Dei a Volta por cima
Não tente fazer coisas para chamar a atenção e conseguir algo, ou até mesmo passar por cima de alguém...
Se for da vontade de de Deus, você pode ter certeza que Ele traz a existência aquilo que não existe só para te abençoar.
O apolítico não se manifesta.
Ele fica em cima do muro.
É um fraco,que não sabe impor sua opinião.
E por não saber impor nem opinar é manipulado:
Na sua crença tola e vazia
No seu casamento dissimulado
No seu trabalho sem sentido
Na sua Igreja,como eterno puxa-saco!
Estar a cima do peso implica a problemas sérios de saúde, mas não apenas saúde física, até a saudade intelectual, pois ao dedicarmos horas, minutos para nos debruçarmos a leitura, o nosso corpo que agora fica mais pesado prefere por sua vez ficar na cama curtindo um belo sono.
Ninguém pode permanecer em cima do muro por muito tempo. Uma hora ou outra o equilíbrio se perde e tudo desmorona. Você e o muro de fachada vão ao chão inevitavelmente.
Estas preparado pras perdas?
O problema é que alguns transformam em idolatria a inveja que tem aos 'de cima'; enquanto que o egoísmo aos 'de baixo' – que deveria ser compaixão – é transformado em ódio.
Então, olhando daqui de cima, não me parece tão difícil não. Tem alguns obstáculos impedindo, mas nada que Deus não possa resolver.
Sabe aquelas pessoas que você hoje na sua oração,você pediu ao Senhor para afastá-las do seu caminho, porque queriam te prejudicar, então já não mais as vejo daqui de cima.
Vejo que você é uma pessoa de fé!
Fica tranquila(o) vai dar tudo certo, já posso ver o Senhor indo na sua frente abrindo os caminhos pra você.
Qualquer novidade te falo!
Ass: Seus Sonhos
Pato selvagem:
Era uma vez um bando de patos selvagens que voava nas alturas. Lá de cima se via muito longe, campos verdes, lagos azuis, montanhas misteriosas e os pores de sol eram maravilhosos. Mas voar nas alturas era cansativo. Ao final do dia os patos estavam exaustos.
Aconteceu que um dos patos, quando voava nas alturas, olhou para baixo e viu um pequeno sítio, casinha com chaminé, vacas, cavalos, galinhas… e um bando de patos deitados debaixo de uma árvore.
Como pareciam felizes! Não precisavam trabalhar. Havia milho em abundância.
O pato selvagem, cansado, teve inveja deles. Disse adeus aos companheiros, baixou seu voo e juntou-se aos patos domésticos.
Ah! Como era boa a vida, sem precisar fazer força. Ele gostou, fez amizades. O tempo passou. Primavera, verão, outono, inverno…
Chegou de novo o tempo da migração dos patos selvagens. E eles passavam grasnando, nas alturas…
De repente o pato que fora selvagem começou a sentir uma dor no seu coração, uma saudade daquele mundo selvagem e belo, as coisas que ele via e não via mais: os campos, os lagos, as montanhas, os pores de sol. Aqui em baixo a vida era fácil, mas os horizontes eram tão curtos! Só se via perto!
E a dor foi crescendo no seu peito até que não aguentou mais. Resolveu voltar a juntar-se aos patos selvagens. Abriu suas asas, bateu-as com força, como nos velhos tempos. Ele queria voar! Mas caiu e quase quebrou o pescoço. Estava pesado demais para o voo. Havia engordado com a boa vida… E assim passou o resto de sua vida, gordo e pesado, olhando para os céus, com nostalgia das alturas…
(Ostra feliz não faz pérola)
A vida é uma dádiva, precisa se mudado de rotas, andar em percursos diferentes, caminhar por cima das diversidades e fazer da sua derrota uma ponte de passagem pra tua vitória, que determinada já está".
Muitas vezes passamos por cima de nosso sonhos para não perdemos pessoas que achamos que nós ama e nós afastamos daqueles que realmente nós ama.
A alegria passa por cima de qualquer situação,
E o bom humor nos ensina a não dar aos acontecimentos
infelizes maior importância que eles tenham
Uma coisa é fato: Haja o que houver, a vida
sempre vai nos sorrir de novo...
Valentina
Como o sibilar de uma serpente
Subi lá em cima enfeitiçado
A moça sorriu para mim, com o seu vestido dourado
Comi muitos pratos de ilusão
Para as sombras me iluminar
Enquanto do topo do prédio
A garota pensava em se jogar
É um triste fato que me ocorreu
A ventania do vento, agitando os cabelos da moça.
Como um gato escala um telhado
Finquei nas paredes, minhas coxas.
Onde já se viu algo assim?
Quem te viu, quem te vê
Atrás de uma moça, que sibilou para você.
Quando cheguei ao topo
A fim de cessar aquela dor
Era tarde demais
A brisa matinal da manhã eclodia.
Doce Valentina!
Já repararam que as dúvidas são encurvadas, cansadas ? Já as exclamações são altivas, para cima e transmitem confiança !
