Dilema
Nesse momento
Não escrevo poesias,
De alegria, amizade ou Amor...
Apenas vivo o dilema;
Como um instante
Muda o humor...
Também o tempo
Há de mudar o Poema.
Dilema de brasileiro que escuta o galo cantar:
De longe eu vi, igual rapina, é irmão nem toda alma aqui é negra ou branca, todas o mesmo valor, só que alguns esquecem da cor... da vida. Igual ao meu primo, só conseguiu ser gente fina porque escondeu bem sua dor.
Sequela da pátria a favela, sua mãe mulher que mata um leão, mais de um por dia, e porquê, se é o que viemos pra ser na selva
Na minha breve existência, um dilema: como viver numa sociedade onde a definição de "ser alguém na vida" é sinônimo de ter dinheiro?
Por que tal definição não se principia do fato de ser feliz? Ah, fulano é alguém na vida, pois é feliz. Ou de ser aquilo que você queria ser, no sentido estrito da coisa? Ele ali também é feliz pois se tornou exatamente o que queria ser.
Ao fim constato: ser alguém na vida é tão fútil!
Sonhos... O que é real, ou ilusório?
Diante deste dilema arrisco dizer que é tudo o que posso entender, ou dar a entender.
Sem pré-conceitos acerca desse emaranhado de pensamentos que na verdade não faz sentido algum, cujo produto final é a essência de seu percurso. Em meio a tanta complexidade que se tem, o difícil é apenas a falsa cognição que temos. Dotada de um ângulo diferente, entre tantas e possíveis percepções, a lei geral dos signos, do imaginável ou to tangível me vem a explicar uma coisa, a vontade de ser e se fazer representar.
A morte de Bento Rodrigues
O que eu posso fazer é um poema,
Já que o meu dilema
Ninguém vai escutar.
A lama lambeu Mariana
E numa atitude insana
Passou também a vomitar.
Ficou tudo dejetado
Que até o meu compadre
Veio a se afogar...
Pobre de Bento Rodrigues
Que morreu soterrado
Na Barragem do Fundão.
O culpado, segundo atestado
Foi um tal de Samarco
Que fazia a exploração...
Agora ficou complicado
Pois até em Espírito Santo
Essa lama chegou.
Tudo foi contaminado
Pelo pior dos pecados
Que é a ganância
Desse povo explorador.
Leandro Flores
BH, 09/11/2015
*Em solidariedade as vítimas no desastre ambiental em Mariana-MG.
O dilema de um Olhar
O dilema da sua ausência
o dilema da TPM
Olhar e amar a não se ver a quem
Não deixa de lembrar o seu rosto
Amar e ter raiva de amor
Tanto a discussão pode ser vista como o principio de um dilema, quanto como o inicio de um entendimento, e o resultado disso dependerá não pela concordância em si, mas pelo o estado de espírito dos envolvidos.
A seroprevalência é um dilema?
Infelizmente sim! O maior problema é a discriminação,
problema este que não só abrange pessoas seropositivas
mas também pessoas com outras patologias, o exemplo mais
concreto que tenho aqui a
destacar é a Tuberculose uma
doença infecciosa. O que tem se
notado muito é que no geral são
discriminadas pessoas com
doenças infecciosas.
Em várias partes do mundo pessoas que vivem com a sida
são discriminadas mas em países pobres ou em via de
desemvolvimento este dilema é
mais patente, o caso de
Moçambique. Em Moçambique o
número de portadores da sida é muito elevado, infelizmente
pouca parte dessas pessoas é que fazem o tratamento antirretroviral (tratamento que
visa retardar a evolução do vírus). Estima-se que 90% das
pessoas com a doença no país
tem idades compreendidas entre
os 15 a 45 anos de idade.
Em geral tudo tem seus factores que podem ser benéficos ou não.
São vários os factores que concorrem para o problema da
discriminação devido a
seroprevalência mas tenho a
destacar o seguinte factor:
• A falta de informações por parte dos que discriminam.
O que eu não entendo é que muitos pensam e mal pensam
que sida contrai-se por
exemplo,através de beijo, quem
disse que eu vou ter sida só
porque usei o mesmo copo para
beber água com quem tem sida?
Sida não se contrai através de um abraço, aperto de mão,
convivência com quem tem sida,
dormir na mesma cama, usar a
mesma toalha.
Existem três principais formas de
contrair sida que são:
• Relações sexuais
• TrANSFUSÃO DO SANGUE CONTAMINAD
• Através de mãe-filho (durante o
parto e amamentação)
Na verdade as pessoas com sida não é para ser discriminadas ao
contrário nós devemos ajuda-los
apoia-los e persuadi-los a fazerem o tratamento. Ainda não HÀ um tratamento que possa
curar a sida mas há para retardar
a evolução do vírus.
• TODOS NA LUTA CONTRA A
DISCRIMINAÇÃO DAS PESSOAS
PORTADORAS DA SIDA.
Autor: Miguel Pascoal
Essa minha troca de palavras é devido a dor de um seresteiro, levarei adiante aquele dilema que custa em me deixar, daquela rosa dos ventos qual me ferira, tempo por mim não se compadece, porém a aquelas cicatrizes aradas como notas cravadas que em tudo agradeço...
magoas sem destino
minha tristeza,
caos por dentro
triste dilema
sútil monstro
branda futilidade
assombrada
amarga...
pobreza natural.
A sua insanidade é um dilema que eu não desejo entender, apenas domar. Não me venha com subterfúgios e argumentos incoerentes, pois há momentos em que o belo não persevera e a mansidão é um ato suicida.
Espinhos
Me arranhei em espinhos
que sangraram a mim
e a minha alma, assim,
num absorto dilema do coração
tatuaram na carne da emoção
marcas de sonhos e paixão.
Uma saudade,
uma lágrima,
um triste olhar,
uma dor a lamentar,
um vazio de carinhos.
Todos espinhos...
Me vi sozinho
acompanhado
sorridente, calado...
Perdido em poemas... (dilemas)
Entre espinhos e flores
afagos e amores
tive o meu poetar como espectador.
Nunca desistir dos meus sonhos
Esse eh o meu dilema....
Vai ter que ter muito esforço
Mais sei que vai valer a pena...
FEIERO
SE EU TENHO MEDO
VOCÊ RECEIO
SOMOS ANSEIOS
RECHEADO DE BLOQUEIO
DILEMA ALHEIO
AGULHA NO PALHEIRO
FARINHA DO PADEIRO
CIMENTO PRO PEDREIRO
PUTRÉFO E RASTEIRO
ESPIRITO SORRATEIRO
CAMINHO ESTREITO
DEUS MILAGREIRO
GUERREIRO HERDEIRO
FUTURO SEM PREÇO
(RBJ)
Difícil dilema da minha vida poética.
É querer te esquecer...
Precisar te esquecer...
É ainda lembrar-se de você.
E não conseguir te esquecer.
Assim é o dilema do meu viver.
Pensamento do dia 05/09
Não confunda suas frustações, como um dilema moral a outra pessoa. Ela não tem culpa pelos seus erros.
Dilema
Me perguntarão quem é o cantor? E eu
respondi; Dos tempos atuais? Ou dos áureos tempos remotos? A musicalidade atual é barulho. E barulho irrita, quem sabe algum dia isso mude, ou talvez teremos mais uma década de funk e outras barulheiras desagradáveis...
