Ditado popular sobre conselhos
Sou filho da cultura popular da Bahia e da cultura francesa. Esta é uma das minhas misturas.
A música popular brasileira ainda representa uma das grandes forças culturais do país, mas as coisas estão tão feias hoje em dia… O Brasil parece que não pode ser salvo.
Eu poderia cantar a música mais clássica da minha vida
Mas escolhi cantar a civilidade popular mesmo desconhecida;
A educação popular é um instrumento de luta para estabelecer uma nova relação hegemônica a fim de constituir um novo direcionamento à classe trabalhadora. Portanto na educação popular está a necessidade de sua elevação cultural.
Estamos vivendo uma época em que cada popular com um celular na mão se acha um herói, um verdadeiro guerreiro da honra e da justiça pelo povo. Mas, quando lutamos por algo que causa o mal, na verdade somos os verdadeiros vilões.
Lembrando a sabedoria popular: amarrar um feixe de lenha com muita pressa vai deixar escapar muitas varas, e a fogueira xoxa e efêmera.
O nível de maturidade das pessoas no mundo desceu, porque tudo o que é fácil é popular ou sem nenhum valor.
Viver no temor de Deus não é muito popular para os santos, mas para o mundo pesa a nossa responsabilidade.
Fale a linguagem popular para que os beneficiados por suas idéias sejam justamente os mais necessitados.
“A suposição popular de que ‘o bom remédio tem de ser amargo’ e de que ‘para um tratamento ser eficiente tem que ser doloroso ou complicado’ cai perante o Reiki. A simplicidade do Reiki quebra essa tradição.”
O provérbio "as paredes têm ouvidos " não é mera criação popular, as paredes ouvem, extraem e armazenam as energias das palavras, pensamentos e atitudes de seus moradores.
A ampla opinião popular e a imprensa livre com responsabilidades mas sem cortes e censuras são os magnos pilares das garantias constitucionais da democracia e da verdadeira liberdade.
A insatisfação popular imatura contra a ética e a moral de um governo corrupto as portas de uma crise econômica financeira interna inevitável acompanhada da queda da produção e dos altos índices de desemprego são combustíveis fáceis e certos inflamáveis de rápido incendiamento para as badernas, as manifestações populares violentas, as depredações manipuladas por correntes políticas internacionais minoritárias anti democráticas, interessadas na perda da liberdade e da nacional soberania.
Deveria haver um esforço nacional criando-se um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que vedasse o candidato eleito pelo povo a ocupar cargos no Executivo e Judiciário,para que os eleitos cumpram o mandato exatamente para que foram eleitos e acabar com a farra de ao serem eleitos ocuparem cargos comumente no Executivo municipal,estadual e federal,deprimente eleger um cidadão que faz campanha para senador,deputado e vereador após os elegermos assumirem cargos no executivo e os eleitores simplesmente ficarem com cara de tacho!!!Sem contar o que está por trás de um candidato eleito assumir um cargo para abrir vaga ao seu suplente.É o conceito propriamente dito fraude eleitoral!!!Podemos no mínimo exigir um compromisso moral registrado em cartório do candidato a se comprometer a cumprir o mandato ao qual pretende ser eleito..pelo menos ficará clara sua falta de caráter e compromisso com o eleitor e sua desonestidade em ser eleito para entrar no mundo da falcatrua...
(Mário Luíz)
Morre-se de tudo e de qualquer coisa. Para morrer, aliás, basta estar vivo – assegura o dito popular. Mas a gente vai vivendo, vai insistindo em, apesar de tantos perigos, porque a vida vale muito a pena ser vivida.
Viver é o verbo mais gostoso de conjugar. Mais que verbo, é uma experiência. Mais que experiência, é uma aventura. Mais que aventura, é um milagre. Enfim, é uma arte – mistura de dom com (boa) vontade.
Porque a vida nos dá a oportunidade de fazermos coisas e, assim, de fazermos a nós mesmos. Mais e sempre, até o momento derradeiro... quando, normalmente, já deu tempo de fazermos uma porção de coisas – mais boas que más, de preferência, de sorte que a morte pode chegar, na surdina, e levar o que temos de mais precioso: a vida.
Quanta ilusão! A morte, na verdade, só abate uma parte ou uma terça parte de nós, porque, durante seu curso, a vida teve tempo de sobra para ramificar, de modo que, ao final, ficam os ramos que espalhamos por aí, contra os quais a morte não pode nada. Ramos de amizade, saudade, amor, hereditariedade, boa ação, bondade, alegria e família, contra os quais – repito – a morte pode muito pouco.
