Ditados populares engraçados para dar boas gargalhadas
Ditado milenar customizado ou personalizado ou ainda adaptado para:
Os pragmáticos - pensar é com a cabeça e não fígado.
Agora, para os românticos – pensar é com o coração, cabeça e fígado depois.
Portanto, cada um com a sua melhor versão.
Há um ditado das vovós que diz: quem gosta de passado é museu. Acho que o ditado virou 'fake', pois o passado nunca esteve tão presente e necessário, como um amortecedor para o nosso hoje. Motivado, fui até 1979 e lembrei-me de Belchior na música 'Medo de Avião', com letra doce, singela e adolescente, assim: '... foi por medo de avião que segurei pela primeira vez a sua mão... não fico mais nervoso... agora ficou fácil, todo mundo compreende, aquele toque Beatle – I wanna hold your hand'. Viva o passado!
Há um ditado ou adágio popular que diz: “Cada maluco com as suas manias”. O problema é quando o maluco de plantão acha legal te jogar num precipício e, pior, com um bando de outros malucos seguidores batendo palmas.
Nunca se permita ser um ditado na boca dos outros. És poesia, e tua vida é valiosa aos olhos de quem sabe apreciar a arte.
Em um mundo complicado use um ditado: Só é bem-amado quem for conquistado pelo seu estado de humildade e um coração educado.
Nem tudo que reluz é ouro diz o velho ditado mas o habilidoso vigarista induz qualquer coisa ao mais intenso dourado.
Ditado: “Dinheiro não traz felicidades”. Faça um teste simples: pegue o seu dinheiro e compre um doce a uma criança que olha a vitrine da padaria com brilho nos olhos e sem poder de comprar, ou uma porção de ração a um cão de rua, aí entenderás o verdadeiro poder do dinheiro!
CENA COMOVENTE,
No livro PAULO E ESTÊVÃO,
ditado por Emmanuel ao médium FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER uma das mais belas e comoventes obras do Cristianismo redivivo há um dos momentos mais tristes e profundamente humanos de toda a narrativa espiritual: o instante em que Saulo de Tarso, ainda o perseguidor implacável dos seguidores de Jesus, reconhece, tarde demais, a verdadeira identidade de Estêvão, o mártir que ele ajudara a condenar à morte por apedrejamento.
O episódio se desenrola assim:
Antes de sua conversão, Saulo é um fariseu de inteligência brilhante e ardor religioso. Convencido de que defende a pureza da Lei de Moisés, ele dedica-se com fanatismo à perseguição dos primeiros cristãos. Um desses cristãos é Estêvão, cujo nome hebraico verdadeiro é Gésiel, irmão de Abigail, a mulher pura e doce que mais tarde se tornaria o grande amor espiritual de Saulo.
Quando Gésiel agora conhecido entre os discípulos como Estêvão é levado diante do Sinédrio, ele faz um discurso ardoroso e luminoso, defendendo a causa do Cristo com serenidade e coragem. Suas palavras tocam as fibras mais profundas da alma humana, mas inflamam os corações endurecidos dos doutores da lei. Saulo, ainda cego pela própria vaidade intelectual, é um dos que mais se revoltam contra a ousadia daquele pregador humilde.
No momento do apedrejamento, Estêvão, já ferido e quase sem forças, eleva os olhos ao céu e pronuncia, com a mesma ternura de Jesus:
“Senhor, não lhes imputes este pecado...”.
Entre os algozes, está o jovem doutor de Tarso, com o olhar frio e convicto de que cumpre a justiça divina.
Tempos depois, já transformado pela visão de Jesus às portas de Damasco, quando o orgulho cede lugar à humildade e o ódio à fé, Saulo agora Paulo de Tarso descobre que o mártir a quem ajudara a matar era ninguém menos que o irmão da mulher que ele tanto amara e perdera, Abigail.
A revelação se dá de modo devastador: Paulo, ao recordar as palavras de Estêvão e compará-las com as de Abigail, sente o coração despedaçado. O amor puro que o ligara àquela jovem e a lembrança do homem justo a quem ele condenara unem-se em sua consciência como uma chaga moral ardente. Emmanuel descreve o momento com emoção contida: é o instante em que o antigo perseguidor reconhece que havia destruído não apenas um discípulo do Cristo, mas o irmão de sua amada aquele que seria, mais tarde, seu protetor espiritual nas lutas apostólicas.
Estêvão, o mesmo Gésiel, torna-se então o guia invisível de Paulo, amparando-o nos sofrimentos e testemunhos que o esperavam. A dor do passado transforma-se em força redentora. O ódio que Saulo semeou renasce em amor e renúncia, marcando o início de uma das trajetórias mais sublimes da história cristã.
Esse episódio é o ponto de inflexão da obra a convergência da tragédia humana e da misericórdia divina. O reconhecimento de Gésiel como Estêvão é o golpe derradeiro no orgulho do antigo fariseu e o portal luminoso de sua conversão definitiva.
“Cada lágrima derramada por Saulo naquela hora era como um diamante que lapidava a sua alma para o serviço de Jesus.” — (Paulo e Estêvão, Emmanuel)
Quem nunca perdeu um amor por causa da distância, briguinhas e medos?
Então nem todo ditado que você conhece sobre o amor é verdadeiro.
Existe um ditado popular que diz
"Melhor pecar pelo excesso do que pecar pela falta" e muitas pessoas cristãs utilizam ele. Até mesmo eu já utilizei, porém movido pelo Espirito Santo isso acabou para mim.
Melhor é não pecar e não sermos omissos!
Diz o ditado: Quem cala consente.
- Eu calei sem consentir..
Mas como eu senti!
Haredita Angel
03.04.24
Um Ditado Diz:
"As coisas boas não caem do céu"...
SE NÃO VIR DO CÉU,
não aceite, não corra atrás e evite
grandes problemas no futuro!
"Não faça com os outros aquilo que não quer que façam contigo", eu diria que esse ditado se tornou um dos meus princípios.
Como diz o ditado..."Quando sua vida for sinônimo de perfeição,
de santidade e sabedoria, fique a vontade para cuidar da minha."
Antes disso, cuide bem da sua...não me lembro de te pedir opinião!
—By Coelhinha
Da Missa e da virtude
não conhece nada,
Não conhece o ditado,
e nem quem escreve
Do amanhecer calado,
não conhece a metade
Deste poemário atrevido,
e não menos sagrado.
Da alma e da liberdade
não conhece nada,
Não conhece o verbo,
e nem o sabor da carne.
Do gênio cheio de mar
não conhece nada,
Não conhece nem o rimar,
e nem a alma encantada.
Da feminina doçura
não conhece nada,
Não conhece o recato,
e nem quem devota
O dia rajado de Sol,
não conhece a ternura
Deste rimário tranquilo,
e não menos apaixonado.
A ofensa
é vento
semeado,
E como
diz ditado:
- Quem
semeia
vento,
colhe
tempestade,
O tempo é
senhor
e pastor
da razão
e da sanidade.
Tomo cuidado
quando trato
com a realidade
divergente
da vontade,
Vivo repactuando
com a civilidade.
Na terra onde
quase mais
ninguém
se entende,
a filha
do Coronel
ganhou
a liberdade,
a gente
campesina
ainda sequer
foi justiçada,
mais de
um General
e todos ainda
seguem vítimas
da barbaridade
até da ardil
oposta maioria
que desconhece
respeitar a minoria.
