Ditado Tibetano
IGNORÂNCIA
Segundo um ditado americano, a ignorância é um êxtase. No final das contas quem a detém não sofre, pelo fato de não saber nada. A polêmica oriunda de um tema feito este, é tão intenso e profundo, quanto o poderio reflexivo na afirmação supracitado.
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Segundo o ditado popular, é melhor um pássaro na mão do que dois voando. A recíproca não é verdadeira. Certa vez, um dito cujo segurou com tanta força o pobre do passarinho, que acabou o esmagando através da pressão exercida pelas aguerridas mãos.
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Conhecem o ditado que diz que o pior cego é aquele que não quer ver?
Realmente é verdade...
Quantas vezes insistimos em não ver, seja por medo, seja por interesse.
Qualquer que seja a razão devemos estar atentos para que os olhos vendados não prejudiquem outras pessoas.
E aí tem aquele ditado que diz. "não faça ao outro aquilo que não queres que façam contigo".
Se seguissem a risca hein?
O mundo seria tão bom.
Ditado milenar customizado ou personalizado ou ainda adaptado para:
Os pragmáticos - pensar é com a cabeça e não fígado.
Agora, para os românticos – pensar é com o coração, cabeça e fígado depois.
Portanto, cada um com a sua melhor versão.
Há um ditado das vovós que diz: quem gosta de passado é museu. Acho que o ditado virou 'fake', pois o passado nunca esteve tão presente e necessário, como um amortecedor para o nosso hoje. Motivado, fui até 1979 e lembrei-me de Belchior na música 'Medo de Avião', com letra doce, singela e adolescente, assim: '... foi por medo de avião que segurei pela primeira vez a sua mão... não fico mais nervoso... agora ficou fácil, todo mundo compreende, aquele toque Beatle – I wanna hold your hand'. Viva o passado!
Há um ditado ou adágio popular que diz: “Cada maluco com as suas manias”. O problema é quando o maluco de plantão acha legal te jogar num precipício e, pior, com um bando de outros malucos seguidores batendo palmas.
Cuidado com o ditado; que não arrisca, não petisca, nem tudo ocorre a luz do sol, O peixe morre por ver isca e não ver anzol.
Ser professor é ser colecionador de palavras, é aprender com o novo e atualizar o velho ditado do ensino que apenas deposita ao aluno.
Quando lemos os Evangelhos descobrimos que na vida e no ministério de Jesus, nunca caberia o ditado popular: “diga-me com quem tu andas, que direi quem tu és”. Jesus, tranquilamente e conscientemente andou com aqueles que os religiosos jamais andarão!
“E disseram um ao outro: Eis lá vem o sonhador...” (Gênesis 37.19).
É verdade o ditado popular que diz que “sonhar não custa nada”; porém, para concretizar um sonho tem um preço, e muitas vezes este preço é alto.
Nunca validei esse Ditado;
Quem tem dois tem um,
Quem tem um tem nada.
Minha mãe é única,tenho Tudo!
Em um mundo complicado use um ditado: Só é bem-amado quem for conquistado pelo seu estado de humildade e um coração educado.
”O mundo verá o futuro trágico daqueles que usam o poder para impor a tirania. O fim desses ditadores será igual ou ainda pior do que o dos tiranos do passado. Nós viveremos, e nossos olhos testemunharão o fim dos algozes.”
Cuidado com o que semeias !
Tem um ditado bem conhecido que diz:
“Colhemos o que plantamos”. Isso pode ser entendido tanto para o bem, quanto para o mal, mas geralmente ele aparece como um aviso, como quem diz:
“Cuidado com o que está fazendo hoje, que amanhã os frutos não serão bons”.
E o próprio Jesus já dizia com autoridade que espantava:
“toda árvore boa dá bons frutos, mas a árvore má dá frutos ruins. Uma árvore boa não pode dar frutos ruins, nem uma árvore má dar bons frutos”.
