Ditado popular sobre conselhos

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"Não me apaixono pelo mais bonito, pelo mais saudável, mais popular, mais amável. Nada que é perfeito ou fácil ou possível. É sempre pelo mais confuso, mais curioso, (in)diferente, complicado, distante. Sempre pelas impossibilidades que tornam alguém tão atraente aos meus olhos."

E o homem tem se preocupado em ser rico, ser inteligente, ser bonito, ser popular, que esqueceu de ser humano.

Sabe o unico problema em iniciar uma revoluçao popular no brasil, é que uma menoria irá participar, a "justiça" do brasil é "contra" minorias e nossa "policia", avança pra ferir e não para deter! Amo o meu pais, nossas maravilhas naturais são tantas e de tanta beleza que não preciso buscar isto em outros países, mas com tristeza tenho que afirmar, vivemos no pais da corrupção e da injustiça, e a paz que temos ao ver de outros paizes É medo! Paz sem vóz é isto, e aqui se tentamos ter voz, somos agredidos! nossa sociedade esta alienada e acreditando na fantazia da mídia. Será que não percebem que é apenas isto que vão possuir a vida toda se depender do "sistema"? Sua televisão, sua casa de aluguel e seu mizero salario publico. Sendo privados de quase tudo que gostariam de fazer e hipocritamente mascarando seu desejos verdadeiros?
Cidadõess Hipocritas!! Politicos Ditadores e uma Sociedade Reprimida! já vi isto antes.. a Bomba esta explodindo e você ai acreditando na verção do telejornal!

Um bom ouvinte não só é popular em qualquer lugar, mas também fica sabendo das coisas depois de algum tempo

⁠“O amor é um sentimento extremamente popular, que está entranhado no nosso coração”
16/11/2020

Dia de demostrar gentileza é todo dia... É uma missão diária. Já dizia o provérbio popular gentileza gera gentileza.

Àh, e a vida surpreende!...

Rosely Meirelles🍃

No Fundamental I era simples: quem corria mais rápido era o mais popular. Mas agora, todas as regras mudaram. Agora tudo é sobre se você tem um cabelo legal ou não e quantos seguidores você tem nas redes sociais.

O invejoso morre de inveja.


Sabedoria popular

Como diz o provérbio popular: " Quer conhecer alguém, dê poder a ela!". Da mesma forma, se quiser verdadeiramente, dê poder a si mesmo!

O Final Feliz que a Vida Reserva
A sabedoria popular nos ensina que "o melhor sempre fica para o final". Se esta máxima for verdadeira, então temos uma promessa brilhante pairando no ar: que Dezembro seja o nosso grande final feliz!
Dezembro não é apenas o último mês do calendário; é um portal, um momento de pausa reflexiva. É a oportunidade de revisitar o caminho percorrido, celebrar as vitórias (pequenas e grandes), e aprender com os tropeços que nos tornaram mais fortes. É o mês de fechar ciclos com gratidão e abrir o coração para a mágica da renovação. Que neste último capítulo, possamos redobrar a fé, a alegria e a gentileza. Que cada dia de Dezembro nos traga a certeza de que a felicidade não é uma meta distante, mas a escolha de apreciar o presente com esperança.
Que o seu Dezembro seja, de fato, um final de ano em chave de ouro, transbordando paz, sucesso e momentos inesquecíveis.

Um adágio popular diz: ‘A mulher enganou até o diabo.’ Um provérbio ultramoderno que eu criei diz: ‘Foto de rede social engana todo mundo, inclusive o Satanás!

