Do nada
Nossas telas carregam infinitas associações, são inclusões de dados, em fatos, que a nada servem de ilusão.
Já lhe disseram que a mulher é uma máquina de conjugação estelar universal e que, em nada pensa, e por isso, é perfeita dando igual.
Fizeram o que não podiam, colocaram culpa nos astros e, em nossos dias, que nada nos interrompa as alegrias, quem pode ver sorria da responsabilidade, que em ti somente cabia.
Sua alegria renova tecido de terceiros e nada disso é inventério, são correntes que não se quebram, já que na matéria é simplesmente alguns insólidos espelhos, isso é normal aos escaravelhos.
Nem sei se era monopólio, adivinho ou purgatório, só sei que se for nada, ajuste o tempo sinal é calha.
Gratidão sempre chegou aos desavisados sabendo que ninguém é dono de nada e a responsabilidade é sempre nossa e intemporal.
Quem não têm nada, não quer largar e, quem pensa ter tudo é, um simples conjugar, pode ser observar, caminhar, cantar, sei lar, tudo é ar, até mergulhar.