Nesse sentido, diria que o ditado está bem próximo dessa verdade bíblica.
by edite lima / jovens de maria
O ditado é certo quem tem fome tem pressa, entretanto poucos se interessa em socorrer os que tem pressa!
Tem um ditado que diz, “Viva um dia de cada vez” e isso me remete a pensar que sim, posso pensar assim, mas não posso apenas engessar meu pensamento nesse sentido. É preciso planejar dias melhores, então por isso, vivo um dia de cada vez, mas me organizo, planejo dias melhores, para que não me submeta a deixar a vida me conduzir sem direção, onde deixo a vida me levar, vida leva eu.
CENA COMOVENTE,
No livro PAULO E ESTÊVÃO,
ditado por Emmanuel ao médium FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER uma das mais belas e comoventes obras do Cristianismo redivivo há um dos momentos mais tristes e profundamente humanos de toda a narrativa espiritual: o instante em que Saulo de Tarso, ainda o perseguidor implacável dos seguidores de Jesus, reconhece, tarde demais, a verdadeira identidade de Estêvão, o mártir que ele ajudara a condenar à morte por apedrejamento.
O episódio se desenrola assim:
Antes de sua conversão, Saulo é um fariseu de inteligência brilhante e ardor religioso. Convencido de que defende a pureza da Lei de Moisés, ele dedica-se com fanatismo à perseguição dos primeiros cristãos. Um desses cristãos é Estêvão, cujo nome hebraico verdadeiro é Gésiel, irmão de Abigail, a mulher pura e doce que mais tarde se tornaria o grande amor espiritual de Saulo.
Quando Gésiel agora conhecido entre os discípulos como Estêvão é levado diante do Sinédrio, ele faz um discurso ardoroso e luminoso, defendendo a causa do Cristo com serenidade e coragem. Suas palavras tocam as fibras mais profundas da alma humana, mas inflamam os corações endurecidos dos doutores da lei. Saulo, ainda cego pela própria vaidade intelectual, é um dos que mais se revoltam contra a ousadia daquele pregador humilde.
No momento do apedrejamento, Estêvão, já ferido e quase sem forças, eleva os olhos ao céu e pronuncia, com a mesma ternura de Jesus:
“Senhor, não lhes imputes este pecado...”.
Entre os algozes, está o jovem doutor de Tarso, com o olhar frio e convicto de que cumpre a justiça divina.
Tempos depois, já transformado pela visão de Jesus às portas de Damasco, quando o orgulho cede lugar à humildade e o ódio à fé, Saulo agora Paulo de Tarso descobre que o mártir a quem ajudara a matar era ninguém menos que o irmão da mulher que ele tanto amara e perdera, Abigail.
A revelação se dá de modo devastador: Paulo, ao recordar as palavras de Estêvão e compará-las com as de Abigail, sente o coração despedaçado. O amor puro que o ligara àquela jovem e a lembrança do homem justo a quem ele condenara unem-se em sua consciência como uma chaga moral ardente. Emmanuel descreve o momento com emoção contida: é o instante em que o antigo perseguidor reconhece que havia destruído não apenas um discípulo do Cristo, mas o irmão de sua amada aquele que seria, mais tarde, seu protetor espiritual nas lutas apostólicas.
Estêvão, o mesmo Gésiel, torna-se então o guia invisível de Paulo, amparando-o nos sofrimentos e testemunhos que o esperavam. A dor do passado transforma-se em força redentora. O ódio que Saulo semeou renasce em amor e renúncia, marcando o início de uma das trajetórias mais sublimes da história cristã.
Esse episódio é o ponto de inflexão da obra a convergência da tragédia humana e da misericórdia divina. O reconhecimento de Gésiel como Estêvão é o golpe derradeiro no orgulho do antigo fariseu e o portal luminoso de sua conversão definitiva.
“Cada lágrima derramada por Saulo naquela hora era como um diamante que lapidava a sua alma para o serviço de Jesus.” — (Paulo e Estêvão, Emmanuel)
