Depoimento para uma Garota que eu Amo
Estar consciente é uma constante fuga da loucura. Loucura é aceitar viver no universo do outro. Amor é um ato de loucura. Razão é o ato de assassinar suas versões que não cabem. Empatia é um estado de consciência. Pensar é ato mínimo. Refletir é dignidade. Silêncio, educação.
Aceite estas palavras como pétalas de uma flor,
Cada uma, um juramento do mais puro amor.
Te amo mais que o meu próprio infinito,
Preciso que saiba,
És meu sentimento mais bonito.
Amo ao meu gesto
É como uma flor
De petalas e seda em setim
seu forte poder
Em amar
Demostra
Uma musica
De um anjo
Que me embala
e me faz sentir alegre
com um palpitar nas emoções
Desejo que se encontra
Entre as nossas razões
De viver e estar
Encontrei em si
A beleza de amar
Sinto que sofro de amor, amo demais. Morrer de amor é viver com ele, e fazer dele uma parte de mim.
Amo ser psicólogo porque é uma jornada diária de escuta, acolhimento e transformação. Cada história que ouço, cada dor compartilhada e cada conquista vivida me lembra do privilégio que é caminhar ao lado de quem busca se conhecer e se curar. A psicologia me permite ser uma ponte para o crescimento e para a superação, e essa é a maior realização que eu poderia ter.
Amo cada pedacinho de mim, mas é chegado o dia onde três me odiaram, não sei três, mais sei que uma vai abrir esse louco caminho .
Se você que não existem pessoas confiáveis, seja você uma pessoa confiável.
Se você acha que o amor não existe mais, seja você uma pessoa amorosa.
Se você acha que as pessoas não são compreensivas, seja você uma pessoa compreensiva.
Se você acha que as pessoas te ignoram, seja você uma pessoa atenciosa.
O mundo não é ruim, provavelmente o que falta em sua vida é colocar a felicidade de alguém em primeiro lugar. Esse é o ponto inicial para o despertar na caridade.
Precisei apenas de alguns dias para perceber o quanto te amo, mas vou precisar de uma vida inteira para tentar te esquecer.
Amor sem freios
Amo você de uma maneira que transcende o comum. Não se trata apenas de atração ou afeição passageira, é um amor que carrega uma urgência avassaladora, como se o ar ao nosso redor fosse mais denso, mais carregado de significado quando estamos juntos. O mundo se expande e se contrai ao mesmo tempo; a realidade, antes tão previsível, agora pulsa com uma nova energia. Tudo o que faço, tudo o que vejo, se torna vazio quando você não está perto. Você dá vida ao ordinário, transforma o banal em algo sublime. E eu me pego preso nessa necessidade, nesse desejo quase visceral de estar ao seu lado, como se, sem você, as coisas simplesmente não fizessem se
Me pergunto, às vezes, se você percebe o quanto te observo. Cada detalhe seu, cada expressão, parece guardar um segredo que só eu posso desvendar. Fiz do teu rosto meu templo particular, onde cada sorriso, cada olhar, cada movimento, é uma obra-prima que merece ser contemplada. E então, quando você me pede para ficar, tudo dentro de mim se acalma e, ao mesmo tempo, se agita. O toque da sua pele, o calor do seu corpo ao vestir minha camisa, é a junção perfeita entre o íntimo e o proibido. Amar você é fácil demais, mas é também perigoso, porque me perco. Perco a razão, perco o controle, e, honestamente, não me importo.
Nossa relação não é feita de cuidados delicados ou planos seguros. É feita de urgência, de uma paixão que esbarra no caos, mas que abraçamos com gosto. Eu não quero o amor quieto, o amor que se protege de dor ou de riscos. Quero o amor que queima, que desestabiliza. Quero aquela paixão que finge não existir, mas que explode em momentos de descuido, em risos altos e toques apressados. Eu quero estragos, quero noites em que nos entregamos ao acaso, sem pensar nas consequências, sem medir as quedas. Quero a loucura de não saber o que vem depois, mas querer viver cada instante intensamente. E, juntos, cometemos nossos pequenos pecados, em quartos de hotéis caros, em festas que não lembramos no dia seguinte, em fugas que só fazem sentido para nós.
Confiar é difícil, mais difícil do que virar as costas e ir embora. Mas, ainda assim, não me vejo partindo. Não consigo querer outro caminho senão o de estar ao seu lado, mesmo que às vezes seja perigoso, mesmo que, em certos momentos, eu me perca completamente de mim. Me desculpa se não consigo ter cuidado, se a segurança não me interessa. Eu escolhi você, escolhi nós. Escolhi essa paixão de excessos, esse desejo que nos envolve e transforma.
Quando estamos juntos, parece que o mundo inteiro perde a gravidade, tudo fica tão surreal, como se estivéssemos em uma dimensão paralela, onde o tempo desacelera e cada segundo vale por horas. Entrar em você, tocar sua alma e sua pele ao mesmo tempo, é um ato que vai além do físico, é como se, naquele instante, todas as respostas que eu procuro estivessem ali, ao alcance. Você me faz esquecer quem eu sou, e, ao mesmo tempo, me lembra de quem eu quero ser. Em você, me encontro e me perco.
Nosso amor é um campo de batalha, um lugar onde não há espaço para a monotonia. Ele é cheio de contrastes — doce e amargo, suave e selvagem, terno e explosivo. Somos como uísque com tequila, uma mistura perigosa e intensa que, de alguma forma, funciona. E nessa dança errante, nesse toque psíquico, nesse caso visceral, encontramos uma espécie de equilíbrio estranho. Somos o caos, e é nesse caos que a gente se entende.
