Depoimento para meu Filho de 18 anos

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*Recomeço*


Doze anos carreguei sozinha
o peso de um "nós" que já era só eu.
Acreditei em consertos de uma semana,
em promessas de um mês.
E a cada ciclo, eu voltava inteira pra fora
e quebrada por dentro.


Chorei nos cantos que ninguém via.
Ouvi gritos que viraram silêncio em mim.
Confundi amor com resistência
até entender: amor não machuca, não mente,
não prende.


Hoje não sou vítima, sou escolha.
Escolhi a paz que não negocia.
Escolhi meus filhos, Deus e a casa
onde a porta abre pra calma, não pro medo.


Não foi Deus quem me abandonou no altar.
Foi Ele quem me tirou de lá.
Porque casamento é amor,
e onde não mora amor, eu não moro mais.

Passei doze anos batendo na mesma porta,
achando que insistência era amor.
Do lado de dentro, só frio, grito, mentira.
Do lado de fora, eu, esperando o milagre
que durava uma semana e morria no mês.


Um dia percebi: eu regava sozinha
um jardim que já era pedra.
E cada “vai melhorar” que eu me dizia
era só eu me pedindo socorro.


Hoje eu moro em mim.
Minhas janelas abrem pra calma.
Meus filhos riem na sala e Deus senta à mesa.
Ninguém me explica dor que não viveu,
e tudo bem. Eu não preciso de plateia pra ser inteira.


Não é vitimismo, é cicatriz.
Não é fraqueza, é limite.
Eu não saí do casamento.
Eu voltei pra minha paz.

Limite


Doze anos tentando colar
o que já nasceu rachado.
Eu chamava de casamento,
mas era só eu carregando
promessa, culpa e cansaço.


Acreditei em consertos de domingo
que quebravam na segunda.
Ouvi que era pra aguentar,
que Deus não gostava de fim.
Mas foi Deus quem me ensinou
que amor não deixa roxo na alma.


Hoje meu altar é silêncio bom.
Tem riso de filho no corredor,
tem oração sem medo na boca.
Não é derrota, é direção.
Não é mágoa, é memória.


Eu não perdi um lar.
Eu encontrei a paz.

Carta III — A Injustiça dos Homens: Crítica moral, política e social


Sete anos já se passaram desde que o inferno da terra abriu-me as portas para este calabouço. Ainda é uma sorte possuir alguma porção de fôlego para respirar. Afinal, o problema nunca foram as leis, mas aqueles que as criam e os fins para os quais as aplicam. Cada gota de oxigénio que inalo está infestada de dor, angústia, fome e sede. Enquanto os reis da terra convocam reuniões, os lares transformam-se em cemitérios: cada quarto, uma campa; cada cama, um caixão. E, ao passo que os lordes repousam sobre o conforto da riqueza, as mãos pobres de quem trabalha repousam na indigência.


Então disseram os opressores:


— Enquanto houver um que governe, haverá sempre um que sirva.
— Enquanto houver um que dite as leis, haverá quem as obedeça.
— Enquanto houver um que mande, haverá quem cumpra.


Esta é a lei dos antepassados e é hereditária a todas as gerações. Não há quem mude essa lógica: o que já está estabelecido, ninguém altera.


Então o povo gritava:


— Longa vida aos que nos governam; que os vossos dias se multipliquem na terra!
— Que a riqueza, o luxo e a abundância nunca vos faltem!
— Viva aos reis da terra, pois não há entre nós quem se compare a vós!
— Que os antepassados vos protejam das desgraças deste mundo!


Cada um bajulava da melhor forma, na esperança de ganhar a atenção e o reconhecimento deles. Elogiavam, veneravam e presenteavam aqueles que os oprimiam, intimidavam e matavam.


Ainda assim se curvavam em adoração e exclamavam:


— Viva! Viva! Viva aos reis da terra!
— Viva! Viva! Viva aos que nos governam!
— Viva! Viva! Viva aos que nos orientam!


