Destino
entre os cortes rasos de uma faca cega
e os profundos de uma espada medieval,
aos imensos vórtices do espelho que refletem a estranha sinestesia
do cheiro do sangue vermelho que jorra de alguém que já se foi;
e ecoam o som dos passos rápidos de um mago que custa ao desvendar um mistério,
mesmo já sabendo para quem seria passado o trono do império,
ou do clero que arrasatavam suas túnicas ao chão etéreo
desesperados ao som do anúncio da guerra dos ingleses,
manchando de terra o pano branco lavado pelos camponeses.
um estranho caminho já traçado me leva a segui-lo inteiro passo a passo
sentindo o toque gelado da armadura de aço,
ao cheiro forte da sala do trono feito de couro legítimo,
os mapas do comércio marítimo
e as decisões tomadas para a próxima guerra,
as toras de madeira na lareira me esquentam
e ainda ouço elas sendo cortadas ao som da serra,
que em conjunto, formam um futuro já criado que se desenterra.
designado da passagem de um trono hereditário;
na cabeça, uma coroa que pesa desde o berçário
que resultava do trabalho árduo hierarquicamente vindo dos currais
de terrenos feudais,
no fim, acabamos todos como os nossos pais.
pelo castelo passeiam os plebeus e os bobos da corte
com falsas piadas disfarçadas de críticas sociais
sujando as américas e o europeu,
de quem desmerece tudo que passou, de quem nas trincheiras morreu.
não sou culpado, todo o meu futuro já está escrito,
desde quem mora em castas cobertos por vestes gastas
ou do mundo dourado da corte que será maquiado em alguns séculos por cineastas,
quem te dá a certeza que foi essa vida que valeu?
você me questiona muito, o por que de não mudar a realidade,
por que estamos em época de um histórico apogeu
elogiando um livro facilmente mesmo para quem nunca o leu,
entre quatro mil palavras e filosofias
diz que não nasci pra isso,
mas afinal, quem sabe para que nasceu?
você me questiona muito, o por que de não mudar a realidade,
por que estamos em época de um histórico apogeu
elogiando um livro facilmente mesmo para quem nunca o leu,
entre quatro mil palavras e filosofias
diz que não nasci pra isso,
mas afinal, quem sabe para que nasceu?
Crescer é ver o novo e ir alem pois muitas vezes por comodidade, ficamos cegos diante das nossas poucas verdades.
O mais doente flagelado social, é aquele que se julga culpado, por sua pobreza, infelicidade, infortúnio, sua falta de sorte e predestinado para sofrer.
O respeito e amor ao próximo, funcionarão como um dínamo a gerar na consciência, a luz que será o farol, a iluminar o caminho em direção ao destino.
Fazer uma diferença positiva na vida das pessoas que cruzarem o nosso caminho é contribuir para que tais pessoas façam a mesma diferença para os próximos que encontrarem.
Gentileza e respeito dados, gentileza e respeito recebidos, como uma corrente sem fim.
Que cada novo amanhecer seja um lembrete do poder transformador da vontade humana para moldar o destino.
Pessoas acomodadas odeiam mudanças, já as sábias, sabem que sem mudanças de trajeto, nunca se chega a um destino mais cedo que o habitual!
Asas
Com as asas rasgo os ares
Pouso em fios, edifícios e observo mares
Se tenho asas é para alçar os ares
Ver de cima, tudo lindo.
Desço para ver de perto
vejo uma malha em confusão
de pequenez imaginação.
Rios poluídos que descem pela encosta
numa humilhação que desconforta
num chão revestido de alcatrão.
Nunca me disseram que lá embaixo
era pura podridão.
Por que me deram asas
se em troca só tenho decepção...
Ver o vexame posto
não é de bom gosto.
Asas, para quê?
Para assumir o meu destino
de enorme envergadura.
Vingar as desesperanças,
depois de desiludida e humilhada,
abraçar os que de olhos tristes me fitam
e se voltam acanhados, vencidos,
por acharem que em tudo aquilo
existia alguma graça.
Desgarrada
Observa como ela passa desatenta
sem pressa, sem lugar
vai, segue indo
É tudo lindo?
Já não vê
está sem rumo
não sente a vida
não tem destino.
O que é a vida, senão uma história escrita pelo sentimento de nós e de outros, pelo acaso desse várias escolhas e sujeitos, o destino e presente mais passado vezes escolhas. Como disse um gênio; na existência a matemática é presente. Presente que torna o destino possível e a vida cheia de suas histórias e novas escolhas. Uma passado que amadureceu e virou presente na nossa vida.
Não somos possuidores
de nada, a não ser
de nossos sonhos,
portanto, tente realiza-los,
senão, o tempo passa
e leva o nosso destino.
Protecção
Que diremos a estas coisas? Se Deus é por nós!
Quem tomará o seu lugar, para ser contra nós?
Aquele que nem mesmo o seu filho poupou!
Mas antes por nós, o totalmente entregou!
Como não nos dará então todas as boas coisas!?
Quem intentará acusação contra os escolhidos,
de Deus? Ainda que sejam sempre perseguidos?
Tu Lúcifer contra eles, a tal jamais o ousas! ....
É Deus quem os justifica diante do trono divino!
Quem os condenará? Pois é Cristo, quem morreu?
Ou antes quem venceu, o do homem à morte destino!
Venceu a morte, pois ela não tinha poder sobre ele!
Está vivo e intercede, junto do pai, por todo aquele,
que de Deus nasceu e a Deus já se converteu!
Estar perdido não significa necessariamente não saber onde queremos chegar. Por isso, não te preocupes quando te sentires perdido. Foque apenas no destino, que, a qualquer momento, podes abrir a cortina e te deparares com a vitória.
Pensamentos geram ações que por vezes repetidas formam o hábito.
A somatória de todos os nossos hábitos molda nosso caráter.
Aquilo que você foi no passado não necessariamente ditará o seu destino.
Quer uma real mudança na sua vida?
Comece mudando você mesmo.
Nas estradas da vida, muitas encruzilhadas se faz obstáculos,
pois em meio a tantos caminhos percorridos, a placa de aviso...
logo da indícios de que nem tudo está errado!
