Dedicatorias Educador de Infancia
a infância traz uma certa lembrança
todo dia acordando e já fazendo lambança
a nostalgia que me traz daqueles dias
é tão bom quanto um sorvete de baunilha
mas o sorvete pode derreter
e eu acabar por esquecer
Infância.
Infância boa era da gente
não tinha tanta frescura
hoje nada se atura
qualquer coisa é indecente
antes era diferente
não tinha distinção de cor
era normal um sim senhor
em casa pai e mãe ensina
e na escola a disciplina
e o respeito ao professor.
Saudades de infância,
Saudades do tempo bom,
Saudades de quando minha maior preocupação era do que que eu ia brincar,
Saudades da minha paz,
Saudades da minha alegria,
Saudades da minha pequena inocência,
Saudades da minha positividade,
Saudades do meu joelho ralado,
Saudades de tudo que passou...
Quando a vida faz a gente “cair do cavalo”
Uma expressão comum na minha infância vivia nos alertando de que a gente poderia “cair do cavalo”. Que frase sensacional eu pensava, intrigada com o sentido que ela deveria ter na prática. Ainda não tinha a maturidade necessária para entender o que poderia ser essa queda indesejável. Agora, já caí vezes o suficiente para dizer: é péssimo cair do cavalo!
Porque é péssimo planejar ter sucesso, seja em qual assunto for, e ele não acontecer. É horrível quando a gente acha que tem tudo planejadinho dentro da cabeça, mas na realidade, a coisa sai bem ao contrário. A queda nos surpreende e a frustração fica logo na cara, fazendo-nos lutar contra um plano arruinado e muitas expectativas desfeitas. Nessas ocasiões, o melhor é assumir que não deu certo e coletar os aprendizados que essa experiência pôde ofertar.
Sobre os que tentaram me advertir, acredito que já sabiam como seria dolorido enfrentar esse tipo de decepção. Agradeço os conselhos que desde cedo tentaram me prevenir. Não fiquei imune, mas aos poucos estou aprendendo a lidar com essas caidelas. Reconheço que nem sempre é fácil, mas é preciso encarar, enfrentar as quedas de qualquer natureza; não sentir vergonha por ter caído, e levantar tão logo seja possível; outro desafio é entender que todo mundo cai, se engana, se frustra. Não dá mesmo pra ganhar todas. Não há quem consiga esse feito, porque errar é próprio do ser humano.
Aprender a esperar a expectativa se tornar realidade é uma artimanha que evita quedas indesejadas; treinar-se a deixar as promessas serem apenas isso e saber que elas não dependem só de nós é um dos segredos; esperar o momento certo para contar vitória já livrou muita gente de dar com a cara no chão.
É claro que ninguém precisa se retrair só para não “cair do cavalo”. Lógico que não! Basta agir com certa dose de cautela e estar consciente de que tem um tempo certo para tudo, já que a precipitação é a maior causa desse tipo de queda.
Contudo, nem sempre conseguiremos evitá-las. Mas, se me permite um conselho, aprendido com muito custo, vou dizer: quando a vida fizer a gente cair do cavalo, só precisaremos nos levantar e tentar de novo. Acho que afinal, isso é tudo o que precisamos saber.
INFÂNCIA PERDIDA
Ah! Saudade da infância perdida,
onde as lágrimas eram de birras e os castigos eram martírios.
Saudade da infância perdida, onde as cantigas de rua eram roda-roda e os gritos de alegrias.
Saudade da infância perdida, onde os tombos eram curados com um beijo e o medo acalentado por um abraço.
Saudade da infância perdida, onde tudo virava bagunça e o esconderijo era d'baixo da mesa.
Saudade da infância perdida, onde as perguntas tinham respostas e o olhar era tão sincero.
Saudade da infância perdida, onde a inocência era guardada e a mentira era coelhinho da Páscoa.
Saudade da infância perdida, onde as nuvens se desenhavam e o andar era adiante.
Saudade da infância perdida?
Apenas saudade!
Da infância perdida.
Sua infância termina no exato instante em que você coloca a mão no bolso da sua bermuda esfarrapada e encontra nele mais moedas do que as que precisaria para comprar apenas alguns doces e uma caixa de estalinhos.
A sala de minha casa é um jardim de infância, em qualquer hora, antes e depois de a visita ir embora.
