Ditado popular sobre conselhos
"Não me apaixono pelo mais bonito, pelo mais saudável, mais popular, mais amável. Nada que é perfeito ou fácil ou possível. É sempre pelo mais confuso, mais curioso, (in)diferente, complicado, distante. Sempre pelas impossibilidades que tornam alguém tão atraente aos meus olhos."
E o homem tem se preocupado em ser rico, ser inteligente, ser bonito, ser popular, que esqueceu de ser humano.
Sabe o unico problema em iniciar uma revoluçao popular no brasil, é que uma menoria irá participar, a "justiça" do brasil é "contra" minorias e nossa "policia", avança pra ferir e não para deter! Amo o meu pais, nossas maravilhas naturais são tantas e de tanta beleza que não preciso buscar isto em outros países, mas com tristeza tenho que afirmar, vivemos no pais da corrupção e da injustiça, e a paz que temos ao ver de outros paizes É medo! Paz sem vóz é isto, e aqui se tentamos ter voz, somos agredidos! nossa sociedade esta alienada e acreditando na fantazia da mídia. Será que não percebem que é apenas isto que vão possuir a vida toda se depender do "sistema"? Sua televisão, sua casa de aluguel e seu mizero salario publico. Sendo privados de quase tudo que gostariam de fazer e hipocritamente mascarando seu desejos verdadeiros?
Cidadõess Hipocritas!! Politicos Ditadores e uma Sociedade Reprimida! já vi isto antes.. a Bomba esta explodindo e você ai acreditando na verção do telejornal!
Um bom ouvinte não só é popular em qualquer lugar, mas também fica sabendo das coisas depois de algum tempo
Dia de demostrar gentileza é todo dia... É uma missão diária. Já dizia o provérbio popular gentileza gera gentileza.
Àh, e a vida surpreende!...
Rosely Meirelles🍃
No Fundamental I era simples: quem corria mais rápido era o mais popular. Mas agora, todas as regras mudaram. Agora tudo é sobre se você tem um cabelo legal ou não e quantos seguidores você tem nas redes sociais.
Como diz o provérbio popular: " Quer conhecer alguém, dê poder a ela!". Da mesma forma, se quiser verdadeiramente, dê poder a si mesmo!
O Final Feliz que a Vida Reserva
A sabedoria popular nos ensina que "o melhor sempre fica para o final". Se esta máxima for verdadeira, então temos uma promessa brilhante pairando no ar: que Dezembro seja o nosso grande final feliz!
Dezembro não é apenas o último mês do calendário; é um portal, um momento de pausa reflexiva. É a oportunidade de revisitar o caminho percorrido, celebrar as vitórias (pequenas e grandes), e aprender com os tropeços que nos tornaram mais fortes. É o mês de fechar ciclos com gratidão e abrir o coração para a mágica da renovação. Que neste último capítulo, possamos redobrar a fé, a alegria e a gentileza. Que cada dia de Dezembro nos traga a certeza de que a felicidade não é uma meta distante, mas a escolha de apreciar o presente com esperança.
Que o seu Dezembro seja, de fato, um final de ano em chave de ouro, transbordando paz, sucesso e momentos inesquecíveis.
TEMPERANÇA ANTES DA AÇÃO.
A advertência consagrada no brocardo popular "melhor precaver do que remediar" encerra uma densidade ética e psicológica de elevada magnitude, cuja negligência tem sido causa de incontáveis desarmonias no comportamento humano. O ser, frequentemente distraído em suas impulsões instintivas, ignora essa máxima prudencial, entregando-se à vertigem das reações imediatas, sem o crivo do discernimento.
A precipitação, nesse contexto, emerge como um fenômeno psíquico complexo, vinculado a mecanismos de autodefesa que, embora pretendam resguardar o indivíduo, acabam por engendrar consequências aflitivas. Tais reações irrefletidas não apenas comprometem o equilíbrio interior, mas também instauram conflitos que se projetam no tempo, ora de forma imediata, ora de modo tardio, invariavelmente com matizes perturbadores.
De fato, a precipitação constitui conselheira infeliz em quaisquer circunstâncias. A razão, faculdade superior do Espírito, deve assumir a primazia na condução das atitudes, organizando o campo das decisões mediante critérios lúcidos e ponderados. É por meio desse atributo que o ser estrutura comportamentos coerentes com as leis morais que regem a existência.
Todavia, dominados pelas paixões primárias, muitos indivíduos passam a perceber o outro sob lentes distorcidas pela suspeita e pela agressividade. Antecipam o mal, presumem intenções negativas e negam ao semelhante a oportunidade de revelar sua verdadeira natureza. Tal postura evidencia não apenas insegurança, mas profunda desarmonia interior.
Imersos em ambientes marcados pela violência difusa, tornam-se vítimas e agentes de sentimentos sombrios, interpretando a realidade conforme o estado emocional em que se encontram. Reagem quando poderiam dialogar, conflitam quando poderiam harmonizar-se. Posteriormente, diante dos efeitos danosos de suas atitudes, lamentam a imprudência que poderiam ter evitado.
Entretanto, todo aquele que pensa possui um acervo valioso de recursos racionais. Esse patrimônio íntimo, quando bem utilizado, permite ao indivíduo antever consequências, ponderar alternativas e agir com equilíbrio. Trata-se de instrumental precioso contra a impulsividade.
