Desculpa mas Nao posso Retribuir seu Amor
Alô! amiga?
Posso te dar um conselho?
" Seja sempre você"
Seja sempre a tua melhor originalidade
Não mude por ninguém, nem mesmo por outro que se diz " alguém"
No fim das contas você vai olhar pra você mesmo e vai dizer o quanto é bom ser " Eu mesma sempre"
.. Vivemos no tempo em que muitos querem ser o que não são..
Ser a melhor amiga, a melhor companhia e até o melhor irmão ou irmã...
Mais as vezes deixamos de ser o que realmente somos com o tempo..
Por que o tempo ele desvenda nossas facetas.. nossa realidade!
Enfim! Seja sempre você querida!!
SECURA SEQUIOSA
Sequiosa a secura, como é frágua
o chão ressequido árido secou
Posso ter sede de mais água
mas do craquelado, o cerrado eu sou
E na cremação dos meus versos
saudades, magia e seca maresia
Rimando no cerrado, diversos:
O abrandar da noite, a azia do dia...
Fria está sequidão, ardida e fria!
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Abril de 2016
Cerrado goiano
O teu jeito é doce
Eu posso sentir daqui
É sutil o teu jeito
É sereno os teus olhos
É manso os teus acordes de silêncios
Gosto disso !
Mas tenho medo
porque mal te conheço.
É um anseio de querer te tocar
É uma vontade de em ti navegar
É um suspiro leve por te sentir
É um desejo meio tímido
pulsando por aqui
Chego até escutar sua voz ao longe
e salivo seu jeito menino .
É bom sentir esse gosto!
E na noite passada , nem queria dizer ...
Mas Acabei me apaixonando
por você !
A mudança ocorre quando os dedos começam a percorrer e a tela demonstrar; www no que posso te ajudar.
Eu sonho
Posso flutuar sobre um caminho iluminado
Folhas em terra úmida: samambaia
Terra escura que exala o seu cheiro
Água pura da nascente
Posso sentir o nada, o espaço, o vazio
Qualquer coisa que me leve ao céu
Se for a morte, deve ser um sentimento bom
Se for mesmo um sonho, que dure até o amanhecer
Raios puros de um sol que se mantém escondido
A calmaria
A paz
A mistura de calor com frio na temperatura aconchegante
Não há medo
Não há dor
Não há inércia
Só o ar
Que bom é navegar em um sonho
Morfina
Posso partilhar o que é belo, o que me diverte, o que me encanta, ouvir a música que me transporta, mas posso pedir para reflectirmos e fazermos alguma coisa no nosso pequeno mundo... Nem que seja uma gota neste vasto oceano, mas que pode fazer toda a diferença.
Quando eu acordo, penso, "O que posso fazer para ajudar os outros?". Acho que todos devemos algo ao mundo.
Quando você, sorri posso sentir.
Você feliz, leve, solta deixando a vida fluir.
Porque o fardo que carregava,
Já não está a mais a te reprimir.
Mantis: Quando eu toco em alguém posso sentir seus sentimentos.
[toca na mão de Quill]
Mantis: Você sente... amor!
Peter Quill: Sim, eu acho – Sim, eu sinto um amor geral e altruísta por todo o mundo.
Mantis: Não. Amor carnal...
Peter Quill: Não. Não. Não sinto.
Mantis: [aponta para Gamora]... por ela!
Peter Quill: Não!
[Drax ri histericamente]
Drax: Ela acabou de contar para todo o mundo o seu segredo mais negro e profundo!
Eu posso até te desculpar mas suas palavras ficarão esculpidas para sempre na minha alma sobre a qual eu não tenho controle algum.
Posso até parecer orgulhoso diante dela, forte, equilibrado e etc... Mas na verdade, me apequeno por dentro, porque sei que ela merece tudo de bom que um homem pode oferecer há uma mulher. Posso não demonstrar, mais acredite eu sinto tudo isso.
Recordação
Entretenha em mim
como um ar frio.
Faça me descansar...
Ainda posso sentir,
sentir você.
"Feche olhos então." ela disse.
Agora posso imaginar...
Vejo o vento vindo
agora.
Descansava-se sobre
a grama, uma linda dama.