E, quando olho para nossas fotos, não vejo apenas imagens congeladas. Vejo momentos de pura intensidade, de desejo latente, de uma vida vivida sem freios. Cada retrato é uma lembrança de que, por mais que o mundo ao redor desmorone, nós escolhemos o risco. Escolhemos viver o agora, esquecer o depois. Isso é perigoso, talvez, mas é exatamente o que faz tudo valer a pena. E, por mais que a realidade tente nos puxar de volta, nós resistimos, nos mantendo suspensos nessa bolha de desejo e loucura, onde o que importa é apenas o que sentimos aqui, agora, nesse exato momento.
Te amo muito pra estragar sua vida por uma coisa que não vai rolar. Não te perturbo mais com o que sinto e penso. Passar bem.
Após muito observar e viver,
sentir e escrever
Cheguei a uma definição (ou algumas)...
O amor é substantivo
E pode ser simples
Quando não se complica.
Mas também complexo
Quando não se explica.
Amor também é composto
Questão de lógica:
É preciso ao menos duas almas
Para seu sonhar ou exercício.
O seu verbo que é amar
Pode se tornar infinito
E não apenas se limitar
A ser e estar só, no infinitivo.
Ah, o estudante da língua sabe:
Amar também é verbo transitivo
quando exercita o apaixonar...
E intransitivo, quando não correspondido.
Seu objeto será direto
Se for amor declarado.
Pro objeto ser indireto
É preciso ser tímido, quase calado.
Se o sujeito for oculto
O amor não se consolida
Afinal seu exercício requer coragem
Ao menos uma vez na vida.
Quando o sujeito é inexistente
(ou iluminado)
O amor é coletivo e universal
Abarca tudo: é igual.
Se o amor for derivado, é fruto do cuidado.
Crucial é que ele seja próprio
Sem esse, os outros amores não sobrevivem
Nem eu, nem tu, ninguém nessa vida.
Vou lembrar que mesmo raro
o amor pode ser comum e de dois gêneros:
iguais ou diferentes (sentir, isso sim é caro).
Importante é cuidar pra que o amor
Não se torne de todo abstrato
Afinal, já se tornou líquido o bastante: isso é fato!
E eu que tenho delírios de poeta (ou arquivista)
Vou aqui fazendo meu papel
Que sigo à risca.
Sigo colecionando amores
De todas as classes e tipos
Como quem ama não a alguém
Mas sim ao amor: verbo e substantivo.
Guardo até amor não vivido
Os sonhados e perdidos
Os encontrados e vividos
Os idealizados e os esquecidos.
No fim, a história revelará
Se na pós-modernidade
haverá amor pra se amar
Estando ele tão raro
Em tanta gente, tempo e lugar.
Amor: verbo e substantivo
Karine Ferreira de Carvalho
@coisasdyka
@karinefcarvalho
Já que não posso voltar amar que amo vou amar a poesia pois tem uma beleza infinita vou amar a alegria pois ela irradia nossos dias vou amar as canções pois nelas há várias histórias de paixões vou amar os cordões pois trás alegria aos corações vou amar há você mesmo que tenha desistido de me querer.
SEM UMA PRESENÇA
Não tenho a quem recitar os meus versos
Dos devaneios, medos, do poetar de amor
Com emoção, sensação, de rumos diversos
Colocando sentido e sentimento ao dispor
No silêncio, sem um olhar pra permanecer
Logo, a solidão poeta e o poeta na solidão
Declama os seus versos para o amanhecer
Tentando poetizar a prosa sem interação
É triste a quem não ter os versos para ler
A cada momento o ledor sem comparecer
E no tormento a imensidão da indiferença
Então, o instante é de companhia distante
E o poema fingindo ser um acompanhante
Quando, a poesia é fira sem uma presença
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04 outubro, 2022, 19’25” – Araguari, MG
Esta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza.
Dizer te amo, é uma inspiração pra quem ama ser amado, olhando com carinho o presente de todo amor.
Uma única noite não me saciaria... porque te quero tanto, te amo tanto ..que tão pouco tempo não conseguiria te amar da maneira como sempre sonhei amar você um dia... te quero pra sempre...te quero pra uma vida inteira...
Recado para o tempo
Era uma vez uma bela menina, que andava pelas campinas cantando hinos de amor. O tempo parava ao seu lado só para lhe admirar, bailando junto com ela deixava o vento passar.
Mas um dia a menina sentiu um aperto no coração, descobriu outros horizontes e partiu feito um tufão, deixando paralisado o tempo, mergulhado na escuridão.
Quando o tempo não passa, a mesmice mancha tudo, escurece o mundo. Não mais desabrocha a flor, não brilham os raios do sol, não cai o orvalho na planta, não existem beijos de amor.
Olhando lá do céu a intensa tristeza do tempo, a menina se comoveu, pintou um céu de estrelas, desenhou um belo arco-íris e lhe mandou um recado:
Querido tempo, não chore e nem ache que estou longe, feche os olhos, voe alto. Sinta a minha presença, cada vez que a chuva cair sobre a terra ressecada, em cada cantiga sentida durante a madrugada, em cada cheiro de café, coado pela estrada.
Em cada pedaço de pão saindo do forno quentinho, em cada beijo das borboletas sobre as flores do caminho, em cada lugar qualquer, estarei sempre contigo.
Ouça com atenção, o cantar dos passarinhos, pois lhe enviarei mensagens e beijinhos de carinho.
