Dizeres para um Amigo que Partiu

Cerca de 14368 frases e pensamentos: Dizeres para um Amigo que Partiu

Mais vale um amigo na mão
do que um dinheiro no bolço

Inserida por domenico_lima

SER AMIGO 23/03/2018

Ser amigo e ter amigos, duas coisas necessárias, saber ser amigo é um dom ter amigos é um bem maior.

Se Pudesse pausar a vida e voltar ao passado e vê todas os momentos felizes que passei com meus amigos, relembrar as risadas, os tombos, os choros, e tudo enfim.

As vezes precisamos de um amigo mudo que só nos ouçam e não digam nada, porque naquele momento precisamos ser ouvidos.

As vezes precisamos ser mudos para ouvir nossos amigos que precisam serem ouvidos.

Há momentos que precisamos parar e refletir que tipo de amigo eu sou?
preciso ser melhor amigo para meu amigo.

Pois sendo bom amigo, posso ter bons amigos.

A lei da semeadura, quem planta colher, simples assim, será que estamos plantando coisas boas, ou será que nem estamos plantando?

Ser amigo de verdade envolve sinceridade, fidelidade, companheirismo, amor voluntário, reciprocidade.

Inserida por elane_santos_1

O amigo fiel é aquele para todos os momentos, não guarda rancores mas guarda segredos.
É aquele que está sempre atento para aliviar nossas dores, suavizar nossos medos e nos mostrar que sempre vale apena amar...

Inserida por salomao_brizola

DAVI, PROFESSOR AMIGO IRMÃO

Desse meu querido irmão
Apareceu a vontade de ser músico
Vendo-o tocar guitarra e violão
Iniciei as aulas de violão acústico.

Logo subimos no palco juntos
Uma verdadeira alegria me tomou
Incrível, nós dois viramos assunto
Zeloso comigo, meu professor se tornou

Segui seus passos na música,
Igualmente na fé e na perseverança
Um irmão/amigo uma pessoa única
Você é pra mim, exemplo desde criança.
Esse é meu professor de música;
Simplesmente, o meu querido irmão.

Inserida por paulosiuves

Amigo:
Amigo só tem quem tem sorte
Uma pessoa pra você deixar de ser forte
Amigo e um adjetivo
Pra quem sempre vai estar contigo
Confie em quem e seu amigo
Pois quando ele for
Você não terá um objetivo

Inserida por ACRDM

Nao perca um amor, seja ele de amigo, de mãe, de pai, filho, ate mesmo de um homem ou mulher que está ao seu lado, valorize essa pessoa não se desvalorizando, mas todas as vezes que abri a boca que não seja pra aclamar ida da pessoa, antes reflita quantas vezes for necessário, não diga coisas que faz e não faz coisas que não diga.

Inserida por kakatynha

Grande parte de ser um bom amigo é saber quando manter a boca fechada.

Inserida por pensador

O que é ser amigo?

Amigo não te abandona
Não te deixa na mão.
Amigo não te machuca,
Não te faz chorar
Não maltrata, não te deixa na solidão


Sei que falei demais
Abri meu coração
Falei só a verdade.
Falei com emoção.

Não queria te perder
Não queria me afastar de vc
Apenas te dizer
A importância que tens pra mim.
Sua amizade, seu sorriso,
Sua palavra,
Que me faz me sentir assim
Uma pessoa especial.

Inserida por RoseMary

talvez um dos prazeres da vida e ter a si mesmo como amigo

Inserida por soli-

JUDAS se fez de amigo, coitado, ofendido e desprezado. Mas no final JESUS morreu por causa dele !

Moral da historia
As pessoas se fazem de vítima, mas no final são os vilões .

Inserida por DigDudous

Conselho de verdadeiro amigo é um tipo de cinto de segurança que alguns usam e outros ignoram, mas, quando ocorre o imprevisto, passam a dar valor.

Inserida por schineider_chaves

O amigo fiel fala a verdade, não omite fatos e sempre é justo nos mais simples elogios e críticas, enquanto o falso, vai te limitar quando puder e te iludir quando for preciso.