Os poderosos, então, criaram leis que os protegessem daqueles que mais necessitavam de proteção, para que permanecessem aquecidos no trono do poder, enquanto o povo continuava cego rumo à decadência. O cheiro sanguinolento de suas atrocidades chegava até aqui embaixo. Eu ouvia o choro dos inocentes subjugados ao martírio. Sentia o grito de socorro de mulheres violentadas pelos lordes. Sentia o desespero dos maridos assistindo ao sofrimento de suas esposas.


Nada me vinha à mente senão o ódio ao escrever:


Morram, miseráveis. Vós que governais sobre a penúria dos mais vulneráveis; vós que julgais o futuro de uma criança ainda no ventre da mãe; vós, poderosos que proclamais hipocrisia diante do sangue derramado por milhares de mártires. Vós que vestis túnicas de ouro, sapatos de prata, mitras de diamantes, cintos de escarlata e colares de esmeralda: saciai o gosto da opulência enquanto vos resta tempo. Comei e bebei enquanto o galo ainda não cantou. Dançai e alegrai-vos das vossas atrocidades.


Pois a vingança está às portas daquele que bate. O meu espírito perseguirá os injustos e não cessará a busca até que todos sejam consumidos. Morram, malditos. Arrepender-se-ão de não me terem enterrado. Eis que venho sobre vós com uma espada de dois gumes para completar a minha ira e derramar sobre vós a minha justiça. Vós que comeis sobre a desgraça dos pobres tereis as entranhas cheias de dor e angústia. E vós, ó plebeus, por serdes cúmplices dos opressores provareis também a desolação de tudo aquilo que construístes com músculos abatidos. Preferistes aplaudir aqueles que vos oprimem e condenastes aqueles que vos defendiam.

Quando a malevolência gritou, silenciastes a benevolência.


Que o castigo seja convosco. Que o tormento, a dor e a desgraça vos acompanhem até a sepultura.


Morram, corruptos. Trocais a justiça por moedas e jade. Deixastes que o brilho funesto da riqueza e o prazer transitório da concupiscência vos corrompessem. Escrevo-vos com o mesmo sofrimento que me fizeram suportar, com o mesmo tédio com que me lançaram nas sombras destas paredes escuras, com a mesma dor em cada dedo que perdi. Naquele momento, a sede de vingança, a ânsia pela justiça e o cansaço de continuar a escrever dilaceravam-se dentro de mim.


Afinal, quando a injustiça canta, os tolos dançam.


Quando a justiça fala, a sociedade censura.


Mas quando a verdade retalia, não há quem se desvie da sua cólera.


A ignorância torna os homens cegos à verdade; a ganância envolve-os com o manto da cobiça; o egoísmo conduz ao assassinato da guerra. E é aqui que nasce a injustiça dos homens: todos querem reinar sobre os outros; todos querem ser distintos dos comuns; todos querem ser senhores e receber o serviço dos servos. É aqui que nasce a indiferença dos homens: na criação de castas e estratos para evitar o semelhante — nobres e humildes, fracos e poderosos. Diz-se que a maioria vence sempre. Mas a lei pertence aos poderosos; o mundo é dos poderosos, daqueles que detêm a força.


Por isso, não importa a quantidade: diante da minoria rica e soberba, nem mesmo Deus pôde impedir que nos pisassem.

Carta IV — A Solidão: Reflexão sobre a solidão e o tempo


Mais oito anos haviam se passado, e as rugas no meu rosto tornavam-se evidentes; os meus ossos perdiam cada vez mais a força; o tempo revelava-me o cansaço. A solidão sufocava-me como espinhos na garganta; os meus lábios secaram como um rio sem água; a sede matava-me aos poucos.


Já não havia urina no meu organismo. Tentei beber as minhas próprias lágrimas, mas também secaram. Os ratos já não me alimentavam; agora alimentavam-se da minha carne. Meus cabelos caíam sozinhos como folhas de uma árvore, e a minha pele amolecia como mingau. Os meus olhos enchiam-se de fadiga; sofria de insónia. O corpo produziu bactérias que me corroíam por dentro.
Quis suicidar-me, mas não encontrava forças para fazê-lo. Já não restou dedo algum nas minhas mãos: devorei-os todos para terminar de vos escrever esta carta.


