Discurso do Casamento Mario Quintana
Só os tolos acreditam sentir a presença de Deus nas orações contaminadas pelo Discurso de Ódio.
Há orações que sobem como súplica, e há discursos que apenas ecoam ressentimento.
Quando a palavra se veste de fé, mas carrega ódio no tom, ela deixa de ser ponte e vira muro.
Deus não habita a violência disfarçada de devoção, nem se manifesta onde a dignidade do outro é negada em nome de uma verdade supostamente sagrada.
Porque a verdadeira oração não nasce da garganta — nasce do coração.
E um coração mal-acostumado a odiar, perde, pouco a pouco, a capacidade de reconhecer o Sagrado.
Os tolos acreditam sentir a presença de Deus em orações contaminadas pelo discurso de ódio, porque confundem barulho com transcendência e fervor com virtude.
A fé que agride não ora: acusa.
Não intercede: sentencia.
E não busca comunhão: exige submissão.
Não adianta fechar os olhos para rezar, mas permanecer de olhos bem abertos para ferir.
Nem juntar as mãos para orar, mas usá-las para apontar, excluir e atacar.
E, ainda assim, acreditam que Deus habita nessas palavras envenenadas, como se o Altíssimo fosse cúmplice das baixarias humanas.
Usam a mesma boca para abençoar e amaldiçoar, e mesmo assim esperam ser ouvidos.
Mas não é Deus quem os escuta — é apenas o eco da própria intolerância, devolvendo-lhes a agridoce ilusão de santidade.
A oração que não transforma o coração de quem a faz, dificilmente tocará o céu.
Pois onde Deus se faz presente, há silêncio que educa, compaixão que desarma e uma inquietação ética que impede o ódio de se ajoelhar como se fosse fé.
Porque onde o ódio se instala, a presença divina se ausenta.
E onde a oração é usada como arma, o céu não responde — se cala.
Ai dos que se atrevem a usar o Soberano nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.
Pedirão e não receberão, buscarão e não encontrarão, pois dos céus nenhum sinal lhes será dado.
Há pessoas que serão profundamente amadas no discurso de despedida, mas invisíveis durante a própria vida.
_A gaiola e burro e osso_
O discurso o torna nobre e teus atos atos insanos medonhos serão frutos do imperialismo (vulgo direita x esquerda)...
O burro servido e e um bom prato... pobre burro....
Seria igual ao macaco e morcego pratos tipos de uma cultura, desatinos,
Inversão de valores morais éticos.
Transforma o cenário mundial num jogo de poder e ego de um imperador.
Fila do osso foi uma das tristeza vividas em nosso país... dito assim se torna fenômeno mundial...
Somos seres humanos ate que osso acabe?
O homem na gaiola e fome...
Retro da falta de recursos ambiente...
O discurso dos recursos minerais e degradação da natureza, são oportunidade de riqueza de outras nações.
Ou nova apologia a modernidade e progresso...
O cubismo político reaparece nessa questão de exploração do mineiro e recursos ambientais.
Onde esta? Retrato do planejamento ambiental e suas consequências?
Onde está o aquecimento global?
Jogaram fora as cartas dos acordos ambientais.
A fome nas cidades filas de ossos e restos de vegetais são expostos para mundo.
A preocupação é simplicidade a guerra e o poder político , na onde está sensatez do mundo ?
Será que teremos panelas batendo,
No discurso do panelaço
Vergonhoso sendo exposto,
Discurso nfame com palavras irônicas
A realidade pode ser distorcida pela deepfakes e bots...
Mas uma chuva fakes news para senhor dos bonecos mexer as cordas da politica.
Manipuladores já nascido para dominar o povo e vender o Brasil.
Os grupos de WhatsApp estão prontos para obter novos adeptos num jogo de alienação intelectual e social.
Novas pesquisas fakes validam a verdade das fakes news depois disso vem discurso aplaudido por bots
E um novo plano de aceitação popular.
O Paradoxo da Prostituição Digital
O paradoxo reside no seguinte fato: o discurso moderno vende essas plataformas como ferramentas de liberdade, autonomia e empoderamento (o indivíduo sendo "dono do seu próprio negócio" ou da sua própria imagem). No entanto, a estrutura por trás é a mais pura e ancestral forma de exploração, agora mediada por algoritmos.
