Do nada
Na seara existem muitos trabalhadores, uns que nada sabem e, por amor tudo fazem, outros pela consciência dos erros, em clausaduras das imposições, retire as traves, dás contemplação.
Pra uma boa massa nada melhor que a limpeza das velhas falas, atentadas pela retificação e leveza de vossa percepção.
Brigavam com o seu saber e tinham a permissão do refazer, e, nada faziam, coroando você, pra todos um dia há parecer.
Nossa liga de exemplos não cola é nada, liberta as vagas pra elasticidade, e, fim das rugosas pressões.
Quando criança sonhamos com o agora e, vossa intenção se preocupa pondo horas, que nada à alegria é um por ti vigora.
Nada como um amontoado de diferentes tentando fazer igual e pra se livrar basta-te voltar ao normal.
Pra uma boa chegada nada melhor que abrir espaço pra representar o papel com sabedoria e vigor porque nossa paz em éter já se formou.
Se o invento foi quem ventou, então nada modificou e, se especializou, com alegrias que estão sempre chegando pra os que ficou.
Abriram pra fazer o que não sabiam resolver das resoluções, nada nas relações, e, chamaram ardentes, pra ti enternecer pelo todo.