O fundo das paredes oferecia um profundo silêncio. Ainda assim, era meu desejo voltar a ouvir, só mais uma vez, o grito alegre das crianças na aldeia de Kandembe; o canto dos pássaros na floresta de Mayombe; o canto do galo nas madrugadas; o sorriso das senhoras quitandeiras no mercado de Kalukembe.


Infelizmente não pude concretizar esse desejo. As correntes no meu pescoço e as grades que me prendem não me permitem realizá-lo. Aliás, já não me resta muito tempo. A solidão tornou-se um vício que se alimentava da minha penúria e dos traumas da minha lembrança. Quanto mais próximo dela eu me encontrava, mais perto me sentia da morte.


Talvez…


Será que devo arrepender-me das minhas escolhas?
Será que fui ingénuo ao preservar os meus ideais?
Será este o preço a pagar por ser diferente deles?


De que vale estar livre do calabouço, se lá fora continuarei a ser escravo?
De que adianta recuperar a voz, se lá fora me haverão de retirá-la?
De que vale livrar-me destas correntes, se lá fora existirão outras algemas à minha espera?


Aqui, ao menos, ainda posso falar, pensar alto e questionar.

E lá fora?


Não me haverão de censurar por pensar?
Não me haverão de açoitar por falar?
Não me irão condenar por contestar?
Não me irão matar por questionar?


A dúvida, o ceticismo e o remorso ganharam espaço na minha mente e no meu coração.


Tentei conversar com as paredes, mas elas não possuíam ouvidos. Procurei perguntar aos espíritos daquela masmorra, mas já haviam partido. As caveiras ao meu redor exigiam silêncio. E as únicas coisas que ainda podiam dialogar comigo eram a morte e a solidão.

POR QUE É NECESSÁRIO MUDAR?

Dias desses encontrei uma pessoa que me disse: - Há muitos anos luto para mudar e não consigo. Quero mudar de casa, de emprego, de cidade e talvez até de País. Porém, tenho a impressão de que tem algo que me segura aqui.
Encontrei outra que disse em um discurso o seguinte: - Há quanto tempo esperei por este momento. Lutei e almejei tanto por esta mudança que ela aconteceu. Estou muito feliz por isso. E eu também fiquei feliz em ouvir isso dela.
É nestas horas que vemos que nada nos segura. Que não existe lei alguma que nos impede de mudar; seja de emprego, de casa, de cidade e até mesmo de Estado ou País. O que nos impede de mudar é o medo, a insegurança e muitas vezes a comodidade. Não queremos passar trabalho e isto faz com que não mudemos.
Viemos de famílias tradicionais, com costumes e credos cujo objetivo era crescer, casar, ter filhos, constituir uma família e pronto. Nada mais importava, há não ser este futuro que era programado por eles. Não importava se queríamos aquele futuro ou não. O que importava era o conforto e a segurança financeira.
Por que é necessário mudar? É necessário mudar para que possamos experimentar outras fases da vida, porque os ciclos se fecham e outros se aproximam para que entendamos que a vida é metamorfose constante. Se ficarmos parados e não acompanharmos toda essa evolução, não entenderemos o significado da nossa existência. Precisamos entender que mudar é uma necessidade para a nossa sobrevivência.
Feliz daquele que tem a coragem de mudar. Feliz daquele que tem a persistência para fazer com que a mudança aconteça em sua vida. Feliz daquele que vê que mudar é preciso. Que mudar faz parte da nossa vida. Que mudar nos transforma, eleva o nosso espírito e deixa nossa alma vibrando.
Que quando mudamos nos sentimos livres. Que quando estamos determinados a mudar e a mudança acontece, percebemos o quanto fora necessário toda aquela transformação. Vivemos numa era em que crescer e evoluir é necessário.
Quando falamos em mudanças, estamos falando de libertação, de vida espiritual. Estamos falando de sair da casca e voar. De deixar os restos para trás e atingir o infinito mundo das ilimitações. Voar e ver o mundo de uma nova forma, sob outra perspectiva. Que toda mudança é válida, desde que, entendamos que mudar apenas de casa ou de cidade não é mudança e sim uma fuga.
Que a mudança começa de dentro para fora. Que mudar é transformar o mundo interior. Quando isto acontecer, estamos prontos para a mudança exterior.

