Do nada
Prefiro falar a verdade pra tu ter que escrever mal vontades e, isso de nada adianta, sem a alegria de poder te, rever, quando quero, no Paraíso dos tempos que necessitam e integram.
Existe amor quando posso dar, e, a nada testar, pra não fazer mal ao nosso bem é, estar, quando vence o prazo de lá.
Podes ter mil mulheres, isso não nos importa, era pra corrigir falsas contas, que mexiam e, nada faziam, mas, em mil casos jaziam em choros, que em mim ainda conduziam, colocando falsas tristezas em tempos e, templos que se perdiam.
Patinavas e tatiavas no escuro, que nada é tú, quem faz luz, estalidos são distenções reprogramáveis, já um dia impedida di dá ti, até mesmo, um simples passe.
Nascestes pra que outros vivam e, vivestes pra que outros, renascestes, isso não é nada demais, é o ciclo pra o saber àquilo que se faz.
Ganhavas dinheiro maltratando. é. agora quêm de nada reclamas, e, não sofre ramas, por ti as alegrias realizadas nas horas, abençoando vossas vitoriosas mãos, além dás frentes de ilusão.
Não que se queira modificar nada, mas, certamente é bom ouvir sua canta tranquilizada, quem sobrevoa pra novas estadas, ao som doce de vossas falas.
Informação também é saúde, que não parte de uma única, mão, pode até estar em contra-mão, que nada é hoje e, nunca a tí falte, alegrias meu irmão.
Nada foi pela gana do estrelado é, que, nem todos tinham os espaços, de uma simples, observação, já se estende, em larga escala, não pro modificado, mas, pra ser reparado e, se for o caso, pra ser separado.
Permita-se aos acentos dos tipos é benfeitorias do nada pessoal, é necessidade experiente da consciência temporal.
Tá lento por que brota do impossível uma necessidade é, dado, de humildade, demostrando que nada é confisco.