O dia estava verde,
mas a nevoa pairava no ar
como fios de algodão.
Não sei onde eu estava
e nem como fui para lá.
Só sei que estava lá...
O que mais eu poderia
recordar ?
De lá do alto eu me jogo.
Mergulho profundamente
em mim mesmo.
Fotos antigas, antigos
filmes.
Vejo tudo isso lá, mas
ainda com os olhos
de um percevejo.
Não vejo nada direito...
Mas tudo me leva ater lá.
Não queria mais voltar.
Tudo agora fico tão nítido que
meus olhos sangra, lagrimas
incolor, mas não a dor...
Estava tudo lá, eu pude sentir,
eu pude ver...
Agora com os olhos de um falcão.
Foi como se eu pudesse sentir,
por quer tudo me leva a isso.
E lá estava o que sempre procurei...
Contrariedades
Eu hoje estou cruel, frenético, exigente;
Nem posso tolerar os livros mais bizarros.
Incrível! Já fumei três maços de cigarros
Consecutivamente.
Dói-me a cabeça. Abafo uns desesperos mudos:
Tanta depravação nos usos, nos costumes!
Amo, insensatamente, os ácidos, os gumes
E os ângulos agudos.
Sentei-me à secretária. Ali defronte mora
Uma infeliz, sem peito, os dois pulmões doentes;
Sofre de faltas de ar, morreram-lhe os parentes
E engoma para fora.
Pobre esqueleto branco entre as nevadas roupas!
Tão lívida! O doutor deixou-a. Mortifica.
Lidando sempre! E deve conta à botica!
Mal ganha para sopas...
O obstáculo estimula, torna-nos perversos;
Agora sinto-me eu cheio de raivas frias,
Por causa dum jornal me rejeitar, há dias,
Um folhetim de versos.
Que mau humor! Rasguei uma epopeia morta
No fundo da gaveta. O que produz o estudo?
Mais uma redacção, das que elogiam tudo,
Me tem fechado a porta.
A crítica segundo o método de Taine
Ignoram-na. Juntei numa fogueira imensa
Muitíssimos papéis inéditos. A Imprensa
Vale um desdém solene.
Com raras excepções, merece-me o epigrama.
Deu meia-noite; e a paz pela calçada abaixo,
Um sol-e-dó. Chovisca. O populacho
Diverte-se na lama.
Eu nunca dediquei poemas às fortunas,
Mas sim, por deferência, a amigos ou a artistas.
Independente! Só por isso os jornalistas
Me negam as colunas.
Receiam que o assinante ingénuo os abandone,
Se forem publicar tais coisas, tais autores.
Arte? Não lhes convém, visto que os seus leitores
Deliram por Zaccone.
Um prosador qualquer desfruta fama honrosa,
Obtém dinheiro, arranja a sua "coterie";
Ea mim, não há questão que mais me contrarie
Do que escrever em prosa.
A adulaçãao repugna aos sentimento finos;
Eu raramente falo aos nossos literatos,
E apuro-me em lançar originais e exactos,
Os meus alexandrinos...
E a tísica? Fechada, e com o ferro aceso!
Ignora que a asfixia a combustão das brasas,
Não foge do estendal que lhe humedece as casas,
E fina-se ao desprezo!
Mantém-se a chá e pão! Antes entrar na cova.
Esvai-se; e todavia, à tarde, fracamente,
Oiço-a cantarolar uma canção plangente
Duma opereta nova!
Perfeitamente. Vou findar sem azedume.
Quem sabe se depois, eu rico e noutros climas,
Conseguirei reler essas antigas rimas,
Impressas em volume?
Nas letras eu conheço um campo de manobras;
Emprega-se a "réclame", a intriga, o anúncio, a "blague",
E esta poesia pede um editor que pague
Todas as minhas obras...
E estou melhor; passou-me a cólera. E a vizinha?
A pobre engomadeira ir-se-á deitar sem ceia?
Vejo-lhe a luz no quarto. Inda trabalha. É feia...
Que mundo! Coitadinha!
Quando me sinto Furiosa, me olho no espelho e digo o quanto eu posso ser melhor, então decido melhorar por mim, para que os outros por tras de mim, sejam mais felizes.
Repare teu erro e verá que o outro nem sempre é o vilão.
