Ditado popular sobre conselhos
Muitos tratam o anarquismo como sinônimo de caos. No imaginário popular, a ausência de um Estado significaria que as pessoas passariam a atacar umas às outras e que massacres se tornariam inevitáveis.
No entanto, historicamente, regimes autoritários foram responsáveis por massacres em larga escala. A própria democracia, embora baseada na vontade da maioria, também pode gerar divisões constantes, levando milhões de pessoas que representam uma minoria a viver sob decisões com as quais não concordam, sendo obrigadas a obedecer e a contribuir financeiramente para sustentá-las.
As democracias podem alimentar ressentimentos e conflitos entre pessoas que, apesar de suas divergências, compartilham a mesma sociedade. Em determinadas circunstâncias, essas tensões podem resultar em violência e, nos casos extremos, até em guerras civis. Afinal, o conflito entre semelhantes parece ser uma característica inerente à convivência humana, independentemente do sistema político adotado.
Além disso, as pessoas são capazes de praticar a caridade e ajudar umas às outras sem a necessidade de um Estado. Este, por sua vez, recorre à coerção para arrecadar recursos e financiar políticas cujos custos e cuja legitimidade podem ser questionados. Em nome da assistência aos necessitados, por exemplo, arrecada-se dinheiro que também pode ser destinado a guerras, armamentos e projetos motivados por paranoias relacionadas à segurança nacional.
Não raramente, o Estado ainda envia pessoas que nunca se conheceram e que não possuem necessariamente qualquer desavença pessoal entre si para matar umas às outras em conflitos motivados por interesses políticos que pouco ou nada têm a ver com suas necessidades e seus interesses diretos.
10 de julho de 2024
"Sonhei com o Elon Musk, sim. Ele mesmo! O cara mais popular da atualidade!! Ele tinha vindo me visitar, era como se fosse um grande amigo meu, ele conversava e trocava idéias, em certo momento, ele estava em pé na porta e vestia uma camisa social, uma calça jeans meio desbotada e tinha os cabelos loiros, lisos e nos ombros. Depois eu já estava atrás da casa, sentada com ele das 6 da tarde, até às 12 horas da madrugada e estava com muita fome, mas não conseguia levantar, estava ouvindo ele falar, em certo momento, olhei o chão e vi a sombra de duas máscaras de fantasia douradas, uma beijou a outra, em seguida vi no mesmo lugar, no chão, uma coruja dourada, muito bonita, só a imagem, como se ela tivesse de alguma forma, sendo mostrada através de um data show no chão do meu quintal. Mostrei pra ele e ele ficou com uma cara de que estava muito confuso, enquanto isso, estava muito escuro e eu tinha medo do escuro, virei a minha cadeira e depois disse que iria colocar a minha janta, e perguntei se ele também queria, ele se recusou, por sentir vergonha de aceitar a comida, mesmo assim eu entrei, mas antes de começar a colocar a comida dele, ao entrar na porta da cozinha, vi uma menina de mais ou menos uns 2 anos, saindo de dentro do mato toda suja e eu não a conhecia, peguei o prato e havia muita carne dentro da panela e parecia deliciosa, com muita gordura envolta. Eu peguei o prato e comecei a colocar a comida do Elon Musk, depois colocaria a minha, enquanto ele estava no quintal sentado no escuro e me esperando para voltar a conversar"
"Seja sempre você mesma, mas nunca o mesmo. Uma reflexão popular criada sobre crescimento e reinvenção constante, que te permite mudar de opinião mais sempre manter a essência."
—By Coelhinha
Qualquer Deslize estando sob o escrutínio popular é muito perigoso, não porque o povo em sua maioria se considere infalível, mas por quase sempre não admitir a livre concorrência.
Vivemos um tempo bastante curioso — e, de certo modo, muito contraditório.
Nunca se falou tanto em liberdade de expressão, e, ao mesmo tempo, nunca se viu tanta vigilância sobre o que é dito, pensado ou sentido.
A praça pública deixou de ser um espaço de encontro para se tornar um tribunal permanente, onde cada palavra pode ser retirada de contexto, amplificada e transformada em sentença.
O problema não está apenas no erro — errar é inerente à condição humana —, mas na forma como lidamos com ele.
Há uma espécie de monopólio moral em disputa, como se apenas alguns poucos estivessem autorizados a falhar, rever, aprender e seguir adiante.
Aos demais, resta apenas a condenação imediata, quase sempre desproporcional, quase nunca reflexiva.
Talvez o que mais assuste não seja a crítica em si, que é necessária e saudável, mas a ausência de espaço para o contraditório honesto.
Não se trata mais de dialogar, mas de vencer; não de compreender, mas de expor; não de construir, mas de demolir.
A intolerância moderna não grita — ela aponta, rotula e descarta.
E assim, pouco a pouco, vamos nos tornando mais cautelosos, menos autênticos, mais silenciosos…
Não por falta de ideias, mas por medo das consequências.
O pensamento deixa de ser livre não quando é proibido, mas quando se torna perigoso demais exercê-lo.
Talvez seja hora de reaprender algo simples e profundamente humano: ninguém é definitivo.
Somos todos versões em construção, sujeitos a revisões, quedas e recomeços.
