Deuses
A afirmação de Jesus de que “vós sois deuses” abre um campo de investigação que nos leva à intersecção entre a razão, a espiritualidade e a evolução do autoconhecimento. Do livro : Vós sois Deuses - de Nina Lee Magalhães
A afirmação de Jesus de que “vós sois deuses” abre um campo de investigação que nos leva à intersecção entre a razão, a espiritualidade e a evolução do autoconhecimento. Ao analisarmos essa declaração à luz dos ensinamentos presentes nas diversas doutrinas, percebemos que a busca pela verdade interior é um caminho comum traçado pela filosofia, pela teologia e pelas ciências espirituais. Essa investigação se revela ainda mais profunda quando consideramos os conceitos, onde se afirma, que “Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas”. Dessa premissa, poder-se-ia inferir que características inerentes ao Criador residem, de forma latente, em nosso espírito, mas tal conclusão demanda uma reflexão mais apurada.
trecho do Livro Vós sois Deuses
de Valdira Abreu Magalhães Nina Lee de Sá
O homem implora a misericórdia dos deuses e não tem misericórdia pelos animais, para os quais ele é como um deus. Tudo quanto vive está unido por laços de parentescos, e os animais que matais já vos deram o doce tributo do seu leite, o macio de sua lã, e depositam sua confiança nas mãos que os degolam.
Há muitos deuses neste mundo, alguns escolhem uns, e outros escolhem outros deuses, mas o Deus verdadeiro o grande "EU SOU" Você não o escolhe, ele escolhe você.
Cordeiros não serão imolados,
Os Deuses da discórdia sangrarão.
Vingança não é prato requentado,
Mas banquete aos relegados
Onde os mesmos se fartarão.
Sou uma religiosa
Sem religião
Sou uma ateia
Cercada de deuses
Sou uma peregrina
Parada no tempo
Sou uma profana
Que embeleza o templo
Sou o riso puro
Na sordidez desmedida
Sou a palavra dada
No silêncio da noite
Sou a ternura plena
Na entranha do vil
Sou a estranha imagem
Do meu próprio desvario
Quem poderá domar os ventos?
Quem poderá calar a voz do sino triste?
Nem deuses...
Nem monstros...
Nem tiranos...
Que em cada hora se perde...
A esperança que amarga...
Do que foi dito pelo não dito...
Na voz dos aflitos...
O consolo dos desconsolados...
O cristal foi quebrado...
O tempo perdido...
A lágrima que rola...
Escondendo os gritos...
Outrora prometido...
O que hoje não tem mais sentido...
E no labirinto que se encontra...
Ainda sonha...
Desejando não estar perdido...
Mas os ratos devoram...
Até as hóstias sagradas...
Invadem casas...
Trazem dores e martírios...
A saída é a luta...
Mas com quem lutar?
A luz está difusa...
O fim será se entregar?
Será do látego o carinho que irá receber?
A fome...
A miséria...
A morte...
Mais sofrer...
O destino escolhido...
Pela indecisão...
Sandro Paschoal Nogueira
Deixados sobre a mesa...
Como os homens vivem...
Nem os deuses socorrem...
Os sonhos, as esperanças e ilusões...
Como um deserto imenso...
De conversas vãs...
Da enorme dor humana...
Que todos fingem não ter...
A essência de ser e parecer...
Conduz ao purgatório...
Sem ninguém perceber...
Vácuo imenso e fundo...
Eterna busca...
Inconstância do homem de ser...
Responde sorrindo à cruel realidade...
Enquanto perde-se no horizonte...
Acreditando crer...
A terra cumpre sua promessa...
De tornar a todos iguais...
O bom, o mal...
Quem riu, quem amou...
Que chorou os seus ais...
Nem este falso silêncio...
Sobre os ombros nus
e esmagados...
Nem o luar...
Pode esconder os pecados...
Raro e vazio dia.
Noite desamparada...
O momento é tão fulgaz e rápido...