No esporte temos que pegar as lendas e histórias dos heróis que contam e marcam a infância! Ao qual nenhum deles recua da situação problema, ao contrário enfrenta,mesmo não tendo força, não podendo utilizar o seu poder, ocorrendo uma situação de desespero,o rival sendo considerado maior, entre cicatrizes e feridas,entre morrer e viver...A característica do herói é enfrentar a dificuldade e não fugir dela,o vencer e o resultado de superar toda essa historinha de empecilhos. Tanto que para ser um herói, tem que ter dificuldade”
Semblante tantas vezes repetido,
Já vi na infância um rosto parecido,
Me lembra de um tempo que nem conheço,
Lembrança de quem fui, lugar que nesse mundo nunca seria possível,
Acho que minha alma se lembra de sua casa eterna, de beleza mais pura e infinita,
Quando olho essa simetria, e a cor desses olhos tão lindos, a matemática do teu sorriso, com que construo os pilares que me dão à base, de com encanto contemplar à vida!
Você tem medo de se tornar aquilo que odiava na infância
Tem medo da verdade
Medo dos sonhos serem ilusões
Medo de se perder
De não conseguir ser aquilo que almejava ser
Infância
Um fato importante sobre nós é que todos já fomos criança um dia, pode ser que por algum acaso do destino alguém não se torne adulto, mas já nasce na melhor fase de todas, Deus sabe o que faz. Nascemos com uma dependência total dos outros, mas como tudo na vida, isso tem algum sentido. Somos alimentados, cuidados, banhados e acariciados, mesmo que após alguns anos nossa vida não seja feliz, lá no início, na gênese de cada um provamos do doce fruto do amor, a semente foi plantada, cabe às experiências vividas fazerem a semente florescer ou não. A medida que crescemos, vestimos a roupa de adulto, a criança cada vez mais ficará sufocada em meio a tantas obrigações, a criança fica encarcerada, triste, ela sente saudade do amor que lhe foi dado na infância, mas a criança ainda vive envolta nesse turbilhão de responsabilidades, cabe a cada um deixar a criança sair ou não.
Minha tormenta, infância sangrenta, minha mãe do papel, meu lugar invisível, um abraço com o frio, que me persegue nos sonhos.
Uma infância feliz, é o maior presente que os pais podem proporcionar aos seus filhos quando crianças!
Não foram registrados vários momentos de minha história
Naquele pequeno mundo da minha infância, onde todos se conheciam e se respeitavam a gente só aparecia nas fotos em datas comemorativas, a memória fotográfica da época era a nossa mente.
Eu queria agradecer a gentileza de não ter nascido na atualidade em que cada passo é registrado por câmeras ultramodernas, com uma supervalorização e exposição do eu.
A gente registra tudo, a fase zangada e a carinhosa, o homem com o qual estamos acompanhadas, a gentileza do convite de aniversário, os incentivos e presentes que ganhamos, o peso que perdemos, o sangue que doamos.
O desequilíbrio da superexposição não nos atinge, não parece grave ou nocivo, nem um tanto egoísta se o interesse for “likes”. A gente posta o álcool e as sobremesas.
Fazemos textão quando rompemos o namoro, apagamos foto quando a dissolução é definitiva (às vezes nem é), brigamos com plateia, pisamos em ovos para sermos felizes o tempo todo.
Compulsivamente postamos comida e aquele restaurante da moda, escrevemos longos e humilhantes e-mails, a vida virtual supera a presencial em trocentos aspectos.
Não sofremos mais tantas críticas ou preconceitos sociais por nosso comportamento livre, pela experiência não mais impactante do nascimento de filho sem pai.
A gente deixou para trás as conversas importantes e delicadas, deixamos para trás a sensibilidade das relações, deixamos para trás o trato importante com as crianças e o pulso firme de seus pais.
Tudo que já foi ensinado está se desmoronando, a gente deixou de impor nossos poderes a quem amamos, a gente deixou as coisas fluírem sem rédeas, a gente só faz questão de sorrisos grudados no rosto e aquela falsa impressão de felicidade plena.
Já não somos mais tão jovens. As responsabilidades já nos consomem e nossa inocente infância são apenas escritos em pedacinhos de papel que não temos tempo para ler.
Rosas são marcantes em minha vida. Infância, mãe, casamento, sogra e filha. Sem contar as inúmeras datas comemorativas. Gosto delas em vasos com terra, com vida! Ah que bom seria juntar as rosas da minha vida no meu jardim.
SONHAR
Me pego pensando na vida,
No tempo que se passou.
Da minha infância sofrida,
Que criou o homem que sou.
Crescido em meio a pobreza,
Onde aprendi a humildade.
Eu só tinha uma certeza,
Ser feliz é viver com simplicidade.
Sei que a vida não é perfeita,
As vezes vamos chorar.
Nem só de alegria é feita,
Mas é bela, se soubermos sonhar.
- Cedric Constance
A infância é um achado, que o ladino tempo nos pediu por empréstimo e nunca mais há de nos restituir.
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