A exemplificação evangélica oferece elucidações notáveis. Maria de Magdala, outrora equivocada, ao refletir sobre o chamado do Cristo, agiu com prudência e transformou-se em paradigma de renovação moral. Judas, apesar da convivência direta com o Mestre, sucumbiu à precipitação e mergulhou em abismo de desespero. Joana, esposa de Cusa, orientada com sabedoria, soube aguardar o tempo oportuno, demonstrando elevada compreensão espiritual. Pedro, em momento decisivo, deixou-se dominar pelo medo e negou o Mestre, evidenciando a fragilidade humana diante da impulsividade. João, por sua vez, guiado pela lucidez e pela afeição, manteve-se firme até o fim, revelando a força da temperança aliada ao amor consciente.
A temperança, portanto, não é condição inata, mas conquista laboriosa. Resulta do esforço contínuo de disciplinar tendências inferiores e de assimilar valores morais elevados. O indivíduo temperante não se acovarda nem se precipita, pois reconhece os próprios recursos e confia na ação do tempo como elemento organizador das experiências.
A paciência, nesse sentido, constitui ferramenta essencial. Não se trata de inércia, mas de confiança ativa nas leis que regem a vida. A temperança apoia-se nessa virtude para conduzir o ser à vitória sobre si mesmo, que é a mais significativa das conquistas.
Fundamentada na fé lúcida em Deus, a temperança harmoniza-se com as leis universais, que são perfeitas e imutáveis. Entre elas, a lei de amor destaca-se como princípio gerador e sustentador de todas as demais, orientando o progresso moral e espiritual da humanidade.
Assim, esperar e confiar sem aflição, mantendo o domínio interior antes de agir, constitui diretriz segura para a construção de uma existência equilibrada e consciente.
"MORAL DO ASSUNTO"
A ação destituída de reflexão conduz ao arrependimento, enquanto a temperança, sustentada pela razão e pela fé, edifica decisões justas e preserva a harmonia do Espírito.
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DITO POPULAR: Errar é humano!
Não se pode dar tal desculpa para continuar fazendo as mesmas coisas que "agridem" a Deus e ao nosso próximo, nos reduzindo a nada e retirando a nossa alegria de vencer.
A verdade bíblica não é democrática;
ela não depende de votos, aprovação popular ou likes para continuar sendo verdade.
Diga-me com quem andas, que te direi quem tu és.
Primeiramente devo explicar que este dito popular, não está contido na Bíblia, como muitos acreditam.
Mas, é um dito popular que reflete uma realidade inconteste. O meio em que vivemos, que frequentamos, as pessoas de nossa convivência, dizem muito sobre o nosso caráter.
Se você quer avaliar o caráter de alguém, basta ver as pessoas que a cercam. Isso, lhe dará uma pista sobre essa pessoa.
Que as amizades influenciam nossos hábitos e comportamentos, isso é fato. Pois serão através destas novas amizades que começaremos a frequentar ambientes, aprender novas palavras e replicar novos conhecimentos.
Assim sendo, estes novos conhecimentos e/ou comportamentos, acabam interferindo nas suas ações e no seu ser.
Somos seres influenciáveis, copiamos ou replicamos, tendências, modas, palavras, gestos, comportamento sexual, enfim.
Entenda que somos como um quadro branco, pronto para ser pintado, e a pintura após colocada, será vista, apreciada e julgada por outras pessoas.
Muitas destas poderão alegar que não, que o ambiente e as decisões, são de caráter individual, logo, apenas uma questão de escolha. Estão erradas, pois se você vive em um ambiente em que seus conceitos são contraditórios ao grupo, a conclusão é simples, ou você não pertence ao grupo, ou é alguém que trabalha em um prostíbulo e jura que é virgem.
No primeiro caso, a solução é simples, saia deste grupo e evolua. No segundo caso, assuma sua condição e pare de sofrer.
Em ambos verá que o grupo lhe influenciou na tomada de decisões.
Veja que até mesmo de uma forma inocente, copiamos algumas manias cotidianas. Uma palavra, um corte de cabelo, uma tatuagem, e outros tantos exemplos. Acreditamos que queremos, mas, na verdade, fomos influenciados. E, para mostrar que pertencemos aquele grupo, de pessoas legais e bacanas, acabamos replicando o hábito, e negamos, dizendo que foi uma opção de livre escolha. Afinal, gostamos de mentir para nós mesmos.
A frase, me diga com quem andas, que te direi quem tu és, como disse, não é bíblica, mas ela tem escora em alguns versículos bíblicos, a exemplo: Aquele que anda com homens sábios, será sábio, mas, um companheiro de tolos, será destruído. Outro exemplo: Abençoado é o homem que não anda no conselho dos ímpios, nem fica no caminho dos pecadores, nem se assenta na cadeia dos escarnecedores. Outro versículo: As más companhias, corrompem os bons costumes.
Em resumo, um abismo atrai outro abismo.
Apenas para refletir lhe pergunto: Com quem andas?
Pense e reflita.
Paz e luz.
Ilumine seu dia.
O trono e o altar são as duas lâminas da mesma tesoura que apara as asas da liberdade popular: um governa pela espada, o outro pela culpa, e ambos prosperam sobre a ignorância das massas.
Um adágio popular diz: ‘A mulher enganou até o diabo.’ Um provérbio ultramoderno que eu criei diz: ‘Foto de rede social engana todo mundo, inclusive o Satanás!