O Algoritmo como Cafetão: As grandes corporações de tecnologia e plataformas de conteúdo por assinatura funcionam exatamente como os antigos intermediários. Elas não produzem nada; elas apenas fornecem a "esquina digital", cobram porcentagens altíssimas sobre o valor humano exposto e ditam as regras de como o corpo, a mente ou a intimidade devem ser moldados para render mais lucro.
A Prostituição da Atenção e da Alma: Não estamos falando apenas do mercado de conteúdo adulto, mas da própria dinâmica das redes sociais tradicionais. Para performar e monetizar, o indivíduo precisa "vender" pedaços da sua vida privada, seus dramas, suas vulnerabilidades e sua dignidade. É a comercialização do eu.
As Arestas e os Contrastes Desse Mercado
Se analisarmos essa estrutura sob a ótica do labirinto moral que você mencionou anteriormente, os contrastes ficam nítidos:
Tem um momento na vida em que a gente para de ensaiar discurso no espelho e simplesmente envia. Sem revisão, sem filtro, sem aquela esperança secreta de que a outra pessoa vai ler e, num surto de lucidez romântica, mudar o roteiro inteiro. Eu fiz isso. Abri a alma, empacotei tudo que era sentimento acumulado, memória inflada, expectativa maquiada… e enviei. E curiosamente, não foi a resposta que me libertou. Foi o ato de parar de esconder de mim mesma o que eu já sabia.
Porque a grande virada não acontece quando o outro entende. Acontece quando eu entendo. E entender que a dor não estava na perda, mas no apego à ilusão, foi quase um tapa elegante da realidade. Daqueles que não deixam marca no rosto, mas reorganizam o cérebro inteiro. Eu não estava sofrendo por alguém que se foi. Eu estava sofrendo por uma história que eu não queria admitir que nunca existiu do jeito que eu contei para mim mesma.
E aí vem essa imagem perfeita, quase cruel de tão precisa. Um palco vazio. Luz acesa. Eu no centro, decorando falas, me entregando, esperando aplausos… de alguém que já tinha ido embora há muito tempo. E o mais impressionante é que eu sabia disso. Mas a gente insiste. Porque enquanto eu continuo atuando, eu não preciso encarar o silêncio da plateia vazia. E o silêncio, minha amiga… ele exige maturidade.
Quando ele disse que não me amaria, que já tinha alguém no coração, aquilo doeu, claro que doeu. Não existe dignidade emocional que impeça esse tipo de impacto. Mas junto com a dor veio uma coisa rara: liberdade. Porque ali não tinha mais espaço para dúvida, para interpretação criativa, para esperança teimosa. Era um não. Simples, direto, quase gentil dentro da brutalidade que um “não te amo” carrega. E foi exatamente isso que me soltou.
Agora, vamos rir um pouco da ironia da vida, porque ela merece. Tempos depois, outro homem me solta praticamente o mesmo discurso… que nunca amou ninguém. E hoje, olha só, me chama de primeiro amor. Eu fico entre lisonjeada e levemente desconfiada, pensando se o amor não é também uma construção que a gente vai entendendo melhor com o tempo. Porque no auge da minha ousadia juvenil, eu realmente achei que poderia conquistar qualquer coração. Que bastava insistência, charme, presença estratégica… quase uma espada lendária emocional, pronta para ser cravada no peito alheio. Olha a audácia. Eu, achando que amor era território conquistável.
Mas não é. E ainda bem que não é.
Porque se fosse, não teria valor nenhum. Amor não é sobre vencer alguém, é sobre encontrar alguém disposto a construir junto. E isso muda tudo. Eu não me arrependo de ter feito alguém me amar profundamente, porque ali também teve verdade. Mas hoje eu entendo que o que sustenta não é o encantamento inicial, é a construção diária, silenciosa, imperfeita e real.
E quanto ao primeiro… eu guardo com carinho. Não como quem ainda espera, mas como quem reconhece. Ele foi importante, foi intenso, foi necessário. Mas não foi definitivo. E tudo bem. Porque a vida não é sobre quem chega primeiro, é sobre quem permanece com verdade.
No fim, eu não perdi nada. Eu amadureci. Eu parei de tentar transformar ilusão em destino e comecei a viver o que é concreto, presente, possível. E isso, minha querida, vale muito mais do que qualquer história bonita que só existia na minha cabeça.
Se você também já tentou conquistar o impossível, já atuou em palco vazio ou já acreditou que amor era questão de estratégia… respira. A gente aprende. E aprende vivendo, errando, sentindo e, principalmente, aceitando.
