Discurso do Casamento Mario Quintana

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Eu não repito discurso, eu penso. E pensar, hoje, já é um ato de rebeldia.

Não venha falar em liberdade, mulher.
Liberdade não mora no discurso, mora nas escolhas.
A tua vida ainda está algemada no ontem,
presa a erros que você insiste em chamar de passado superado.


Hoje você abriu os olhos —
e isso não é redenção, é apenas o começo.
Ver a própria prisão dói,
mas continuar fingindo liberdade é pior.


Agora não basta enxergar.
É preciso romper, assumir, caminhar.
Porque quem acorda e não muda,
continua presa… só que acordada.


Desperta enquanto o momento é de oportunidade.
Você é livre.
Viva a vida.

A coerência é quando o discurso encontra a prática.

"Quem precisa mostrar demais geralmente entrega de menos...muito discurso...pouco impacto."

O silêncio bem construído fala mais alto que qualquer discurso.

O que você faz hoje pesa amanhã
Favela aprende cedo essa lição
Não é discurso, é ação
Amanhã não espera, não - música hoje pesa amanhã do dj gato amarelo

Uma das ideias mais falsas que atravessam o discurso de Lula é a de que seu governo e sua história implicam combate aos ricos.

No mercado de trabalho, resultado vale mais que discurso.

Hoje precisamos vestir menos aparência e mais essência, menos discurso e mais verdade.

⁠Confesse que tenho dúvida sobre esse amor, falar no discurso que ama é lindo, mais nas atitudes e uma decepção.

DISCURSO SOBRE AS AMENIDADES DA VIDA


Repensar a vida é fazer escolhas entre razão e emoção!
Vivemos neste dualismo de consequências de erros e acertos.
As escolhas nos colocam, de certo modo, em momentos da vida, em standby!
Pensar é um exercício da mente humana, mesmo que ela insista em não enxergar seus contrapontos.
O delinear do caminho nos mostra imensas diversidades ou adversidades. Há um mundo com imensas possibilidades, e as probabilidades, nós quem as tornamos exatas.
O corpo e a mente, usamos como ferramentas no dia a dia, e com elas nos mostramos ao mundo. Podemos fazer destas ferramentas bom uso ou não; cabe às escolhas que iremos fazer!
A vida é um jogo de perde e ganha. Os dados são lançados todos os dias, e a "sorte" se mostra nas oportunidades de quem as fez, durante o caminho!
O impacto das coisas que transitam ao nosso derredor nos afirma, no fim de algumas observações, que o projeto de vida precisa ser meticulosamente articulado, pois nada do que se projeta é 100% certo de acerto!
Vivemos em um mundo transitório e mutável. Ontem era aquilo, hoje já é isto...
Largar mão da vida, e entregar este projeto a terceiros, é se ausentar das responsabilidades impostas, adquiridas ou feitas.
O que as pessoas veem em nós não é realmente o que pensam que veem. Então, afinal de contas, o porquê das observações do texto?
Será melindre? Pensamento retórico? Ou estupidez?
Rousseau defendia que os homens nascem bons, mas, em contato com a sociedade que é má, tornam-se igualmente maus.
Hobbes defendeu que o homem nasce mau, com instintos de sobrevivência, e que, devido a tais instintos, é capaz de fazer qualquer coisa. Para Hobbes, a sociedade tem o papel de educá-lo, de humanizá-lo, de torná-lo sociável.
Diante de tais perspectivas, fico com um pé quase que fincado na ideia de que nascemos como papel em branco e a sociedade nos influencia, impondo suas regras, tradições e manejos, para nos moldar do jeito que ela quer! Há os que tentam ir contra, mas moralismo, ética e tendências não partem de um indivíduo, e sim da sociedade, que com o passar dos séculos, sempre muda seu comportamento!
Como diria Jean Paul-Sartre: "O inferno são os outros."

Fé que não se move vira discurso. Jesus provou a fé com passos, suor e ação.

Isso é o rap mãe, não é apologia pai, é cultura, aprendizado que daqui não sai, é discurso rítmo, com rima e poesia, batidas envolventes, contos e melodia...

Após a prisão, o suspeito recorre ao discurso de incapacidade mental na tentativa de se livrar da culpa.

O discurso trás os montes ao fracasso quando imita o canto dos pássaros.

É preferível um discurso simples e entendível a um complexo que ninguém escuta.

Amor se prova no cotidiano, não no discurso
É o café feito sem pedir que diz mais que mil promessas.

Há um discurso recorrente que se apresenta como defensor da democracia, mas que, para muitos críticos, encobre práticas de concentração de poder e limitação de liberdades. Sob essa ótica, o que se vende como ampliação de direitos pode, na prática, resultar em maior controle sobre a sociedade, com decisões centralizadas e pouca margem para divergência.
Nesse contexto, argumenta-se que diferentes setores da sociedade teriam sido gradualmente influenciados: a educação, por meio da formação de narrativas específicas; as camadas mais vulneráveis, por políticas que, embora necessárias, também podem gerar dependência; e o debate público, por mecanismos que restringem vozes dissidentes. A recente discussão sobre regulação e limites no ambiente digital intensifica essa percepção, levantando questionamentos sobre os limites entre organização do espaço público e cerceamento da liberdade de expressão.
Para os que defendem essa leitura, a ausência de reação mais ampla estaria ligada aos benefícios obtidos por grupos que se adaptam ou prosperam dentro desse modelo. Ainda assim, o calendário eleitoral surge como um momento decisivo: é quando a sociedade tem a oportunidade de reavaliar seus representantes e redefinir os rumos do país por meio do voto, instrumento central de qualquer sistema democrático.

Em seu discurso na Bennington College, em 2012,

Peter Dinklage parafraseia uma das frases mais

icônicas de Samuel Beckett:

"Já tentou. Já falhou. Não importa. Tente de novo.

Falhe de novo. Falhe melhor."




macjhogo

A retórica não altera a natureza dos fatos; quem usa o discurso para fugir da própria substância só prova que a inteligência, sem honestidade, é apenas um truque de cena.