Ditado popular sobre conselhos

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A verdade bíblica não é democrática;
ela não depende de votos, aprovação popular ou likes para continuar sendo verdade.

Diga-me com quem andas, que te direi quem tu és.

Primeiramente devo explicar que este dito popular, não está contido na Bíblia, como muitos acreditam.
Mas, é um dito popular que reflete uma realidade inconteste. O meio em que vivemos, que frequentamos, as pessoas de nossa convivência, dizem muito sobre o nosso caráter.
Se você quer avaliar o caráter de alguém, basta ver as pessoas que a cercam. Isso, lhe dará uma pista sobre essa pessoa.
Que as amizades influenciam nossos hábitos e comportamentos, isso é fato. Pois serão através destas novas amizades que começaremos a frequentar ambientes, aprender novas palavras e replicar novos conhecimentos.
Assim sendo, estes novos conhecimentos e/ou comportamentos, acabam interferindo nas suas ações e no seu ser.
Somos seres influenciáveis, copiamos ou replicamos, tendências, modas, palavras, gestos, comportamento sexual, enfim.
Entenda que somos como um quadro branco, pronto para ser pintado, e a pintura após colocada, será vista, apreciada e julgada por outras pessoas.
Muitas destas poderão alegar que não, que o ambiente e as decisões, são de caráter individual, logo, apenas uma questão de escolha. Estão erradas, pois se você vive em um ambiente em que seus conceitos são contraditórios ao grupo, a conclusão é simples, ou você não pertence ao grupo, ou é alguém que trabalha em um prostíbulo e jura que é virgem.
No primeiro caso, a solução é simples, saia deste grupo e evolua. No segundo caso, assuma sua condição e pare de sofrer.
Em ambos verá que o grupo lhe influenciou na tomada de decisões.
Veja que até mesmo de uma forma inocente, copiamos algumas manias cotidianas. Uma palavra, um corte de cabelo, uma tatuagem, e outros tantos exemplos. Acreditamos que queremos, mas, na verdade, fomos influenciados. E, para mostrar que pertencemos aquele grupo, de pessoas legais e bacanas, acabamos replicando o hábito, e negamos, dizendo que foi uma opção de livre escolha. Afinal, gostamos de mentir para nós mesmos.
A frase, me diga com quem andas, que te direi quem tu és, como disse, não é bíblica, mas ela tem escora em alguns versículos bíblicos, a exemplo: Aquele que anda com homens sábios, será sábio, mas, um companheiro de tolos, será destruído. Outro exemplo: Abençoado é o homem que não anda no conselho dos ímpios, nem fica no caminho dos pecadores, nem se assenta na cadeia dos escarnecedores. Outro versículo: As más companhias, corrompem os bons costumes.
Em resumo, um abismo atrai outro abismo.
Apenas para refletir lhe pergunto: Com quem andas?
Pense e reflita.
Paz e luz.
Ilumine seu dia.

Fazer o bem nem sempre é tomar a decisão mais popular; é fazer o que é justo.

Um adágio popular diz: ‘A mulher enganou até o diabo.’ Um provérbio ultramoderno que eu criei diz: ‘Foto de rede social engana todo mundo, inclusive o Satanás!

Toda e qualquer manifestação popular é forte indício de enfraquecimento de uma democracia.

A maior festa do futebol mundial que era extremamente popular, foi elitizada e privatizada! O povo fica de fora na Copa da FIFA!

10 de julho de 2024




"Sonhei com o Elon Musk, sim. Ele mesmo! O cara mais popular da atualidade!! Ele tinha vindo me visitar, era como se fosse um grande amigo meu, ele conversava e trocava idéias, em certo momento, ele estava em pé na porta e vestia uma camisa social, uma calça jeans meio desbotada e tinha os cabelos loiros, lisos e nos ombros. Depois eu já estava atrás da casa, sentada com ele das 6 da tarde, até às 12 horas da madrugada e estava com muita fome, mas não conseguia levantar, estava ouvindo ele falar, em certo momento, olhei o chão e vi a sombra de duas máscaras de fantasia douradas, uma beijou a outra, em seguida vi no mesmo lugar, no chão, uma coruja dourada, muito bonita, só a imagem, como se ela tivesse de alguma forma, sendo mostrada através de um data show no chão do meu quintal. Mostrei pra ele e ele ficou com uma cara de que estava muito confuso, enquanto isso, estava muito escuro e eu tinha medo do escuro, virei a minha cadeira e depois disse que iria colocar a minha janta, e perguntei se ele também queria, ele se recusou, por sentir vergonha de aceitar a comida, mesmo assim eu entrei, mas antes de começar a colocar a comida dele, ao entrar na porta da cozinha, vi uma menina de mais ou menos uns 2 anos, saindo de dentro do mato toda suja e eu não a conhecia, peguei o prato e havia muita carne dentro da panela e parecia deliciosa, com muita gordura envolta. Eu peguei o prato e comecei a colocar a comida do Elon Musk, depois colocaria a minha, enquanto ele estava no quintal sentado no escuro e me esperando para voltar a conversar"

