Do nada
Aquilo que o calvinismo chama de "mistério", nada mais é que contradição doutrinária. O mistério é algo incompreensível, que não pode ser clarificado ou compreendido plenamente pela mente humana, ao passo que a contradição é incoerente, algo sem sentido. No calvinismo esses dois conceitos se tornaram sinônimos, numa tentativa insana de explicar o absurdo.
No que diz respeito à Palavra de Deus, o seu achismo é totalmente dispensável e não serve para nada. A Palavra de Deus está sempre certa e ponto final.
Se alguns calvinistas entendessem coisas simples como:
1- Deus não prever nada, pois Deus não precisa prever, ou consultar algo que Ele já conhece;
2- Parar de confundir livre-arbítrio filosófico com teológico;
3- Aprender sobre a etimologia da palavra presciência, que não é prever o futuro;
4 - Diferenciar didaticamente entre fé comum, fé intelectual e fé salvífica.
Eles já dariam um grande passo em direção ao verdadeiro Evangelho e a Sã Doutrina!
Em todas as circunstâncias da vida devemos confiar em Deus. Não há nada acontecendo no tempo presente que não exista no ambiente seguro da Soberania de Deus, portanto confiem em Deus.
As narrativas falaciosas do calvinismo são quase todas baseadas em absolutamente nada! Muitas não passam de elucubrações heterodoxas, criando inferências carregadas de um “teologuês” fajuto que parece convincente, falando com ar de seriedade reflexiva e apresentando as falácias como uma “argumentação impecável”, para que o público não desconfie que tudo não passa de heresia, fantasia e especulações gnósticos-maniqueístas.
O deus soberano dos calvinistas nada mais é que uma espécie do semideus mitológico grego Hercules, com onisciência, onipotência e onipresença. Ele é um deus confuso, impessoal e esquizofrênico que, não se pode confiar, mas apenas desconfiar. Em diversas passagens das Escrituras esse deus calvinista diz que se é salvo pela fé..., que deseja salvar a todos..., que devemos nos arrepender..., mas na sua vontade secreta tudo isso não é bem assim, sendo a eleição um capricho divino. Assim, por mais que os “teólogos” calvinistas mais lúcidos dessa doutrina heterodoxa se esforcem por diminuir as implicações do horrível determinismo e fatalismo que essa doutrina desemboca, acabam se contradizendo no decorrer de suas falas e escritos.
De fato que, o que temos ou que não temos nada contribui para evoluirmos ou mesmo limitarmos como ser. Mas sim o que somos. E na forma generosa do que sempre ainda possamos fazer ...
Você pensa que sabe, mas não sabe
Você não é nada daquilo que pensa que é, até provar a si mesmo que és