Recordo de quando disseste para minha pessoa que nunca irias me deixar mais anos depois uma taça com meu sangue tomou, isso escrevo pois seu coração como labuzando me com seu sangue, que jorras de suas veias, meu coração e tolo minha mente fraca mais meus pesamentos iram mais longe que suas atitudes sabe porque? porque você já esta quase morta nesse chão banhado com nosso sangue.

Inserida por andyoculos

E quantas primaveras são necessárias pra se florir por inteiro?
Quantos anos de vida são necessários pra vivermos nossos sonhos?
Acho todos não seriam suficientes.
O bom é quando as pessoas conseguem no pouco que ja viveram mostrar ao mundo sua beleza. Cativar com sua presença e aproveitar o melhor que o mundo pode oferecer. Bom é poder ver amor nas atitudes, sabedoria nas palavras... bom é o prazer de conviver.

Inserida por Jonatanribeiro

Queria Mesmo é ter meus Dez Anos,
Isso ia passarinha, Jogar bola, não tinha preocupação com roupa e coisa parecido... Não tinha que Fazer escolha...
E chegam os Dezoito anos e chega à responsabilidade e a cobrança da Faculdade... Ou algo parecido,
É vamos La rapaz. É hora de você fazer acontecer...
Seus sonhos de quando era criança deve se realizar, e o pior. Que agora você ou eu, ele, não tem, mas o colo dos pais para chora, a vida cobra e Devemos cobra dela...
Seu dever agora é dar um futuro pra você e pra sua futura família e tentar fazer acontecer aquilo que anos atrás disseram de você “As crianças são o nosso futuro"...
Só que agora Não somos, mas crianças ou somos,...
A Responsabilidade é nossa. Agora devemos conquista o respeito e a dignidade que um dia sonhemos ter...
O Destino é apenas questão de um sim ou não...
Escolha o sim para o bem e o não para o mal.
Queira muda o mundo e ajudar as pessoas...
Ou veio ao mundo para ser apenas mais um? ...

Inserida por JeffersonFagundes

Aos 19 anos encontrei o namorado que toda garota sonhou um dia, ele me deu AMOR, me deu carinho. Preencheu todos os meus dias, me fez rir, me fez conhecer o melhor lado da vida! Aos 20 eu resolvi largar tudo e viajar ate o outro lado do MUNDO em busca daquele que um dia eu me apaixonei de verdade. HOJE dia 02/03, com 1 ano de casada, sou mais feliz do que imaginei que seria ao entrar naquele aviao! Obrigada por me fazer a mulher mais FELIZ DESSE MUNDO, o MARIDO PERFEITO! Quero dedicar cada hora do meu dia pensando em te fazer FELIZ! EU TE AMO.

Inserida por lannaokuma

Anos depois não se arrependa por não ter viajado, você não fez nenhum esforço para isso
Anos depois não se arrependa por não ter feito o que queria, você não se moveu para que isso acontecesse
Anos depois não se arrependa por não ter falado o que queria, você não abriu a boca e ficou com medo
Anos depois não se arrependa do caminho tomado, porque você escolheu o mais fácil
Não se arrependa. Mas viva inconformado , sempre tentando mudar. Não se contente com o que te faz meio feliz,
ou que te deixa completamente comodo. Comodismo,Conforto, contento é diferente de felicidade.

