De Repente Nao mais que Derepente

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Não é sempre a mesma coisa ser um bom homem e ser um bom cidadão.

É preciso não relaxar nunca, mesmo tendo chegado tão longe.

Não há calamidade maior do que o descontentamento.

Sem a alegria, a humanidade não compreende a simpatia nem o amor.

Há uma espécie de reciprocidade entre a necessidade e o objecto que a satisfará. Não penso em beber; mas este copo ao meu alcance dá-me sede. Tenho sede e imagino o copo de água delicioso.

Os bons autores não têm espírito além do necessário, não o buscam jamais, pensam com bom senso e exprimem-se com clareza.

Não conseguimos segurar uma tocha para iluminar o caminho de outra pessoa, sem clarearmos o nosso próprio.

Nenhum de nós sabe o que existe e o que não existe. Vivemos de palavras. Vamos até à cova com palavras. Submetem-nos, subjugam-nos. Pesam toneladas, têm a espessura de montanhas. São as palavras que nos contêm, são as palavras que nos conduzem. Mas há momentos em que cada um redobra de proporções, há momentos em que a vida se me afigura iluminada por outra claridade. Há momentos em que cada um grita: - Eu não vivi! eu não vivi! eu não vivi! - Há momentos em que deparamos com outra figura maior, que nos mete medo. A vida é só isto?

Na vida, não nos apresentamos a ninguém que possa confundir-nos e odiamos quem nos confunde.

Ficar calado tanto quanto possível e não deixar, por isso, de estar alegre.

O difícil, vocês sabem, não é fácil...

Não confies nos confiantes, nem nos desconfiados confies, por confiar é o leão vencido.

A mulher raras vezes entende que amá-la eternamente não significa amá-la sem interrupção durante todo esse tempo.

A calúnia é como uma moeda falsa: muitos que não gostariam de a ter emitido, fazem-na circular sem escrúpulos.

A um amigo não deves ofender nem a brincar.

Nas ditaduras, a frase, famosa, de Descartes, mudou para «Existo, logo não penso».

Decisões sobre assuntos importantes não devem ser tomadas por apenas uma pessoa.

Na arte só uma coisa importa: aquilo que não se pode explicar.

O homem não é feliz enquanto o seu estorço indeterminado não fixar a si mesmo os seus limites.

As coisas, por si sós, não são interessantes, mas tornam-se interessantes apenas se nos interessamos por elas.