Defendo meus Amigos
Posso ver meus sonhos voarem em outra direção, mas ainda assim serão os meus sonhos... Porque a essência do que é verdadeiro não se perde no meio do vento.
SAL
O sal dos teus lábios seria doce
Se estivesse juntos com os meus
Se nas tuas águas eu chorasse
Sentiria-me nos teus braços
O movimento e a suavidade das ondas
Como uma tempestade de verão
Quero sonhar e banhar-me nas tuas
Águas e sentir a areia
No meu corpo
Como o sal da tua boca.
Meus olhos soltam chamas
labaredas,
como vulcão jorram desejos
explodem.
Queimam, incendeiam...
pegam fogo,
é fogueira quando vão de encontro aos teus.
Quanto tempo dura uma paixão.
Hoje encontrei por acaso, uma carta antiga.
Em um livro dos meus tempos de colégio.
Uma carta sua, que me fez lembrar-me de você.
Não pude deixar de reler...
Não sei como você esta hoje...
Acho que esqueci como era seu rosto.
Não me lembro como era estar em sua companhia.
Talvez não queira me lembrar, ou tenha esquecido mesmo.
Não sei! Porem
E pensativa perguntei-me.
Quanto tempo dura uma paixão?
Dias, meses, anos?
Então sorri um sorriso estranho enquanto observava...
A carta indo Embora em mil pedaços.
Como uma chuva de papel picado sorrateiros ao vento.
Então entendi.
Oh água o que me trouxestes?
ainda tento esvaziar meus pulmões.
Me inundastes,
me fizestes ignorar o que o fogo me deu,
deixei de lado as visões;
fechei meus olhos enquanto me partias,
mergulhei, me afoguei,
vendavais, terremotos e furacões;
e quando abri os olhos já me preenchias
e aquela paisagem eu não mais reconhecia
Eras fria...
e eu?
Pertenço e pertencia
as águas dos vulcões.
Inevitáveis expectativas beijavam meus pés em minha longa jornada, deixando implícito que eu havia me perdido em seus olhos azuis, um convite ao deleite. Eles vinham ao meu encontro de forma súbita, um oceano profundo, cheio de segredos, que pode ser capaz de afogar quem ousa desvendá-los. E como fazer para não nos afogarmos?
Espírito livre, em ti depositei todos os meus sonhos de liberdade.
Ensina-me a voar feito águia, e alcançar a plenitude da felicidade.
Conselhos de Mãe Auadina.
Vocês sabem que meus conselhos não falham e você ainda pode pagar no cartão em até 5 vezes sem juros e só eu aceito ELO.
Pois então! Você que se acha toda gostosa e dengosa, pois as falsas de suas amigas sempre falam quando você posta aquelas fotos horrososas no face e eles, na maior falsidade... Lindaaaaaaaaaa!!! InvejAAAAAAAAAAAA. pois é e ai o ego e o super ego, vem e ficam martelando com toda falsidade em sua cabecinha oca, Linda, Gostosa, Dengosa, etc..etc...Mas eu que adivinho tudo, também sou muito sincera. Você não é nada disto, é horrorosa e bagulhuda. Dengosa, não é não! O que você tem é dengue ou ela está chegando. É zica nêga, é só zica. Alias você está zicada, pois pode tirar o cavalinho da chuva, pois aquea vela de 7 dias na encruzilhada, para trazer o amado não valeu nada e pior tinha chovido e quando você foi ver se estava tudo bem, tinha uma poça d'àgua e ali tinha o seu amado, o Aedes Egipty. Quer mais um conselho: - vai para o posto QUERIDAAAAAAAAAAAAA, pois esta sua suadeira, não é paixão e muito menos a periquita, querendo pegar no tranco. É Febreeeeeeeeeeeeee!
Vou fazer meus versos livres,
Como o voo do quero-quero;
Me lembrar do amor que tive
E da flor que ainda espero...!