O invejoso morre de inveja.


Sabedoria popular

LULA E DILMA detêm a maior taxa de aprovação popular da história! Lula: 83% no segundo mandato e Dilma: 65% no primeiro mandato!

O Congresso Nacional, que era para ser o guardião da vontade popular, é seu algoz!

TEMPERANÇA ANTES DA AÇÃO.
A advertência consagrada no brocardo popular "melhor precaver do que remediar" encerra uma densidade ética e psicológica de elevada magnitude, cuja negligência tem sido causa de incontáveis desarmonias no comportamento humano. O ser, frequentemente distraído em suas impulsões instintivas, ignora essa máxima prudencial, entregando-se à vertigem das reações imediatas, sem o crivo do discernimento.
A precipitação, nesse contexto, emerge como um fenômeno psíquico complexo, vinculado a mecanismos de autodefesa que, embora pretendam resguardar o indivíduo, acabam por engendrar consequências aflitivas. Tais reações irrefletidas não apenas comprometem o equilíbrio interior, mas também instauram conflitos que se projetam no tempo, ora de forma imediata, ora de modo tardio, invariavelmente com matizes perturbadores.
De fato, a precipitação constitui conselheira infeliz em quaisquer circunstâncias. A razão, faculdade superior do Espírito, deve assumir a primazia na condução das atitudes, organizando o campo das decisões mediante critérios lúcidos e ponderados. É por meio desse atributo que o ser estrutura comportamentos coerentes com as leis morais que regem a existência.
Todavia, dominados pelas paixões primárias, muitos indivíduos passam a perceber o outro sob lentes distorcidas pela suspeita e pela agressividade. Antecipam o mal, presumem intenções negativas e negam ao semelhante a oportunidade de revelar sua verdadeira natureza. Tal postura evidencia não apenas insegurança, mas profunda desarmonia interior.
Imersos em ambientes marcados pela violência difusa, tornam-se vítimas e agentes de sentimentos sombrios, interpretando a realidade conforme o estado emocional em que se encontram. Reagem quando poderiam dialogar, conflitam quando poderiam harmonizar-se. Posteriormente, diante dos efeitos danosos de suas atitudes, lamentam a imprudência que poderiam ter evitado.
Entretanto, todo aquele que pensa possui um acervo valioso de recursos racionais. Esse patrimônio íntimo, quando bem utilizado, permite ao indivíduo antever consequências, ponderar alternativas e agir com equilíbrio. Trata-se de instrumental precioso contra a impulsividade.
A exemplificação evangélica oferece elucidações notáveis. Maria de Magdala, outrora equivocada, ao refletir sobre o chamado do Cristo, agiu com prudência e transformou-se em paradigma de renovação moral. Judas, apesar da convivência direta com o Mestre, sucumbiu à precipitação e mergulhou em abismo de desespero. Joana, esposa de Cusa, orientada com sabedoria, soube aguardar o tempo oportuno, demonstrando elevada compreensão espiritual. Pedro, em momento decisivo, deixou-se dominar pelo medo e negou o Mestre, evidenciando a fragilidade humana diante da impulsividade. João, por sua vez, guiado pela lucidez e pela afeição, manteve-se firme até o fim, revelando a força da temperança aliada ao amor consciente.
A temperança, portanto, não é condição inata, mas conquista laboriosa. Resulta do esforço contínuo de disciplinar tendências inferiores e de assimilar valores morais elevados. O indivíduo temperante não se acovarda nem se precipita, pois reconhece os próprios recursos e confia na ação do tempo como elemento organizador das experiências.
A paciência, nesse sentido, constitui ferramenta essencial. Não se trata de inércia, mas de confiança ativa nas leis que regem a vida. A temperança apoia-se nessa virtude para conduzir o ser à vitória sobre si mesmo, que é a mais significativa das conquistas.
Fundamentada na fé lúcida em Deus, a temperança harmoniza-se com as leis universais, que são perfeitas e imutáveis. Entre elas, a lei de amor destaca-se como princípio gerador e sustentador de todas as demais, orientando o progresso moral e espiritual da humanidade.
Assim, esperar e confiar sem aflição, mantendo o domínio interior antes de agir, constitui diretriz segura para a construção de uma existência equilibrada e consciente.
"MORAL DO ASSUNTO"
A ação destituída de reflexão conduz ao arrependimento, enquanto a temperança, sustentada pela razão e pela fé, edifica decisões justas e preserva a harmonia do Espírito.
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A nossa cultura popular é a fonte mais pura de nossa verdadeira identidade brasileira.

