Do Flerte ao Casamento
A Palavra de Deus incentiva os casais a desfrutarem da intimidade e do prazer dentro do casamento: "Seja bendita a tua fonte! Alegra-te com a esposa da tua juventude... Que os seios da tua esposa sempre te fartem de prazer, e embriaga-te constantemente com os carinhos dela." (Provérbios 5:18-19)
Deus criou a intimidade para ser uma bênção no casamento. Ela fortalece a união e deve ser cultivada com amor e respeito.
A intimidade no casamento é um presente de Deus e deve ser desfrutada dentro dos princípios estabelecidos por Ele.
A Bíblia ensina que o casamento é uma parceria de amor, respeito e cumplicidade. O versículo de Gênesis 21:12 se refere a Deus orientando Abraão a ouvir Sara, pois naquele momento específico, a vontade de Deus estava sendo expressa por meio dela.
Deus não deu apenas um casamento a Ester; Ele deu coragem e autoridade para salvar um povo inteiro.
Aquele casamento em que o pai entrou na igreja e esqueceu a noiva na porta… Se não fossem detalhes assim que deixaram todos alegres e rindo, não existiria uma memória afetiva.
#bysissym
O Casamento é um pacto de união entre duas pessoas, que motivadas pelo sentimento de amor um pelo outro, decidem ter relações íntimas e fazer uma parceria para seguirem juntos a estrada da vida, onde um apoia o outro, tanto na saúde como na doença, na riqueza e na pobreza.
Sucessor?
O sucesso e a junção o casamentoda oportunidade e capacitação. És capaz? Terás sucesso! Quando sua oportunidade aparecer.
“Achei a eternidade:
é o casamento do amor com a poesia
Várias coisas me conectam ao divino
a música de Wagner, meus filhos,
Giovanna, a cozinha, a poesia e vinho...
A beleza, o silêncio e o vento
a paz entre os homens
e o pensamento.
Mas é a mulher que amo
que mais me eleva e me transforma
de um simples mortal em uma deidade.
É ela que me tira do anonimato
para a eternidade, e este milagre
só é possível a quem conhece o amor
em sua essência e plenitude...
Não só os poetas são imortais
enquanto vivem... os deuses
só são eternos quando amam.”
―Evan Do Carmo
07/07/2016
"O casamento é uma batalha eterna de ego, onde um tenta dominar o outro, às vezes por décadas. Contudo, enquanto um não for subjugado, raramente há separação, mas depois que um abaixa as armas, qualquer discussão pode ser o fim da relação."
Dificilmente o homem muda suas atitudes, até mesmo sua percepção da vida. Pensa que o casamento,o namoro, será eterno. O comodismo ainda é o principal motivo da perda da evolução. A mulher por sua vez dominadora, controladora da evolução, na percepção do melhor se expõe ao extraordinário provocando mudanças radicais, ainda não compreende que a transformação leva tempo, não se pode colher o fruto sem plantar a árvore. Mas uma árvore não frutifica se o solo não for fértil. A mulher é parte fundamental para o homem evoluir, uma mulher sábia, molda o homem no seu potencial de ser melhor. Fácil é aceitar o aceitável, e não lutar pelo que se espera. Quando aceitar que uma relação é feita de união, as mudanças acontecem, além do imaginável.
O casamento só vai dar certo quando o casal abandonar as atitudes de solteiro e passarem a viver um para o outro.
No primeiro livro da Bíblia (Gênesis 2.24) é relatado o casamento do primeiro Adão (Adão e Eva) e finaliza no último livro da Bíblia (Apocalipse 19.7) o casamento do último Adão (Cristo e a Igreja).
Portanto, não sejamos negligentes recusando o convite para as Bodas do Cordeiro (Mateus 22.1-14).
O Casamento Judaico – Um Pequeno Resumo
Diferente do nosso, o casamento judaico passava por duas etapas:
1- O Qidushin. A mulher, depois do pagamento do dote e da assinatura do contrato de casamento (qetubá), ficava prometida em casamento, como foi no caso de Maria que estava prometida ou desposada de José. Nesta primeira etapa, que para nós seria o noivado, na cultura judaica, apesar de ainda não poder estar com o marido, ela já estava casada e seria considerada adúltera caso viesse a ser tocada por outro homem. Nem mesmo o esposo poderia tocá-la. Essa etapa era tão séria que só poderia ser desfeita mediante uma carta de divórcio.
2 - O Nissuim. Era a segunda e última parte do casamento que poderia ocorrer até depois de um ano da primeira parte citada acima. Essa era a fase em que o esposo, depois de haver preparado uma casa para a esposa, voltava da casa do seu pai para buscá-la. O encontro entre os dois, diferente da primeira vez, não era mais na casa do pai da moça. Pois ela era conduzida da casa de seu pai por uma comitiva de moças ao encontro do seu esposo que a tomava e a levava para a sua casa ou para a casa de seu pai. Era o momento da festa das bodas, quando , então, finalmente, ele poderia tomar a sua esposa e levá-la para uma tenda nupcial chamada "Chupá".
Isso o faz lembrar de alguma coisa? (Jo 14.1-3; 1°Ts 4.16-17). Maranata!
Pense nisso e ótimo fim de semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Assim como pela criação Deus de um fez dois, pelo casamento, ele de dois fez um.
Thomas Adams
Pastor Anglicano
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