Quando a beleza das palavras ganha corpo na força das ações, o discurso floresce em fenômeno. É onde o companheirismo cria raízes, a lealdade se torna abrigo e a sinceridade vira o solo firme onde crescem a irmandade e a amizade verdeira.
“A voz denuncia o que o discurso tenta esconder, porque antes de convencer o outro ela revela o corpo que fala.”
Do livro A Voz e a Fala — Da Fisiologia da Laringe à Expressão Psíquica: Neurobiologia, Anatomia e Identidade dos Sons Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
O discurso “não existe verdade absoluta” costuma ser só um perfume filosófico para justificar a força quando o argumento acaba.
Um rio tem curso e não diploma
um poema, mesmo, tem discurso
para, só, emocionar não funciona
tem o ponto da surpresa
a força do pensamento e a
claridade da beleza
os braços do argumento
e pontos profundos
tem o peixe para o anzol do outro
e um banho de dopamina
o ah! ah! ah! de raciocínio
no decorrer do discurso
derrubando barreiras
tirando a palavra poema
do preço de peixes baratos
e vendendo-a ao valor do mar aberto
esperto é o pescador
que um peixe esperado assim
morda a isca
Leonardo Mesquita
Não ouvi o discurso
do orador em comemoração
a Batalha de Boyacá,
Mas o quê li a respeito
feriu-me gravemente como
punhal o meu coração,
E quero crer que seja
um equívoco ou se trate
mesmo de uma mentira.
Pois quem se encontra
preso por discordar
do poder vigente
mesmo em tempos
de paz e não desertou:
Jamais pode ser chamado
de traidor e dele
não pode ser tirada a vida.
Não se impõe disciplina
sacrificando ou incutindo
medo na tropa,
Um agir desta forma
é o pleno abandono
da herança mirandina.
Disciplina se impõe com amor,
constância e culto a valentia,...
Porque do meu breviário
sempre sairá
poesia insistente
que abra a sua mente,
ilumine os seus olhos
e restaure o seu coração
em nome dos mais
altos valores de Bolívar:
Pela liberdade da tropa
e do General não
vou parar nenhum
segundo de clamar.
Nós Somos Livres? II
Deve-se manter vigilância constante diante daqueles que, sob o discurso da liberdade, instrumentalizam a manipulação das consciências - subvertendo princípios e fragilizando os fundamentos do bem comum.
Tal prática, longe de promover emancipação, libertação, cidadania... Revela-se um disfarçado exercício de desonestidade intelectual que favorece a corrupção de valores vitais à vida, sob a aparência de idealismo.
Que papo furado dessas pessoas que vão morar na cidade e usam aquele discurso de que no campo a vida era dura. Não sabia que estar em contato com a natureza, comer alimento recém colhido, beber água da fonte, andar a cavalo, trabalhar todo dia com a natureza tendo o céu como teto, andar quilômetros para estudar e com isso dar valor a cada conquista, olhar para o céu e poder contar as estrelas, se banhar nos rios e riachos, aprender o tempo de plantar e colher. não sabia mesmo que isto é vida dura.
Vida dura é ter que ficar horas em um ônibus lotado, é olhar pela janela e só ver cimento, é olhar para o céu e não ver nada além de poluição, dureza é você trabalhar para conquistar e em cada esquina correr o risco de ser roubado. Ter contato fácil com drogas, bebidas e prostituição, ver uma pessoa dormindo na calçada, pedindo esmola, matando por nada, estar frente a frente com o progresso e podridão humana, isto é vida dura.
É impressionante, a cada discurso percebo o quão importante e influente a metáfora Paterna é na constituição da vida psíquica do sujeito, pois na ausência desta, a qual possa ser por via da denegação, foraclusão do Nome-do-Pai ou até mesmo pela omissão da metáfora, surgem as mazelas do inconsciente. E os danos podem ser indescritíveis!
Minha mente não está enraizada por nenhum discurso feito. Os pensamentos mudam como vento, porem o raciocínio é o mesmo, sem vícios ou lados... by rico
A memória é o campo do amor preservado. É nela que a autoridade do discurso humano encontra a raiz mais sustentadora. É na mémoria que lhe guardo. É no coração que lhe preservo
Retire o excesso de reticências do seu discurso. Nesses três pontinhos, aparentemente inofensivos, eu leio seu começo, meio e fim.
Para com isso: não sei, talvez, vou ver, quem sabe, depois te digo, levam a minha admiração para muito longe.
Falta de atitude determina o ponto final.