10 de julho de 2024




"Sonhei com o Elon Musk, sim. Ele mesmo! O cara mais popular da atualidade!! Ele tinha vindo me visitar, era como se fosse um grande amigo meu, ele conversava e trocava idéias, em certo momento, ele estava em pé na porta e vestia uma camisa social, uma calça jeans meio desbotada e tinha os cabelos loiros, lisos e nos ombros. Depois eu já estava atrás da casa, sentada com ele das 6 da tarde, até às 12 horas da madrugada e estava com muita fome, mas não conseguia levantar, estava ouvindo ele falar, em certo momento, olhei o chão e vi a sombra de duas máscaras de fantasia douradas, uma beijou a outra, em seguida vi no mesmo lugar, no chão, uma coruja dourada, muito bonita, só a imagem, como se ela tivesse de alguma forma, sendo mostrada através de um data show no chão do meu quintal. Mostrei pra ele e ele ficou com uma cara de que estava muito confuso, enquanto isso, estava muito escuro e eu tinha medo do escuro, virei a minha cadeira e depois disse que iria colocar a minha janta, e perguntei se ele também queria, ele se recusou, por sentir vergonha de aceitar a comida, mesmo assim eu entrei, mas antes de começar a colocar a comida dele, ao entrar na porta da cozinha, vi uma menina de mais ou menos uns 2 anos, saindo de dentro do mato toda suja e eu não a conhecia, peguei o prato e havia muita carne dentro da panela e parecia deliciosa, com muita gordura envolta. Eu peguei o prato e comecei a colocar a comida do Elon Musk, depois colocaria a minha, enquanto ele estava no quintal sentado no escuro e me esperando para voltar a conversar"

Só existe gente popular nas redes sociais porque os nerds as criaram.

A verdade bíblica não é democrática;
ela não depende de votos, aprovação popular ou likes para continuar sendo verdade.

0561 "Ditadura se autodenominar 'República Popular' é desaforo, é provocação e pode ser piada de péssimo gosto."

A nossa cultura popular é a fonte mais pura de nossa verdadeira identidade brasileira.

⁠Qualquer Deslize estando sob o escrutínio popular é muito perigoso, não porque o povo em sua maioria se considere infalível, mas por quase sempre não admitir a livre concorrência.


Vivemos um tempo bastante curioso — e, de certo modo, muito contraditório.


Nunca se falou tanto em liberdade de expressão, e, ao mesmo tempo, nunca se viu tanta vigilância sobre o que é dito, pensado ou sentido.


A praça pública deixou de ser um espaço de encontro para se tornar um tribunal permanente, onde cada palavra pode ser retirada de contexto, amplificada e transformada em sentença.


O problema não está apenas no erro — errar é inerente à condição humana —, mas na forma como lidamos com ele.


Há uma espécie de monopólio moral em disputa, como se apenas alguns poucos estivessem autorizados a falhar, rever, aprender e seguir adiante.


Aos demais, resta apenas a condenação imediata, quase sempre desproporcional, quase nunca reflexiva.


Talvez o que mais assuste não seja a crítica em si, que é necessária e saudável, mas a ausência de espaço para o contraditório honesto.


Não se trata mais de dialogar, mas de vencer; não de compreender, mas de expor; não de construir, mas de demolir.


A intolerância moderna não grita — ela aponta, rotula e descarta.


E assim, pouco a pouco, vamos nos tornando mais cautelosos, menos autênticos, mais silenciosos…


Não por falta de ideias, mas por medo das consequências.


O pensamento deixa de ser livre não quando é proibido, mas quando se torna perigoso demais exercê-lo.


Talvez seja hora de reaprender algo simples e profundamente humano: ninguém é definitivo.


Somos todos versões em construção, sujeitos a revisões, quedas e recomeços.


Admitir isso não nos torna frágeis — nos torna possíveis.


Porque, no fim das contas, uma sociedade que não tolera o erro também não sabe reconhecer o acerto.


E sem essa medida, tudo se perde: o senso, o equilíbrio e, sobretudo, a própria humanidade.

Toda e qualquer manifestação popular é forte indício de enfraquecimento de uma democracia.

O trono e o altar são as duas lâminas da mesma tesoura que apara as asas da liberdade popular: um governa pela espada, o outro pela culpa, e ambos prosperam sobre a ignorância das massas.