Admitir isso não nos torna frágeis — nos torna possíveis.
Porque, no fim das contas, uma sociedade que não tolera o erro também não sabe reconhecer o acerto.
E sem essa medida, tudo se perde: o senso, o equilíbrio e, sobretudo, a própria humanidade.
Não precisa ser bonita, nem ter corpo de modelo, nem ser popular, não precisa ser rica, nem chamar tanta atenção.. Apenas tem que ser você mesma.. Não tenho preferencias, nem mesmo um modelo de pessoa que quero para mim, eu apenas procuro alguém que seja humilde e simples, que goste de estar comigo, que goste de coisas românticas, que me tire sorrisos bobos por seu jeito de ser, que goste de ser surpreendida, de receber ligações inesperadas no meio da noite.. Enfim, procuro alguém que REALMENTE me ame e queira estar comigo.. Alguém?
"Posso não ser o mais popular, o mais divertido, mais uma coisa eu posso lhe afirmar, sou aquele que vai te abraçar, te fazer sorrir quando a tristeza insistir em bater, sou aquele que diante de Deus vai te levar onde somente você vai estar: dentro do meu coração e diante de uma altar"
29/08/12.
Voto nulo não é campanha eleitoral, é manifestação popular contra a corrupção e a politicagem onde temos poder nas urnas.
.. Não darei motivos pra essa tal de solidão querer se aproximar,
nunca fui a garota popular e "disputada", mas eu tenho bons amigos. Então que venham as alegrias constantes, porque a felicidade plena é só ilusão e de ilusão eu já vivi. Não mais..
Voto nulo é muito mais que cancelar eleição é rejeição, pressão popular para mudanças sérias e não apenas troca de candidatos
Não faço a minima questão de ser a mais popular, a mais desejada, ou a mais linda, só quero ter amigos verdadeiros.
Analisando a história dos projetos de iniciativa popular, convertidos em lei, fica impossível refutar seu caráter de "instituto decorativo", abordado pelo professor Manoel Gonçalves Ferreira Filho. Primeiramente, pode-se dizer isso em face do número de leis oriundas da iniciativa popular: a maioria dos estudiosos fala em quatro leis. No entanto, em uma análise mais pormenorizada, percebemos que, de fato, apenas duas leis vigentes tiveram seu processo legislativo deflagrado nestes moldes: a Lei 11.124/2005 (lei que criou o fundo nacional para moradia popular) e a Lei Complementar 135/2010 (lei da ficha limpa). As outras duas leis consideradas como fruto da iniciativa popular (Lei 8.930/94, conhecida como Projeto Glória Perez; e Lei 9.840/99, conhecida como lei da captação de sufrágio) tiveram cogitação popular e recolhimento de assinaturas, porém, em ambos os casos, o legitimado para dar início ao processo legislativo não foi, efetivamente, a iniciativa popular, mas sim, respectivamente, o Presidente da República e um grupo de Deputados Federais.
Assim, percebe-se, claramente, que a experiência brasileira é pífia. Outro problema deste instituto é a possibilidade de emendas ao projeto inicial, por autoria de parlamentares, sem um mecanismo de controle popular posterior. Deste modo, por meio de emendas, não é raro vermos desnaturação do projeto inicial. Outro debate, talvez mais polêmico, é o que trata da possibilidade de emendas à Constituição por iniciativa popular. Numa análise literal, refuta-se esta possibilidade mediante a leitura do art. 60, da CF. Todavia, por uma análise ampliativa dos princípios fundamentais abrangidos constitucionalmente, pode-se aceitar esta tese. Partindo desta análise sistemática, José Afonso da Silva representa a gama de autores que entende ser possível que o processo legislativo de emenda constitucional seja deflagrado pela iniciativa popular.
Por tudo isso, não podemos aceitar discursos que elogiam nosso sistema democrático a partir de uma visão míope e estática do parágrafo único do art. 1° e do parágrafo 2° do art. 61, ambos da Constituição da República. Os avanços se fazem necessários, principalmente, no campo da elaboração de mecanismos e institutos que regulem melhor esta hipótese de iniciativa, impedindo a desvirtuação descontrolada dos projetos iniciais e permitindo uma maior clarificação dos contornos e limites deste instituto basilar de nosso sistema.
Não subestime a si mesmo só porque não é a pessoa mais popular, ou porque não se sente apoiado por muitas pessoas.
Se você acredita em você, isso basta.
Eu estava aqui pensando naquele dito popular: "O que é bonito é pra se mostrar!" Será que é por isso que minha mãe não deixa eu sair de casa?
Existe esse dito popular "Manda quem pode, obedece quem tem juízo" pra mim soa autoritário de um lado e humilhante para outro, pois nesse "mandar" e "obedecer" existem pessoas que impõem e esquecem o respeito, esse tipo de pessoa que acha que é um ser mais inteligente ou racional tem que se lembrar de quando Deus quis usou até mesmo uma mula. Esquecer todo seu orgulho não faz de alguém uma pessoa menor, pelo contrário, a torna gigante.
O Natal é uma festa muito popular comemorativa, que para os cristãos se comemora no dia 25 de dezembro o nascimento de do menino Jesus, que na língua hebraica é yaohushua.
FELIZ NATAL
