Diversidade
A gente só vai viver melhor, quanto mais tolerante, plural e acessível à diferença e à diversidade a gente for.
Você já parou para pensar nisto ?
O Brasil possui uma imensa diversidade étnica e linguística que está entre as maiores do mundo e é a maior da América do Sul.
Tal diversidade é resultante do intenso processo de miscigenação que foi submetido o território brasileiro, uma mistura de raças e cores, uma mescla do português, do negro e do indígena.
De acordo com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a atual população indígena do Brasil é de aproximadamente 345.000 indivíduos, representando 0,2% da população brasileira, desconsiderando, é claro, aqueles que vivem fora das áreas indígenas que somam cerca de 190 mil.
Esse número só tende a crescer devido à continuidade dos esforços de proteção ao índio brasileiro, queda dos índices de mortalidade, melhoria na prestação de serviços de saúde, e de taxas de natalidade superiores à média nacional.
Atualmente, um dos grandes focos em pauta para o Governo Federal trata-se da questão do índio no Brasil e sua inserção no meio social e cultural em que vive.
Segundo a legislação brasileira, o nativo adquire a plena capacidade civil quando estiver razoavelmente integrado à sociedade. Para que tal aconteça, é necessário que tenha boa compreensão dos usos e costumes da comunhão nacional, conheça a língua portuguesa e tenha a idade mínima de vinte e um anos.
Uma das propostas que tramitam no Congresso objetivando melhor qualidade de vida ao índio trata-se do Projeto de Estatuto das Sociedades Indígenas. O objetivo da proposta é assegurar que a proteção aos índios brasileiros se dê com base no reconhecimento do seu diferencial cultural e não mais na falsa premissa da sua inferioridade. Com isso, além da efetiva garantia dos seus direitos, procura-se permitir que os povos indígenas tenham espaço necessário ao desenvolvimento de seus projetos de futuro.
No entanto, o indígena ainda representa um grupo marginalizado vítima de violências morais e físicas desde a época colonial.
Segundo Guiucci, historiador, a conquista da América se deu em um "espaço geográfico privilegiado da destruição das culturas autóctones e da escravidão dos indígenas, bem como do lucrativo tráfico de negros africanos para as plantações e minas do Novo Mundo". Tendo em vista esse fator histórico, já se encontra enraizado o processo de marginalização, preconceito e subordinação do índio que padece nas mazelas da sociedade.
Um caso de completo descaso encontra-se na região do Mato Grosso do Sul que virou refúgio da bandidagem, terras férteis ao tráfico de drogas e armas. Muitas terras indígenas dessa região estão sendo local de acomodação de fugitivos paraguaios por se tratarem de áreas federais, ou seja, em que só se pode adentrar com autorização da FUNAI e, portanto dificultam averiguação da polícia.
O índio brasileiro é um cidadão que tem anseios, carências e necessidades específicas, que precisam ser atendidas pelo Estado.
Embora concentrada em grande parte na Amazônia, a população indígena brasileira está dispersa em quase todo o território nacional.
Há de se trabalhar em políticas publicas eficientes que atendam essa população que é eminentemente brasileira e encontra-se nessa terra chamada Brasil há muito mais tempo que se imagina.
Só conseguimos atingir a excelência com a prática, nesse mundo de diversidade, esbanje o amor e a sinceridade.
Carregada de vontades e desejos ás vezes questionáveis. Apaixonada pela diversidade e pela liberdade. Totalmente contrária ao meio termo. Com humor oscilante, mantenho-me seguindo mesmo sem saber exatamente a onde quero chegar. Ando sempre sorrindo, mas nem sempre o que falo é brincando. Não gosto de ser testada e começo a repensar sobre as pessoas quando duvidam de mim. A quantidade de amigos que tenho é menor que meu tempo de vida. Tenho aversão ao passado, é como roupa que não me serve mais. Amo os responsáveis pelo meu projeto. Choro com a mesma facilidade que me irrito e fico fora de controle por alguns momentos.
Não, não é um prazer!
A humanidade precisa respeitar a diversidade, aprender a conviver e interagir como gente, não ofender ou agredir quem pensa diferente.
Minhas frases perderiam a riqueza da diversidade de sentimentos, emoções e acontecimentos se eu fosse exclusivamente a fonte.
O universo é tão infinito em sua diversidade que se mostra extremamente simplório limitá-lo aos referenciais conhecidos, ou restringi-lo ao palpável e visível como se tudo o que se afasta disso fosse irreal. Diante do muito que não se sabe, o inexplorado pode ser no máximo improvável, ou seja: do que ainda não se tem as provas, o que não é o mesmo que “inexistente”. Em se tratando do incerto e do inusitado a dúvida será sempre a única opção inteligente. Reduzir-se toda a existência à microscópica dimensão cognitiva de nossa ciência não revela apenas excesso de pretensão: passa atestado de ignorância travestida de sapiência.
"Ao abraçarmos a diversidade, enxergamos a verdadeira beleza da vida em todas as suas cores, formas e experiências."
"O Brasil possui uma diversidade de pessoas em diferentes estágios da vida, cada uma vivendo suas próprias realidades e buscando o seu próprio caminho."
A unidade acontece mesmo no meio da diversidade. Podemos ter unidade mesmo pensando diferentemente. Os estilos precisam cooperar para o bem do casamento. A unidade é um ponto precioso para a relação a dois. A unidade é a diversidade transformada em harmonia.
O mundo em diversidade o maior pisa no pequeno simplesmente por se encontrar em privilégios, cadê o x na questão somos filhos de Deus, acredita não a filhos de Deus neste status.
O belo enfatiza a diferença, a aparência com a diversidade de talentos e habilidades complexas, de fato, fundamentais, pois, se todos fossem iguais, imaginem só, seria chato demais!
Toda pluralidade traz uma diversidade de pensamentos. A solidariedade social começa pelo respeito ao próximo.
Os dons são distribuídos pelo Espírito Santo para conduzir almas à diversidade nos serviços e nas realizações em famílias, cujos propósitos são para promover o seu crescimento numérico e qualitativo e nunca para prejudicar ou barrar o desempenho, as obras e os alvos da igreja.
" A diversidade benéfica e salutar da VIDA é que somos terminantemente diferentes!
Você pensa de um jeito e Eu de outro."
