na sua correnteza
Recebe no batismo o novo Nome,...
Doce,Filho da Serra da Mantiqueira


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