Dedicatórias para Mulheres
Me machuguei no espinho de uma rosa, por causa da tamanha alforaz em que eu fui para toma-lá ao meu poder,minha vondade era tanta em te-lá em minhas mãos, que não me dei conta dos seus espinhos.
Mui fascinato fiquei com a sua beleza, grande foi a paixão que sentir por seu vermelho rubro; totalmente atraido me sentir, desejei me deliciar com o seu perfume, de toca-lá com os meus lábios, que não me dei conta do perigo que estava correndo, simplesmente me entreguei aos seus encantos e fascinios, logo, apaixonado eu me encontrava, perdidamente cego eu ficaria e a razão perderia.
Me lançando de corpo e alma nessa aventura, desbravando o desconhecido, me aventurando nesse jogo, aos pouco fui esquecendo de mim, nos seus encantos me perdir, loucamente me rendi aos meus desejos, fantasiei as minhas emoções e enganei os meus sentimentos.
Tamanha é o dominio seu sobre o meu coração, grandioso és o seu fascinio em meu espirito, que faz com que me esqueça de mim e passe a viver pra ti; prisioneiro seu já me tornei; acorrentado está o meu coração ao seu encanto sobre mim...
Mulher...
És a criação mais linda que os meus olhos já viram; és sedução, és encanto, és fascinação; comparo-lá a uma rosa com espinhos, tão delicada, mas quando mal tratada podes espetar.
Mulher, és a minha mais singela inspiração
Ao analisar, percebo que crescer é uma tremenda ousadia. Além da ousadia, atrevo-me a dizer que escrever é um atentado ao pudor. Pudor que nunca tive, pois cresci escrevendo. Às vezes, gosto de fingir que ele esteve aqui.
"Todos sabem que a mulher é a flor do mundo, mas muitos não sabem que ela é criação do mesmo, inclusive do criador."
A criança dentro de você se arriscava mais simplesmente porque não conhecia possibilidade de fracasso.
Uma mulher que mora sozinha,
Faz o seu café, paga as suas contas, tem fé e princípios claros e definidos.
Não é qualquer homem que a impressiona!!!
Cecilia Payne:
A Mulher que Revelou a Essência do Universo.
A maior parte de nós aprendeu, nos bancos escolares, que Newton descobriu a gravidade, que Darwin explicou a evolução e que Einstein nos revelou a relatividade do tempo.
Mas, ao abrirmos um manual científico e lermos que o elemento mais abundante do universo é o hidrogênio, raramente surge a pergunta essencial: quem descobriu isso?
Não foi Newton.
Não foi Darwin.
Nem Einstein.
Foi uma mulher.
Foi Cecilia Payne.
Nascida em 1900, Cecilia enfrentou, desde a juventude, o peso de um mundo que ainda negava às mulheres o direito de transpor as fronteiras do saber.
Sua mãe, presa a convenções da época, recusou-se a custear sua formação universitária.
Cecilia, no entanto, não se deixou deter: conquistou uma bolsa e ingressou em Cambridge, onde brilhou pela genialidade e pela firmeza de propósito.
Concluiu seus estudos com distinção, mas Cambridge — fiel ao conservadorismo de então não concedia diplomas a mulheres. Simplesmente as excluía do reconhecimento oficial.
Sem se resignar, Cecilia atravessou o Atlântico e foi para Harvard, onde se tornaria a primeira pessoa, homem ou mulher, a obter um doutorado em Astronomia pela Faculdade Radcliffe, instituição associada à universidade.
Sua tese, intitulada “Stellar Atmospheres”, foi descrita pelo eminente astrônomo Otto Struve como
“A tese de doutoramento mais brilhante já escrita em astronomia.”
E não era exagero.
Cecilia Payne desvendou o segredo da composição do universo: demonstrou que o Sol e, portanto, a maioria das estrelas é constituído quase inteiramente de hidrogênio e hélio.
Ela foi a primeira a enxergar o que ninguém antes percebera.
No entanto, o conservadorismo acadêmico mostrou novamente o seu rosto.
Henry Norris Russell, seu colega e referência da época, a dissuadiu de publicar suas conclusões.
Anos depois, ele mesmo apresentou as ideias como suas e a história, como tantas vezes fez com as mulheres, atribuiu-lhe o mérito.
Ainda assim, os alicerces da astrofísica moderna repousam sobre o trabalho de Cecilia Payne.
Todos os estudos posteriores sobre as estrelas, suas temperaturas, luminosidades e composições, partem das bases que ela estabeleceu.
E, paradoxalmente, os obituários omitiram sua maior conquista.
Ela não teve monumentos erguidos em sua memória.
Não foi celebrada nas praças da ciência.
Mas deixou marcas que nem o silêncio da história pôde apagar.
Cecilia Payne tornou-se a primeira mulher professora titular de Harvard, abrindo caminhos para outras mentes brilhantes que, como ela, ousaram pensar além das fronteiras impostas.
Ela descobriu do que o universo é feito e, ironicamente, quase ninguém sabe o seu nome.
“As estrelas podem não falar, mas Cecilia as fez confessar o seu segredo.”
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Quando a vida
está em jogo
ou em debate
não existe
inversão
de valores,
ou é ou não é.
Não existe vida
menos vida,
existe vida
pós a Mídia.
Ela sempre ela,
a Mídia sempre
acaba dando
o contorno
que deseja,
sabendo disso
não entre
nessa roda viva.
Não se banaliza
a vida e nem
se barganha,
apenas se respeita.
Em linhas julianes
para escrever
o rumo da história,
com crença mariellina
essa é a postura intuída
que cada uma adotaria.
A poesia honra
os quê se foram,
e lutam por todos
para que não se
vão e permaneçam.
A sociedade está precisando de um grande incentivo para se educar afetivamente para não matar e nem morrer por amor.
Os filhos de Deus são cidadãos do céu, de uma outra pátria, mas que estão se movendo na terra em favor dos homens e mulheres.
Uma mulher elegante não pode ter menos do que um parceiro elegante. E elegância não tem e ver com grana, e sim com espírito. Quem é uma boa companhia para si sempre será uma companhia em qualquer circunstância para quem tem sensibilidade de apreciar.
Soneto da Mulher Fácil
Quando estive disponível
era sobre não permanecer,
somente você não entendeu
que mulher fácil não existe.
Aquilo que nem começou
e nem nunca existiu era mais
sobre você do que sobre mim,
continuar não era o plano.
O teu ego te jogou no poço
do engano e quando você
se deu conta não estava mais ali.
Com quem só queria brincar
apenas permaneci orgulhosamente
no tempo da brincadeira terminar.
Algumas mulheres podem ser feitas de tolas o tempo todo, e todas as mulheres podem ser feitas de tolas algumas vezes, mas a mesma mulher não pode ser feita de boba pelo mesmo homem do mesmo jeito por mais de uma vez.
Repórter: Como você definiria os homens e as mulheres atuais?
Tati Bernardi: Mulheres querendo tudo pra antes de ontem, homens querendo tudo pra depois de amanhã.