Inserida por schineider_chaves

Sobre o tempo, amigo, ele vai passar. Ah, se vai!

Ops, já passou. E, de novo, passou...

Inserida por brunnorodrigues

Torcer para um lado, enquanto seu amigo torce para o outro, só dá certo se for para tirar água de lençol, na política não dá.

Inserida por BlogOPlebeu

A INSTITUCIONALIZAÇÃO DO PODER

Olá, amigo Leitor e prezados amigos de rede.
Vejamos como se deu a legitimação do poder a partir da idade moderna. Com o fortalecimento das monarquias nacionais, o Estado passou a deter a posse de um território e tornou-se apto para fazer e aplicar as leis, recolher impostos, ter um exército.
Por isso, segundo o filósofo e sociólogo alemão Marx Weber (1864 - 1920 ), o Estado moderno é reconhecido por dois elementos construtivos: a presença do aparato administrativo para prestação de serviços públicos e o monopólio legítimo da força.
Além disso, com a secularização da consciência, o Estado distanciou-se da maneira de pensar medieval, predominantemente religiosa. À tese de que todo poder emana do de Deus, contrapôs-se a teoria da origem social do pacto feito sob o consentimento dos indivíduos.
Com a institucionalização do Estado, o governante não mais se indentifica com poder, mas é apenas o depositário da soberania popular. O poder legítimo é, portanto, um poder de direito, que repousa não mais na violência nem no privilégio de classe, mas no mandato popular.
O súdito transforma-se em cidadão, já que participa ativamente da comunidade cívica.
Sob o impacto do Século das luzes, no século XVIII, expandiu-se a defesa do constitucionalismo, entendido como a teoria e a prática dos limites do poder exercido pelo direito e pelas leis.
Portanto, o poder tornou-se legítimo porque emana do povo e se faz em conformidade com a lei.

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

Ser amigo , não significa concordar com tudo, mas conseguir extrair o que há de mais precioso ,até das pessoas que discordam de nós!

Aceita Jesus amigo...

Quem não suporta a felicidade alheia; precisa com urgência de Jesus, o Salvador.

Pense nisso...
Pr. Valdemar Fontoura

Inserida por ValdemarFontoura

O FIM DO CADÁVER ADIADO.

Olá, amigo Leitor e prezados amigos de rede.
Pode parecer meio estranho o título, no entanto, é uma lamentável realidade.
Sem a loucura, nos disse Fernando Pessoa, o homem não passa de uma besta sadia. Cadáver adiado que procria.
Eu acrescento: sem sentir, sem os altos e baixos, sem o céu e o inferno dos afetos – sem isso, a vida não passa de uma gélida e impiedosa jornada rumo ao cemitério.

Sofrer nos torna frios.
O sofrimento enterra o coração.
Lute, então, para que a cova seja rasa, permitindo sentir a chuva e sorrir.
Muitos usam o sofrimento como lápide de si mesmos.
Afinal, sofrer é inevitável.
No entanto, podemos escolher viver, em vez de perambular pelo mundo como um cadáver adiado.
Acompanhe o raciocínio com Nilo Deyson :
Podemos viver a vida sem vitimização, sem estresse, livres de todo infortúnio do mundo agressor.
Basta sentir tudo isso, sem julgar nada,
Sentir e saber viver essa experiência de modo imparcial e aproveitar cada ciclo da própria existência no universo.
Podemos sentir, e com isso dar sentido àquilo que se vive.

Não seria, aliás, justamente essa a loucura que nos torna humanos?
A loucura essencial de experienciar emoções e sentimentos?
De viver a montanha russa afetiva que faz toda a nossa pretensa racionalidade ganhar sentido?
Que seria de nós, humanidade, sem isso?

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

NEOLIBERALISMO: Solução ou problema ?