Todo projeto publico e privado infantil e educacional que exalta o folclore e a cultura popular brasileira, devem ser incentivados e premiados pela critica especializada. Todas as ações artísticas, educativas e culturais que fortalecem nossa verdadeira identidade estão no caminho certo do contemporâneo e só nos fortalece perante nossa soberania cultural distante das globalizações equivocadas que não nos pertencem.

O trono e o altar são as duas lâminas da mesma tesoura que apara as asas da liberdade popular: um governa pela espada, o outro pela culpa, e ambos prosperam sobre a ignorância das massas.

A verve do poeta popular é, às vezes, sufocada pela ignorância dos que só enxergam os clássicos.

O conceito popular de
"dona de casa" na prática, em geral significou ser a funcionária do dono.

"Seja sempre você mesma, mas nunca o mesmo. Uma reflexão popular criada sobre crescimento e reinvenção constante, que te permite mudar de opinião mais sempre manter a essência."




—By Coelhinha

Mais preferível sentar ao lado de um tímido e introvertido, do que de um extrovertido e popular.

Se uma pessoa comum diz algo e ninguém ouve, mas uma pessoa popular diz a mesma coisa e todos prestam atenção, então, na verdade, ninguém escutou de verdade, ninguém refletiu, ninguém compreendeu. Apenas deram ouvidos a quem tem "mais voz", não ao que foi dito.

Isso revela uma realidade sobre a forma como muitos absorvem informações: não pela essência da mensagem, mas pela influência de quem a transmite. O valor das palavras, para a maioria, não está no conteúdo, mas no status de quem as pronuncia.

⁠Qualquer Deslize estando sob o escrutínio popular é muito perigoso, não porque o povo em sua maioria se considere infalível, mas por quase sempre não admitir a livre concorrência.


Vivemos um tempo bastante curioso — e, de certo modo, muito contraditório.


Nunca se falou tanto em liberdade de expressão, e, ao mesmo tempo, nunca se viu tanta vigilância sobre o que é dito, pensado ou sentido.


A praça pública deixou de ser um espaço de encontro para se tornar um tribunal permanente, onde cada palavra pode ser retirada de contexto, amplificada e transformada em sentença.


O problema não está apenas no erro — errar é inerente à condição humana —, mas na forma como lidamos com ele.


Há uma espécie de monopólio moral em disputa, como se apenas alguns poucos estivessem autorizados a falhar, rever, aprender e seguir adiante.


Aos demais, resta apenas a condenação imediata, quase sempre desproporcional, quase nunca reflexiva.


Talvez o que mais assuste não seja a crítica em si, que é necessária e saudável, mas a ausência de espaço para o contraditório honesto.


Não se trata mais de dialogar, mas de vencer; não de compreender, mas de expor; não de construir, mas de demolir.


A intolerância moderna não grita — ela aponta, rotula e descarta.


E assim, pouco a pouco, vamos nos tornando mais cautelosos, menos autênticos, mais silenciosos…


Não por falta de ideias, mas por medo das consequências.


O pensamento deixa de ser livre não quando é proibido, mas quando se torna perigoso demais exercê-lo.


Talvez seja hora de reaprender algo simples e profundamente humano: ninguém é definitivo.


Somos todos versões em construção, sujeitos a revisões, quedas e recomeços.


Admitir isso não nos torna frágeis — nos torna possíveis.


Porque, no fim das contas, uma sociedade que não tolera o erro também não sabe reconhecer o acerto.


E sem essa medida, tudo se perde: o senso, o equilíbrio e, sobretudo, a própria humanidade.