No espelho,
Olhando pra mim
no reflexo pude te ver.
Tu,
No brilho dos meus olhos
Busca somente você.
E diante do murmurio
Da contemplação,
Silenciei-me.
Não valia mais a pena.
Nos contornos dos meus olhos
Ainda podiam te ver.
Mas e eu?
Como poderiam
Se por dentro adormeci?
Sufocado nas palavras,
Desmaiei de amor
E você não estava lá.
Na maldição do poço,
Derramei meus baldes de lágrimas.
Rios correm
Dentro de mim.
Então fluí
Em outra direção.
Nessas águas,
Ainda não me afogarei.
Se for preciso,
Vou de barco,
O esquecimento
É logo ali em frente.
Vou trocar a alma de roupa.
Como não sirvo a ti,
Tomarei meu afeto de volta
E vestir-me-ei.
E as dores que acamparam,
Preparam bagagem
Para a partida.
Amar não é assim tão fácil,
porém não amar
Não é coisa
De quem tem coração.
Ao invés de permanecer
Na exaustante
Busca em ti,
Brotarei a cada dia.
No meu silêncio,
Na quietude,
Só,
Porém amor.
Semente de cada dia
Deus nunca foi visto, nem por mim nem por ninguém. Nem nunca vi ou verei com meus olhos uma flor se abrindo. Jamais verei também aquela força que levou voando para além da fronteira, o meu chapéu. Nem ainda o súbito perfume que chegou até mim.
E a Beleza onde reside e a quem pertence?
Quantos signos ela tem? Você conhece um decodificador de Beleza?
Não tenho essas respostas e ninguém a tem!
Por isso não devemos insistir em desacreditar o indizível ao revés de contemplar as belezas e sentir a força invisível, criadora dos lírios do campo e sustentáculo das aves do céu que voam porque acreditam que voam.
E quando sinto meus cabelos desarrumados, assim sei que consegui o que queria. Pois onde me encontrava só conhecia as amarras.
Com os cabelos ao vento não é mero sentimento minha liberdade que também faz jus à minha solidão , já que para conquista-la, de tanta coisa abri mão .
Gosto desse sentimento controvérsio, que me faz rir e chorar , ao saber que em pouco tempo ele tem de terminar. Já que para a felicidade do meu criador sua alegria parece minha tristeza, mas sigo porque sei que eu sou o ser equivocado, começando por ter me desamarrado.
Devo então cortar ou prender meus cabelos? Infelizmente da resposta eu sei. E tenho conhecimento da dor que será a ação assim como esta sendo dificiul a decisão. Que me maltrata se aproveitando não só de minha idade como de certa maneira de minha ingenuidade.
" SALVE-ME"
Olha nos meus olhos tristonhos
Enxuga as minhas lâgrimas
E dança comigo o batuque da tristeza
Talvez verei o amanha com clareza
Veja o meu corpo, uma carga de osso
Veja o meu sonho, um pesadelo
Escuta a minha voz, um grito de desespero
Talvez amanha será o meu enterro
Assegura a minha mão debilitada
Veja como é tão escura esta escuridão
Já não posso enxergar nada
O destino traçou marcas de amargura
Nadando nas águas da vida mais dura
Salve-me hoje, pois amanhâ é tarde.
Janasse, Xadreque Pedro
Gondola, 20-07-2015
Sei que atentamente Deus me observa e me encoraja a enfrentar meus desafios... Me levando até a vitória.
Estou caindo em desespero!
Meus olhos não param de verter minha indignação,
E meus punhos fechados em fúria!
Gritam comigo até a exaustão.
Porque me traiu?
Que mal lhe fiz além de lhe dedicar meu terno amor?
Oh doce e desgraçada mulher,
Levou-me embora os últimos resquícios de humanidade.
Hoje sou metade, quebrado em mil partes,
E bebo para esquecer,
Da dor que ainda lateja.