Inserida por Japur

Quando tinha uns 13 anos, comecei a ficar viciada em um site de relacionamento (orkut) que me induziu a um bilhão de coisas sabe, lá.. eu conheci muitas pessoas, e vivi muitas coisas por conta disso, acredite. lá, participava de uma especie de (fake) nós criavamos um segundo perfil.. e editavamos com fotos de famosos, animação.. qualquer coisa, mas essa pessoa, nao poderia ser voce, nem nome, nem idade, e nem nada, o ideal era conhecer pessoas novas, de outros lugares, e com pensamentos diferentes do nosso. Até que então.. eu sempre conhecia muita gente, essas pessoas nunca me mostravam a sua real essencia mas era como se a minha personagem verdadeiramente vivesse naquele mundo que nao existia, eu realmente sentia coisas, era como se eu nao tivesse mais vida aqui fora, uma coisa totalmente perturbante de se ouvir, mas na época eu achava o máximo, pra mim.. nao tinha coisa melhor, até que eu conheci um garoto... ele nao era um garoto normal como todos os outros que eu conhecia, ele era especial, sabe.. eu sentia meu coração vibrar com cada mensagem que ele me mandava, até mesmo,com qualquer palavra dita por ele, Não queria citar nomes reais, então vamos criar um nome ficticio pra ele ( Menino X 1 ) vamos figir que hipotéticamente o nome dele era meninoX1, eu nao sei direito como isso aconteceu, ou por que.. mas me parecia que eu realmente estava apaixonada pela primeira vez, e o pior.. por um menino de internet,que eu nunca vi na vida, nunca ao menos escutei sua voz, isso é estranho, mas é como eu disse.. Mundo fake, era um outro universo pra mim, literalmente, tentava misturar o meninox1 na minha vida real, mas era complicado, por que por mais que eu me esforçasse pra esse relacionamento dar certo, ele nao fazia tanta questão. Eu sinceramente fiquei com medo, por nunca ter conseguido fazer uma ligação se quer pra ele. Um tempo se passou e o meninox1 se foi, eu fiquei completamente transtornada com aquilo, nao conseguia mais nem pensar direito, eu estava sega de paixão.. por que nao era amor, eu nao sei explicar, mas o meninox1 me provou que aparência nao é tudo.

Inserida por verdadeiraeu

Há alguns anos atrás era totalmente contrário a casamentos, porque se casamento vc bom não precisava de testemunhas, registrar em cartórios, jurar perante Deus...etc. Mudou quando senti o gosto da coisa. Uma pessoa ao seu lado que não importa o seu estado emocional ou financeiro sempre estará lá. Pois é, o casamento é bom. Triste daquele que nunca experimentou dormir ao lado de alguém que vc sabe
que no outro dia vai estar lá, tão linda quanto antes de deitar ou ouvir deste alguém "oi" simples, mas que soa no ouvido como uma história ou quando vc coloca alguma coisa num certo lugar e quando vc se volta não esta mais, faz parte. Não sou a favor de escrever coisas no facebook relacionadas a minha vida, nem sou fã, mas que eu sei que a pessoa certa vai ler isso e de alguma forma ela vai entender. Na minha imaginação isso nunca será apagado, como eu disse sobre a história, a história é essa...oi.

Inserida por LeonardoX2012

Há anos relevo muitas coisas, só que chega num ponto que faz mal. E tudo que a gente quer é se afastar de tudo isso. Cansei de ouvir: "Finge que não vê, finge que não ouve." Como posso fingir não vê se não sou cega? Como posso fingir não ouvir se não sou surda? Impossível deletar coisas da cabeça sobre um simples comando meu. Bom seria se fosse tão simples assim. E quer saber, não é nada fácil viver num ambiente em que tudo é contrário a você. Cansei. Cansei de ser paciente, de tentar entender coisas imcabiveis no conceito de dignidade. Cansei de me encher de raiva por pessoas que não valem a pena. Logo estou tão só. Uma decisão pensada e talvez tardia que teve tempo de me ferir. Em busca da cura, de pessoas que não me decepcione.

Inserida por GabrielaStacul

É Inteligente foi o homem que criou os dias, as
semanas, os meses e os anos, assim podemos
recomeçar a cada ciclo, com Novas Atitudes para uma
VIDA nova e diferente. Aproveite o milagre da
vida, não se prenda a coisas materiais, amores
irreais e vidas banais.

