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Deus Usa a Solidao para Ensinar a Convivencia

Cerca de 139675 frases e pensamentos: Deus Usa a Solidao para Ensinar a Convivencia

⁠Ensinar empreendedorismo desenvolve competências essenciais para o século XXI.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo promove a inovação em todas as áreas da vida.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo inspira a busca por novos horizontes.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo promove a autoconfiança e a autoestima.

Inserida por JonesDonizette

⁠O aluno não vai à escola ensinar ou praticar o mundo que ele vive fora dela! Ele deve ir à escola aprender sobre o conhecimento acumulado durante a evolução da humanidade, para tentar melhorar a vida fora da escola.

Inserida por rogeriojoaquim

⁠Me encanta ensinar. Mesmo o que não sei.

⁠Ensinar empreendedorismo promove a igualdade de oportunidades.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo oferece uma visão de futuro próspero.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo inspira a próxima geração de líderes comunitários.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo inspira autoconfiança.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo ajuda a desenvolver habilidades práticas.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo inspira a inovação social e tecnológica.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo pode reduzir a dependência de assistência social.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo pode transformar sonhos em realidade.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo pode reduzir a criminalidade.

Inserida por JonesDonizette

⁠Ensinar empreendedorismo à base cria oportunidades de renda sustentável.

Inserida por JonesDonizette

⁠Uma das nossas missões é aprender a ensinar cada vez melhor a ensinar a aprender.

⁠"Todo clique impensado pode ser uma armadilha. Ensinar sobre phishing é salvar dados e vidas."
- Oliveira, M.R., 2025.

Inserida por mastroianni_oliveira

⁠A educação que as crianças recebem nas escolas não é suficiente para ensinar princípios básicos de caráter, esses só o exemplo dos pais ensina. Quando a criança vê os pais maltratarem uma pessoa menos favorecida quer seja financeiramente ou intelectualmente entende que aquele comportamento é certo, O mesmo acontece quando a criança vê os pais embolsarem troco a mais que a caixa lhe deu. O exemplo ensina mais que as palavras.

Inserida por antoniofelippo

ÉVORA -

⁠Ir àDescoberta de Évora é ensinar a todos os interessados, mais ou menos conhecedores da cidade, que olhem para Évora com outros olhos, que descubram nas actuais pedrarias, ruas e edificios quem, como nós, a já habitou, viveu e construiu. Outros Tempos, outras Eras, outras Idades, tudo ainda subjacente ao aqui e ao agora que vivemos. Pormenores que desvendam épocas agora encobertas pela actual modernidade mas tão presentes ainda.

Virgilio Ferreira que a habitou escreveu certa vez:
"Évora é uma cidade branca como uma capela. As veredas dos campos convergem para ela como os rastos de esperança dos Homens. E, tal como uma capela, Évora é habitada pelo silêncio dos séculos e dos campos que a envolvem ..."

Por sua vez, Florbela Espanca descreveu-a nos seus sonetos como "(...) Ruas ermas sob os Céus cor de violetas roxas ... ruas frades pedindo em triste penitência a Deus que nos perdoe as miseras vaidades."

Cecilia Meirelles, poetisa Brasileira que certa vez a visitou, chamou-lhe Évora Branca e disse que sentia "como se o escultor tivesse querido imortaliza-la. Porque há em Évora um silêncio de cetim, franzido apenas de repente pelo fernesim dos pombos, pelo frémito da água esverdeada ... amo a sobriedade gráfica das suas muralhas que caminham para longe como o dorso eriçado de um animal ante-diluviano, e as torres quadradas, e os parapeitos sobre os arcos, e o vulto maciço dos palácios ... tudo tem uma grandeza, uma dignidade que o cimento armado, a meus olhos, não consegue ter ..."

Miguel Torga cita-a: "Não tenho nas minhas veias, nem o templo de Diana, nem a praça do Geraldo, nem a brancura redonda da água das tuas fontes..."

Em Évora Romântica Ricardo Louro escreveu: E vejo o Templo, a Sé, em longas margens de sossego, na serenidade dos heróis, na tristeza das fachadas, na dolência dos jardins, na quietade dos olhares, na plenitude das gentes, que, pela vida, agora, tantos anos volvidos, ainda vão passando, serenas, imutáveis, imberbes!

Venha ao encontro de Évora onde tanta vida se já viveu, tanta vida se vive agora e tanta há ainda por viver.

Inserida por Eliot