Ditados populares engraçados para dar boas gargalhadas
Quem nunca perdeu um amor por causa da distância, briguinhas e medos?
Então nem todo ditado que você conhece sobre o amor é verdadeiro.
Existe um ditado popular que diz
"Melhor pecar pelo excesso do que pecar pela falta" e muitas pessoas cristãs utilizam ele. Até mesmo eu já utilizei, porém movido pelo Espirito Santo isso acabou para mim.
Melhor é não pecar e não sermos omissos!
"Não faça com os outros aquilo que não quer que façam contigo", eu diria que esse ditado se tornou um dos meus princípios.
Quando lemos os Evangelhos descobrimos que na vida e no ministério de Jesus, nunca caberia o ditado popular: “diga-me com quem tu andas, que direi quem tu és”. Jesus, tranquilamente e conscientemente andou com aqueles que os religiosos jamais andarão!
“E disseram um ao outro: Eis lá vem o sonhador...” (Gênesis 37.19).
É verdade o ditado popular que diz que “sonhar não custa nada”; porém, para concretizar um sonho tem um preço, e muitas vezes este preço é alto.
Como diz o ditado: Deus escreve certo por linhas tortas.
Essas linhas são como montanhas — é preciso caminhar, passo a passo, até alcançar o topo.
E lá de cima, você percebe: tudo é possível!
Posso dar mais uma dica?
— Só mais um pouquinho! Cada passo é uma vitória que te fortalece e te faz nunca desistir.
Há um velho ditado que diz: "Uma mão lava a outra", porém notei que não se aplica comigo… Pois ajudo a todos como posso, mas na minha vez de lavar a mão, a água acaba!
"Como diz o ditado popular: Nem tudo que reluz é ouro! Saber separar o joio do trigo é fundamental para atingir SUAS metas, NÃO as alheias. Diga não! Esquiva-se das pedras.
Se um dia alguém te machucar, magoar teu coração, não relute em perdoar,
pois como diz o ditado: Errar é humano! (desculpa para alimentar a egocentricidade humana), mas jamais permita que esse alguém continue te magoando e massacrando você por amá-lo. Entenda que o sentimento verdadeiro, ainda que incerto, não faz doer, não faz chorar de tristeza, ao contrário do que faz mal, o amor mais sublime é aquele que nos permite viver e nos enche de força para fazer de cada dia um novo querer.
Érwelley C. de Andrade ALB/DF.
DITADOS
E o ditado a dizer:
A cama que fizeres,
É aquela em que te vais deitar
E queira Deus que não vás penar...
Que sentença crua, de arrepiar!
Agora, digo eu, neste inocente pensar:
Mentira!
Fiz tantas camas na vida
Umas de pedras,
De pano e de ervas
E outras de sumaúma,
Mais macias que nenhuma.
Em todas descansei,
Amei
E gostei.
Só houve uma,
A de sumaúma,
Macia como nenhuma,
Onde não amei
E chorei.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 02-06-2023)
CENA COMOVENTE,
No livro PAULO E ESTÊVÃO,
ditado por Emmanuel ao médium FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER uma das mais belas e comoventes obras do Cristianismo redivivo há um dos momentos mais tristes e profundamente humanos de toda a narrativa espiritual: o instante em que Saulo de Tarso, ainda o perseguidor implacável dos seguidores de Jesus, reconhece, tarde demais, a verdadeira identidade de Estêvão, o mártir que ele ajudara a condenar à morte por apedrejamento.
O episódio se desenrola assim:
Antes de sua conversão, Saulo é um fariseu de inteligência brilhante e ardor religioso. Convencido de que defende a pureza da Lei de Moisés, ele dedica-se com fanatismo à perseguição dos primeiros cristãos. Um desses cristãos é Estêvão, cujo nome hebraico verdadeiro é Gésiel, irmão de Abigail, a mulher pura e doce que mais tarde se tornaria o grande amor espiritual de Saulo.
Quando Gésiel agora conhecido entre os discípulos como Estêvão é levado diante do Sinédrio, ele faz um discurso ardoroso e luminoso, defendendo a causa do Cristo com serenidade e coragem. Suas palavras tocam as fibras mais profundas da alma humana, mas inflamam os corações endurecidos dos doutores da lei. Saulo, ainda cego pela própria vaidade intelectual, é um dos que mais se revoltam contra a ousadia daquele pregador humilde.
No momento do apedrejamento, Estêvão, já ferido e quase sem forças, eleva os olhos ao céu e pronuncia, com a mesma ternura de Jesus:
“Senhor, não lhes imputes este pecado...”.
Entre os algozes, está o jovem doutor de Tarso, com o olhar frio e convicto de que cumpre a justiça divina.
Tempos depois, já transformado pela visão de Jesus às portas de Damasco, quando o orgulho cede lugar à humildade e o ódio à fé, Saulo agora Paulo de Tarso descobre que o mártir a quem ajudara a matar era ninguém menos que o irmão da mulher que ele tanto amara e perdera, Abigail.
A revelação se dá de modo devastador: Paulo, ao recordar as palavras de Estêvão e compará-las com as de Abigail, sente o coração despedaçado. O amor puro que o ligara àquela jovem e a lembrança do homem justo a quem ele condenara unem-se em sua consciência como uma chaga moral ardente. Emmanuel descreve o momento com emoção contida: é o instante em que o antigo perseguidor reconhece que havia destruído não apenas um discípulo do Cristo, mas o irmão de sua amada aquele que seria, mais tarde, seu protetor espiritual nas lutas apostólicas.
Estêvão, o mesmo Gésiel, torna-se então o guia invisível de Paulo, amparando-o nos sofrimentos e testemunhos que o esperavam. A dor do passado transforma-se em força redentora. O ódio que Saulo semeou renasce em amor e renúncia, marcando o início de uma das trajetórias mais sublimes da história cristã.
Esse episódio é o ponto de inflexão da obra a convergência da tragédia humana e da misericórdia divina. O reconhecimento de Gésiel como Estêvão é o golpe derradeiro no orgulho do antigo fariseu e o portal luminoso de sua conversão definitiva.
“Cada lágrima derramada por Saulo naquela hora era como um diamante que lapidava a sua alma para o serviço de Jesus.” — (Paulo e Estêvão, Emmanuel)
Já fiquei n'uma sinuca de bico
Como se diz no velho ditado
Chamaram meu taco de nanico
Isso me fez ficar muito zangado.
Quem conta um conto, aumenta um ponto. Esse ditado é velho, sábio e não sabemos autoria, mas de cunho popular e certeiro.
Veja bem quantas pessoas podem ser prejudicadas porque alguém ouviu de outras, um algo qualquer e passou o fato para a frente. Foram acrescentadas então, mais umas palavrinhas e assim sucessivamente. Tantas vezes quantas o fato for relatado. Assim ele crescerá e a história é completamente distorcida, nada tem mais de verdadeira. Puxa, que línguas maldosas, ignorantes, sem nada mais a fazer do que ficar tentando aumentar pontos em fatos ou inventá-los para aparecer perante o outro! São pessoas infelizes, sem noção, mal amadas e com línguas sujas de trapos podres.
O ditado: "Deus está vendo tudo é verdadeiro". Ele vê, mas es tu quem tem que decidir e tomar atitude, Deus não fará isso por ti.
Um Ditado Diz:
"As coisas boas não caem do céu"...
SE NÃO VIR DO CÉU,
não aceite, não corra atrás e evite
grandes problemas no futuro!
Nunca se permita ser um ditado na boca dos outros. És poesia, e tua vida é valiosa aos olhos de quem sabe apreciar a arte.
