Ditados populares engraçados para dar boas gargalhadas
Ser professor é ser colecionador de palavras, é aprender com o novo e atualizar o velho ditado do ensino que apenas deposita ao aluno.
CENA COMOVENTE,
No livro PAULO E ESTÊVÃO,
ditado por Emmanuel ao médium FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER uma das mais belas e comoventes obras do Cristianismo redivivo há um dos momentos mais tristes e profundamente humanos de toda a narrativa espiritual: o instante em que Saulo de Tarso, ainda o perseguidor implacável dos seguidores de Jesus, reconhece, tarde demais, a verdadeira identidade de Estêvão, o mártir que ele ajudara a condenar à morte por apedrejamento.
O episódio se desenrola assim:
Antes de sua conversão, Saulo é um fariseu de inteligência brilhante e ardor religioso. Convencido de que defende a pureza da Lei de Moisés, ele dedica-se com fanatismo à perseguição dos primeiros cristãos. Um desses cristãos é Estêvão, cujo nome hebraico verdadeiro é Gésiel, irmão de Abigail, a mulher pura e doce que mais tarde se tornaria o grande amor espiritual de Saulo.
Quando Gésiel agora conhecido entre os discípulos como Estêvão é levado diante do Sinédrio, ele faz um discurso ardoroso e luminoso, defendendo a causa do Cristo com serenidade e coragem. Suas palavras tocam as fibras mais profundas da alma humana, mas inflamam os corações endurecidos dos doutores da lei. Saulo, ainda cego pela própria vaidade intelectual, é um dos que mais se revoltam contra a ousadia daquele pregador humilde.
No momento do apedrejamento, Estêvão, já ferido e quase sem forças, eleva os olhos ao céu e pronuncia, com a mesma ternura de Jesus:
“Senhor, não lhes imputes este pecado...”.
Entre os algozes, está o jovem doutor de Tarso, com o olhar frio e convicto de que cumpre a justiça divina.
Tempos depois, já transformado pela visão de Jesus às portas de Damasco, quando o orgulho cede lugar à humildade e o ódio à fé, Saulo agora Paulo de Tarso descobre que o mártir a quem ajudara a matar era ninguém menos que o irmão da mulher que ele tanto amara e perdera, Abigail.
A revelação se dá de modo devastador: Paulo, ao recordar as palavras de Estêvão e compará-las com as de Abigail, sente o coração despedaçado. O amor puro que o ligara àquela jovem e a lembrança do homem justo a quem ele condenara unem-se em sua consciência como uma chaga moral ardente. Emmanuel descreve o momento com emoção contida: é o instante em que o antigo perseguidor reconhece que havia destruído não apenas um discípulo do Cristo, mas o irmão de sua amada aquele que seria, mais tarde, seu protetor espiritual nas lutas apostólicas.
Estêvão, o mesmo Gésiel, torna-se então o guia invisível de Paulo, amparando-o nos sofrimentos e testemunhos que o esperavam. A dor do passado transforma-se em força redentora. O ódio que Saulo semeou renasce em amor e renúncia, marcando o início de uma das trajetórias mais sublimes da história cristã.
Esse episódio é o ponto de inflexão da obra a convergência da tragédia humana e da misericórdia divina. O reconhecimento de Gésiel como Estêvão é o golpe derradeiro no orgulho do antigo fariseu e o portal luminoso de sua conversão definitiva.
“Cada lágrima derramada por Saulo naquela hora era como um diamante que lapidava a sua alma para o serviço de Jesus.” — (Paulo e Estêvão, Emmanuel)
Diz o ditado: Quem cala consente.
- Eu calei sem consentir..
Mas como eu senti!
Haredita Angel
03.04.24
E aí tem aquele ditado que diz. "não faça ao outro aquilo que não queres que façam contigo".
Se seguissem a risca hein?
O mundo seria tão bom.
Da Missa e da virtude
não conhece nada,
Não conhece o ditado,
e nem quem escreve
Do amanhecer calado,
não conhece a metade
Deste poemário atrevido,
e não menos sagrado.
Da alma e da liberdade
não conhece nada,
Não conhece o verbo,
e nem o sabor da carne.
Do gênio cheio de mar
não conhece nada,
Não conhece nem o rimar,
e nem a alma encantada.
Da feminina doçura
não conhece nada,
Não conhece o recato,
e nem quem devota
O dia rajado de Sol,
não conhece a ternura
Deste rimário tranquilo,
e não menos apaixonado.
Cuidado com o que semeias !
Tem um ditado bem conhecido que diz:
“Colhemos o que plantamos”. Isso pode ser entendido tanto para o bem, quanto para o mal, mas geralmente ele aparece como um aviso, como quem diz:
“Cuidado com o que está fazendo hoje, que amanhã os frutos não serão bons”.
E o próprio Jesus já dizia com autoridade que espantava:
“toda árvore boa dá bons frutos, mas a árvore má dá frutos ruins. Uma árvore boa não pode dar frutos ruins, nem uma árvore má dar bons frutos”.
Nesse sentido, diria que o ditado está bem próximo dessa verdade bíblica.
by edite lima / jovens de maria
A ofensa
é vento
semeado,
E como
diz ditado:
- Quem
semeia
vento,
colhe
tempestade,
O tempo é
senhor
e pastor
da razão
e da sanidade.
Tomo cuidado
quando trato
com a realidade
divergente
da vontade,
Vivo repactuando
com a civilidade.
Na terra onde
quase mais
ninguém
se entende,
a filha
do Coronel
ganhou
a liberdade,
a gente
campesina
ainda sequer
foi justiçada,
mais de
um General
e todos ainda
seguem vítimas
da barbaridade
até da ardil
oposta maioria
que desconhece
respeitar a minoria.
Como diz o ditado
"Para um bom entendedor
um pingo é letra"
e no Dia dos Namorados:
eu continuo poetisa.
Quando lemos os Evangelhos descobrimos que na vida e no ministério de Jesus, nunca caberia o ditado popular: “diga-me com quem tu andas, que direi quem tu és”. Jesus, tranquilamente e conscientemente andou com aqueles que os religiosos jamais andarão!
“E disseram um ao outro: Eis lá vem o sonhador...” (Gênesis 37.19).
É verdade o ditado popular que diz que “sonhar não custa nada”; porém, para concretizar um sonho tem um preço, e muitas vezes este preço é alto.
Ter um bom coração é ótimo, não me arrependo, mas o problema é que pessoas frias e que se julgam muito espertas, nos usam, sugam, descartam e depois ainda ignoram e quando podem tripudiam e com amigos riem da bondade alheia, mas só lembrando que beleza, falar doce, sorrir e religiosidade não salvam ninguém... Tudo que se planta colhe já diz o ditado. Princípios, amor, sabedoria, mansidão, Deus, fazem o caráter e a boa conduta do ser. Os ímpios até lutam, mas nada constroem, só olham pro seu próprio ser, e por fim caem e lamentam-se.
Todo fim é doloroso, mas todo início é entusiasmante... Na vida dependemos desses altos e baixos... A vida fica mais interessante assim. Assim como a linha da vida em um monitor cardíaco, se sua vida está parada. Vc está morto!