Olá, caro amigo leitor e prezados amigos de rede.
Vamos analisar o neoliberalismo, de modo que todos possam entender um pouco do assunto.
Os liberais regozijaram-se com a derrocada do socialismo após a queda do muro de Berlim e contrapuseram ao fracasso da economia planejada do "socialismo real" o pretenso sucesso da economia de mercado.
Bem-vindos ao progresso, à eficácia, à produtividade? O que é, afinal, o "capitalismo real"?
O capitalismo não reflete apenas luzes, mas o lado sombrio é parte integrante da condição de sua expansão, sempre a partir de laços de dependência ao longo de seus percursos:

• a colonização da América do século XVI ao XVIII;

• o imperialismo na África e na Ásia no século XIX;

• a implantação das multinacionais nos países não desenvolvidos no século XX;

• os acordos do Fundo Monetário Internacional (FMI) com os países mais pobres, transformando-os em eternos devedores, descapitalizados para o pagamento dos juros da dívida.

Esses laços de dependência econômica resultaram em recorrente dependência política.
De fato, quando nos referimos aos países mais ricos do mundo, não encontramos sequer uma dezena entre as centenas de nações existentes.
Os países emergentes, como o Brasil, sofrem perversa concentração de renda, apesar da ligeira melhoria dos índices de desenvolvimento social a partir da primeira década do século XXI.
Em decorrência, nas regiões de pobreza, não há como evitar as migrações, a marginalização de jovens e velhos, os surtos inflacionários reprimidos por recessão longa e dolorosa.
Como se vê, o capitalismo é um bom produtor de riqueza, mas um mau distribuidor dela.
Reflita com Nilo Deyson: Se ao criticar o "socialismo real" as nações capitalistas contrapuseram com orgulho a liberdade individual existente no Ocidente, é bom lembrar que se trata de uma liberdade acessível apenas aos beneficiados do sistema.
Ou seja, numa sociedade em que há injusta na repartição de bens, os contratos de trabalho não são tão livres quanto se supõe, e muitos são condenados ao desemprego, analfabetismo ou baixos salários.
Veja com Nilo Deyson, que como contraponto da evolução tecnológica, a destruição do meio ambiente e o desequilíbrio ecológico ameaçam a qualidade de vida no planeta, revelando a lógica da economia capitalista em que o interesse privado geralmente não coincide com o bem coletivo.



Nilo Deyson Monteiro Pessanha

DEVER E LIBERDADE (segundo Nilo Deyson )

Olá, caro amigo Leitor e prezados amigos de rede.
Reflita comigo no texto, e tire suas próprias conclusões, você é livre para ver no seu ângulo, na sua ótica.
O ato moral provoca afeitos não só na pessoa que age, mas naqueles que a cercam e na própria sociedade como um todo.
Portanto, para ser moral, um ato deve ser livre, consciente, intencional, mas também solidário.
O ato moral supõe a solidariedade e a reciprocidade com aqueles com os quais nos comprometemos.
Esse compromisso não é superficial e exterior, mas revela-se como uma "promessa" pela qual nos vinculamos à comunidade.
Dessas características decorre a exigência da responsabilidade.
Responsável é a pessoa consciente e livre que assume a autoria do seu ato, reconhecendo-o como seu e respondendo pelas consequências dele.
Veja com Nilo Deyson, que a responsabilidade cria um dever: o comportamento moral, por ser consciente, livre e responsável, é também obrigatório.
Mas a natureza da obrigatoriedade moral não está na exterioridade; é moral justamente porque o próprio sujeito impõe -se o cumprimento da norma.
Pode parecer paradoxal, mas a obediência à lei livremente escolhida não é a coerção: ao contrário, é liberdade.
Como juiz interno, a consciência moral avalia a situação, consulta as normas estabelecidas, interioriza-se como suas ou não, toma decisões e julga seus próprios atos.
O compromisso humano é a obediência à decisão livremente assumida.
No entanto, o compromisso não exclui a desobediência, o que determina justamente o caráter moral ou imoral do nosso ato: por sermos realmente livres, temos a possibilidade de transgredir a norma, mesmo aquela que nós mesmos escolhemos respeitar.
Vale a reflexão, vale o pensamento livre, contudo, provaca o sujeito à uma análise de tomada de decisão; e revela-se pela mesma tomada, a sua real condição de caráter, compromisso e ética, ou não!

NILO DEYSON MONTEIRO PESSANHA

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