TEMPERANÇA ANTES DA AÇÃO.
A advertência consagrada no brocardo popular "melhor precaver do que remediar" encerra uma densidade ética e psicológica de elevada magnitude, cuja negligência tem sido causa de incontáveis desarmonias no comportamento humano. O ser, frequentemente distraído em suas impulsões instintivas, ignora essa máxima prudencial, entregando-se à vertigem das reações imediatas, sem o crivo do discernimento.
A precipitação, nesse contexto, emerge como um fenômeno psíquico complexo, vinculado a mecanismos de autodefesa que, embora pretendam resguardar o indivíduo, acabam por engendrar consequências aflitivas. Tais reações irrefletidas não apenas comprometem o equilíbrio interior, mas também instauram conflitos que se projetam no tempo, ora de forma imediata, ora de modo tardio, invariavelmente com matizes perturbadores.
De fato, a precipitação constitui conselheira infeliz em quaisquer circunstâncias. A razão, faculdade superior do Espírito, deve assumir a primazia na condução das atitudes, organizando o campo das decisões mediante critérios lúcidos e ponderados. É por meio desse atributo que o ser estrutura comportamentos coerentes com as leis morais que regem a existência.
Todavia, dominados pelas paixões primárias, muitos indivíduos passam a perceber o outro sob lentes distorcidas pela suspeita e pela agressividade. Antecipam o mal, presumem intenções negativas e negam ao semelhante a oportunidade de revelar sua verdadeira natureza. Tal postura evidencia não apenas insegurança, mas profunda desarmonia interior.
Imersos em ambientes marcados pela violência difusa, tornam-se vítimas e agentes de sentimentos sombrios, interpretando a realidade conforme o estado emocional em que se encontram. Reagem quando poderiam dialogar, conflitam quando poderiam harmonizar-se. Posteriormente, diante dos efeitos danosos de suas atitudes, lamentam a imprudência que poderiam ter evitado.
Entretanto, todo aquele que pensa possui um acervo valioso de recursos racionais. Esse patrimônio íntimo, quando bem utilizado, permite ao indivíduo antever consequências, ponderar alternativas e agir com equilíbrio. Trata-se de instrumental precioso contra a impulsividade.
A exemplificação evangélica oferece elucidações notáveis. Maria de Magdala, outrora equivocada, ao refletir sobre o chamado do Cristo, agiu com prudência e transformou-se em paradigma de renovação moral. Judas, apesar da convivência direta com o Mestre, sucumbiu à precipitação e mergulhou em abismo de desespero. Joana, esposa de Cusa, orientada com sabedoria, soube aguardar o tempo oportuno, demonstrando elevada compreensão espiritual. Pedro, em momento decisivo, deixou-se dominar pelo medo e negou o Mestre, evidenciando a fragilidade humana diante da impulsividade. João, por sua vez, guiado pela lucidez e pela afeição, manteve-se firme até o fim, revelando a força da temperança aliada ao amor consciente.
A temperança, portanto, não é condição inata, mas conquista laboriosa. Resulta do esforço contínuo de disciplinar tendências inferiores e de assimilar valores morais elevados. O indivíduo temperante não se acovarda nem se precipita, pois reconhece os próprios recursos e confia na ação do tempo como elemento organizador das experiências.
A paciência, nesse sentido, constitui ferramenta essencial. Não se trata de inércia, mas de confiança ativa nas leis que regem a vida. A temperança apoia-se nessa virtude para conduzir o ser à vitória sobre si mesmo, que é a mais significativa das conquistas.
Fundamentada na fé lúcida em Deus, a temperança harmoniza-se com as leis universais, que são perfeitas e imutáveis. Entre elas, a lei de amor destaca-se como princípio gerador e sustentador de todas as demais, orientando o progresso moral e espiritual da humanidade.
Assim, esperar e confiar sem aflição, mantendo o domínio interior antes de agir, constitui diretriz segura para a construção de uma existência equilibrada e consciente.
"MORAL DO ASSUNTO"
A ação destituída de reflexão conduz ao arrependimento, enquanto a temperança, sustentada pela razão e pela fé, edifica decisões justas e preserva a harmonia do Espírito.
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