Inserida por marcelohenriques

“Coisa”

Quando passamos muitos anos do lado de alguém
Existe uma grande possibilidade de sermos transformados em propriedade
Onde você deixa de ser humano e passa a ser “COISA”
Porque nos apropriamos de coisas e não de pessoas
As coisas foram feitas para serem possuídas
As pessoas foram feitas para serem amadas, respeitadas de forma livre e espontânea
Não seja “coisa”, seja pessoa!
Tenha amor, mas também tenha amigos, tenha família...
Nunca se permita ser como um lote de terra que se compra e acham que podem fazer o que quiser dela.
Eu digo: Enquanto correr sangue em minhas veias, quero ser “humano”!
Respeite-me!
Se puder me ame!
Mas deixe-me livre pra ser quem SOU!

Inserida por julianalmeidamartins

A Poça do Cemitério .

Bernard Fleet tinha 12 anos, adorava tocar seu violino, porém, ele realmente queria tocar o terror; vivia com sua irmã e gato; na realidade, o que queria era viver com monstros, aranhas e ratos, vagando pela noite em um desespero só com o escuro e a solidão que pertencia-ele. Com a então chegada de sua prima, ele fingia gostar dela, mas ele queria mesmo era fazer ela queimar em lava quente. Contudo nem sempre Bernard pensava assim; também de música ele é cercado; quando todos liam “Guerra e Paz”, Bernard lia obras de “Edgar Allan Poe”. Enquanto ele estava tocando seu violino escutou um grito de socorro agonizante das pessoas que não vivem mais, quando percebe-se era a voz da sua noiva que foi assassinada brutalmente no dia 25 de agosto de 1958 .
Bernard pensa em desenterrar o cadáver para transformá-la em um zumbi e então ressuscitá-la, mas sua tia mandou ele ir de castigo para o porão, porém Bernard sabia que tinha sido mandado para um lar de solidão, porque estava cavando o canteiro de flores no quintal da sua casa .
Todas as noites dentro do porão ele escutava gritos de horror dos seres mortos, ele estava enlouquecendo, pois vem uma sombra e o garra por traz e ele vivência uma luta implacável, enquanto Bernard está em seu cemitério de loucura, sua tia abre a porta e começa ver aquela tortura no porão e encontra Bernard brigando com o cobertor, ela vai embora, mas quando fecha a porta um outro mundo começa a se abrir dentro da cabeça de Bernard e rapidamente é engolido. Ele não conseguia falar nada, pega-lhe a pena e começar rabiscar no papel “Estou dentro de um mundo de solidão” ,depois o porão começa a se mexer e sua normal paranóia começa aparecer; Bernard escuta a voz da noiva que no túmulo padece, ele começa a ver mãos tentando puxa-lo para um outro mundo. Todas as imaginações que ele havia criado começam a devorá-lo com um grito de horror, com seu corpo machucado de tanta dor cita um trecho de “O Corvo, de Edgar Allan Poe”: “Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.”

Inserida por matheusalmeida

E daqui a vinte ou trinta anos, sei que vou me acordar , e do nada me lembrarei do teu sorriso.

Inserida por davidandrade

Aos poucos estou colocando as "pessoas" em seus devidos lugares de fato. Foram anos, meses e dias doando amizade, carinho e alegrias sendo que em troca nada foi correspondido. Se eu tivesse morrido capaz de vir a saber depois de anos. Se eu não vou e dou notícias, vou atrás com SMS, ou um sinal de fumaça, nem saberia de nada. Diz que ama, que adora e gosta, que é amigo/a, mais na hora de lembrar me ignora. Um dia a gente aprende, um dia a gente muda, um dia a gente coloca cada "pessoa" no lugar de onde nunca devia ter tirado.

Inserida por PamellaFerracini

Idade,roupa,aparência não define carater.
Tenho 10 anos e estou escrevendo tudo isso ai,então minha idade define alguma coisa?

Inserida por Cobbie