Debates
"Não adianta fugir dos confrontos, dos debates, ou de quem pensa ou acredita diferente de você, pois é exatamente nestas situações que crescemos, amadurecemos e obviamente é onde aprendemos a nós defender."
Sobre alguns assuntos que provocam debates, é interessante observar que são como discutir a boa ou má música, se não for músico nada resta para falar.
Não suporto a virulência dos debates. Indigna-me a ideia de colonizar o outro dentro do que a mídia impõe como verdade absoluta. Ora, a verdade não é aquela coisa que liberta? Mas quanto mais buscamos-na fora da mídia, mais oprimidos nos sentimos, pois a verdade simples e cruel da história da humanidade, é que não somos livres porque as Leis e as reformas são feitas para resguardar uma minoria em detrimento da maioria; porque somos privados do direito de ir, vir, permanecer... onde quer que desejemos na Terra; porque somos escravos voluntários de um hedonismo capitalista corruptível; porque não confiamos em nós mesmos, na nossa capacidade de vencer 'os 5%' dos canalhas que têm injustamente a posse do mundo. Já alertava-nos Mark Twain, de que é mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las de que foram enganadas. Estar enganado é inconcebível; estar certo é tomar posse de um saber revoltante e inútil se não usado para lutarmos por nossos direitos. Saber e não fazer coisa alguma é a pior decisão que se pode tomar na vida. É permitir-se ir morrendo sem experienciar o sentido universal de existir. Pensando nisso, no valor da existência, busco-o na sapiência da borboleta que mesmo ignorante de que a flor é azul ou vermelha; sente, por ondas vibratórias, se a flor que ela sobrevoa é carnívora ou não...Escute as vibrações do seu ser e atenda ao seu íntimo chamado por justiça social, com boa vontade, sem preguiça. Analise o quanto aqueles que produzem as riquezas da Terra têm sido espoliados e assuma um lado: 'trabalhadores do mundo, uni-vos'.
Sorriso raro, cruel, verdadeiro. Início de muitos debates. O silêncio, sozinho em dois travesseiros.
Escrevo para compartilhar ideias e impressões, estimular debates e reflexões. Propor, hora um olhar crítico sobre um tema que afeta nossa sociedade, hora um toque ameno sobre as virtudes esquecidas. A objetividade da razão e a subjetividade da emoção. Não vivo de escrever, escrevo sobre a vida.
Nos debates sobre humanidade e empatia, há uma grande distância entre pessimismo e otimismo, entre os dois há a realidade.
Debates teológicos é como assistir a série - The Good Doctor - (O Bom Dr. Shaun), muitas discurssões em termos técnicos e quase nada de cirurgias reais.
Pessoas que não aceitam opiniões contrárias, questionamentos e debates racionais são como animais ANTOLHADOS
Ser amigo de verdade é... A amizade vai além dos debates e da imaginação geral. Muito mais que reciprocidade, essa união requer lealdade, troca de experiências, apoio, diversão, companheirismo e um amor incondicional. Ser amigo é se doar de corpo e alma a uma conexão que, se for real, vai existir para sempre.
A informação nos torna fortes e prontos para debates.A desinformação nos faz refém da ignorância , abrindo espaço para que pequenas mentiras se tornem grande verdades.
Cristina Pinheiro
O ódio na política é uma questão à ser moderada, por debates francos e necessários... Não será a invenção "criativa" de uma lei, ou a arbitrariedade de um poder, que dará solução à esse problema.
A realidade: ter de mergulhar nos "debates" do cotidiano sobre política, com p minúsculo, em que a honestidade intelectual parece algo mais raro do que diamante.
”Relacionamento não é e nunca será somente sorrisos. A divergência de ideias, debates e discussões acende a importância do respeito, limite e honra.”
Grilhões de
Debates foram feitos sobre a vida, mas, na verdade, o que foi feito foram lutas, guerras, separações, limitações, preocupações, problemas, confusões ... de uma maneira mais fácil de dizer: muito caos,por que grilhões são algemas e é isso que algemas fazem....te prendem.
.Autor:Aceitando seus medos
"A Obra na Rua dos Debates."
Flávia Falácia e Denis Desonesto eram dois amigos que sempre se encontravam andando pela Rua Dos Debates trabalhando para o Sr. Igor Ignorante.
Todos os trabalhadores que tinham um pingo de integridade intelectual admitiam que Igor Ignorante era um péssimo homem. Até a pobre Letícia Leigo admitia os absurdos do chefe, mas Flávia e Denis sempre estavam do lado dele.
Levantou-se um valentão, Bruno Bacharel, opondo-se com toda sua sabedoria ao chefe, mas não por muito tempo... Igor - sempre junto com seus dois prodígios - não tardou e disse: Vencê-lo-ei! E assim foi; não com argumentação, mas sim com aquele jeitinho típico que já levava o nome da família.
Era impossível opor-se ao chefe, Igor Ignorante. Quem fosse que tentasse sempre era vencido pelo cansaço; sempre ganhava mais trabalho.
Tempo vinha, tempo ia e Igor insistia em aparecer na Rua dos Debates arruinando o Castelo do Conhecimento e sempre cansando os que ali estavam.
Quando aprendemos ouvir e dialogar, mantemos os debates e contestações em níveis mais diplomáticos e amigáveis.
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