De Repente Nao mais que Derepente

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O Brasil é a mais avançada democracia racial do mundo.

Gilberto Freyre
Revista Veja, abril de 1970

A primeira e mais opressora mentira já falada foi a canção da liberdade.

Loki (série)
1ª temporada, episódio 1.

A coisa mais importante no mundo é sermos salvos, porque o propósito de sermos salvos é desfrutarmos a pessoa de Deus para sempre.

A maldade é a vingança do homem contra a sociedade, pelas restrições que ela impõe. As mais desagradáveis características do homem são geradas por esse ajustamento precário a uma civilização complicada. É o resultado do conflito entre nossos instintos e nossa cultura. Muito mais desagradáveis são as emoções simples e diretas de um cão, ao balançar a cauda, ou ao latir expressando seu desprazer.

Ou se deve estar calado ou falar coisas que valham mais que o silêncio.

Distância

A distância causa dor
Mais nunca o esquecimento
De um grande amor

Comunismo nada mais é que oportunismo, onde os que defendem essa tal ideologia são mentirosos e só querem poder para liderar os alienados, e são também os controladores do dinheiro publico, porque na verdade são eles os maiores capitalistas.

Tenho mais dificuldade com D. L. Moody do que com qualquer outro homem com quem já me encontrei.

Comunicação é mais que informação; informação subsidia, atualiza, nivela conhecimento. A comunicação sela pactos e educa.

A comunicação é o pilar mais importante da evolução humana.

E mais um vez Deus nos da um grande presente... Um lindo dia! Agradeça-o, pois ele te acordou, te pos de pé e te presenteou com a linda chance de recomeçar. Priscilla Rodighiero

Das coisas mais importantes que valorizamos, grande parte, só teve seu valor depois de a perdemos. Desejo que este não seja o caso de sua sensibilidade.

Quer uma verdade sobre mim?
Eu sempre vou aparentar ser mais forte do que realmente sou.

OS TEMPOS DA MINHA VIDA
Faço questão de viver sempre os melhores tempos da vida, os tempos mais coloridos e apaixonados. Já fui o oposto, mas me rendi frente à felicidade que as coisas boas me deram. Hoje, necessariamente, eu vivo o tempo dos mais vivos e com ele faço nascer o amor dentro de mim e dos que estão comigo. Hoje eu vivo o tempo de plantar os melhores relacionamentos para que possa colher as melhores amizades; eu vivo o tempo de curar as dores da alma daqueles que se sufocam silenciosamente; eu vivo o tempo de edificar grandes histórias de vida; vivo o tempo de rir, sorrir, o tempo de gargalhar e de lançar fora o pranto. Hoje, necessariamente, eu vivo o tempo de dançar as melhores músicas, as músicas que alegram a vida. Eu vivo o tempo de ajuntar pedras – “para construir castelos”. Hoje, necessariamente, eu vivo o tempo de abraçar; eu vivo o tempo de buscar as melhores soluções para os conflitos e de perder aquilo que definitivamente não vale à pena. Vivo o tempo de guardar os melhores momentos – mesmo que sejam vividos em frações de segundos. Hoje eu vivo o tempo de lançar fora os erros do passado, de rasgar as máscaras e panos que cobriram o rosto. Eu vivo, necessariamente, o tempo de coser feridas e cicatrizá-las sem deixar marcas. Eu vivo o tempo de me calar para as ofensas, bem como o tempo de falar: “te amo sempre”! Hoje eu vivo o tempo de amar, de amar sempre, abduzindo o ódio do meu caminho. Hoje, por qualidade de vida, abri mão das batalhas e das guerras... vivo, necessariamente, num tempo de absoluta e infinita paz.


PS:
Os piores momentos que a vida me apresenta eu absorvo-os, filtro-os e faço deles lições de vida, lições que se forem bem aceitas, assimiladas e postas em prática, jamais me darão trabalho.

Sobre os velhos amigos

Muito mais que qualquer nostalgia barata de um reencontro despretensioso ou a simpatia de uma rápida conversa diplomática, são as lembranças que tenho a respeito de quem passou por minha vida: os velhos amigos. Eles são cicatrizes benignas feitas por pessoas que, usufruindo de toda a liberdade que têm, deixaram com que a intersecção de nossas histórias existisse.
E eu quero lhe chamar a atenção aqui porque, quando digo história, estou falando do acumulado de experiências, acúmulo de encontros e desencontros da vida colecionados em um indivíduo, de forma que seu caráter, personalidade, espiritualidade e ideologia se fazem frutos desta dita história.
As sobreposições que sofri pelos meus velhos amigos me permite ver, talvez só aqui na frente olhando para as fotos, que a vida foi boa de ser vivida com eles; me permite ver que, como diria Spinoza, o encontro fraterno de nossas almas gerou ganho potência, o que ele mesmo traduz como felicidade.
Aos meus antigos amigos dos enes lugares pelos quais passei, a cada um deles, eu sinto a falta de vocês. Obrigado por permitirem o nosso encontro. Com vocês eu ganhei potência, eu palpei a felicidade. Com vocês vivi momentos dos quais não queria que acabassem e compartilhei lugares dos quais não queria sair.

Ódio é o sentimento mais construtivo que existe, mas as pessoas o confundem com a raiva e com a ira.

E as minhas maldades são tão gostosas.. que eles me pedem mais... ninguém nucna morreu de castigo.. e castigar tem lá suas vantagens... adoro ser menina má...

... ele gosta mais da minha inteligência e dos meus talentos que do meu coração, o qual, todavia, é a única coisa de que me envaideço: fonte da minha força, da minha felicidade e de todo o meu sofrimento. Ah! O que sei, todos podem saber, meu coração, porém, só amim pertence.

Morar fora é se conhecer muito mais. É amadurecer e ver um mundo de possibilidades à sua frente. É perceber que é possível, sim, fazer tudo aquilo que você sempre sonhou e que parecia tão surreal. É notar que o mundo está na sua cara e você pode conhecê-lo inteiro. É ver seus objetivos mudarem. É mudar de ideia. É colocar em prática. É sentir sua mente se abrir muito mais, em todos os momentos. É se ver aberto para a vida. É não ter medo de arriscar. É aceitar desafios constantes. É se sentir na Terra do Nunca e não querer voltar. É pensar em voltar e não conseguir se imaginar no mesmo lugar. Morar em outro país é se surpreender consigo mesmo. É se descobrir e notar que, na verdade, você não conhecia a fundo algo que sempre achou que conhecia muito bem: você mesmo.

Mais fácil conquistar uma cidade inteira que o amigo ferido.