Até para o mais amado...
Sandro Paschoal Nogueira
T amo juntos ou separados
t amo que t amo
e por capricho dos deuses
t amo d mais
é quanto mais t amo
t amo
"" Minha flecha queria teu alvo,.mas antes
sorver-te devagar, como manjar dos deuses
tuas entranhas beijar e tanto que o tempo fosse até esquecido
por ser repleto no coração
te fiz sereia a encantar
a alma que aprisionada, pedia libertação
foste desejo
imensuráveis loucuras
intermináveis pensamentos
até a crueldade da vida impor limites
não nos tornamos areia e mar
percorremos o difícil caminho
mas sem carinho, não nos achamos como queríamos
fomos desejos contidos em corpos que ardiam
necessitados de se tornarem um...
no ponto onde a vida costuma mandar
nos tornamos escravos
da maldita solidão...
Quando me for, lembrem-se disto: nunca aceitei totalmente viver sob as condições de deuses capitalistas que, com proselitismo, usando nosso suor, recriaram o mundo ao bel prazer deles em detrimento de nós
Deuses estão mais para uma bela foto na revista, ou um pôster na parede, você pode até achar maravilhoso, e experimentar sensações bem incríveis olhando para isso, mas é só até ai, pois por mais que você espere muito, toda satisfação sempre ficará por sua própria conta.
Bem vinda(o) ao clube dos egos inflados, dos deuses unicamente de si mesmos, dos umbigos maiores que a cabeça, e o coração, Infelizmente.
Foram homens insones que criaram os deuses. É na solidão da madrugada, quando o sono se vai, que nos defrontamos com nossa frágil pequenez. As culpas, arrependimentos e tristezas mais profundas afloram da lixeira da consciência. Dor. Alma lancetada. Desespero. Precisamos de alguém mais forte para nos punir, consolar e perdoar. Um ser infinito, eterno, narcísico, poderoso, imune às culpas, onisciente diante de nossa inconsequência. Eterno e todo poderoso, como gostaríamos de poder ser. Ditadores do destino. Não dores e desatino.
É na solidão da madrugada que nos defrontamos com nós mesmos. E por insuportável culpa, numa madrugada qualquer, surgiu a metafísica. E com ela o primeiro Deus. E o homem, rosto banhado em lágrimas, se ajoelhou e rogou ao senhor eterno que criou: Me perdoe! Me salve!
E o sono voltou...
http://www.interrogaes.com/2013/09/foram-homens-insones-que-criaram-os.html#.UjR703-TuwQ
O infinito me diz que o amor é um dos Deuses mais perfeito que existe e que pode nos trazer a intensa paixão que buscamos;
Eu sou assim mesmo tanto que meu coração já não cabe meus singelos momentos sonhados;
Não se desfaz a aliança que crio entre nós mesmo sem estarmos juntos realmente;
Mas quase acreditando que é perfeito entre lutas e descansos com honras e a sensação de felicidade;
Sua existência censurou a beleza das rosas raras, vistas por divinos deuses no qual cultivam a beleza dada em consentimento pelos mesmos;
Admiremo-na pela infinita doçura de seus lábios acompanhados de seus olhos que me arranca toda minhas vestes para saciar-se e deliciar-se;
Os teus trejeitos assemelham-se às rosas mais belas cultuadas pelos deuses da mitologia;
E o perfume do teu corpo é a fragrância das frutas e gosto de seus beijos para insinuar um gole de vinho delicioso;
Para os olhos famintos não tenho direção e para a amada minha doou todo o meu coração;
Raiva? Não sinto raiva. Embora muitos se achem deuses, são apenas homens comuns dotados de alguma inteligência e esforço pessoal. Os humildes são bons juízes, apenas os humildes.
Todos os seres humanos; todos os seres inteligentes, todos são deuses, programadores do seu próprio "Eu". Todos estes são profundos, porém nem todos possuem o hábito ou o preparo para olhar a sua totalidade.
