Dança
Eu ouviria as mais BELAS palavras,
sentiria os mais APERTADOS abraços
e dançaria as mais BELAS músicas
AO TEU LADO
Cantaria as canções mais PROFUNDAS,
nadaria nas águas mais FUNDAS
e receberia as piores notícia
DE SEUS LINDOS LÁBIOS
Você criou uma BELA eternidade,
em nossos dias NUMERADOS.
Sonhei
Que me chamava
Gritando irritantemente
Não querendo dançar festa Junina
Eu me fazendo de difícil
Ridículo eu me negava
Ao mesmo tempo querendo.
Sonhei
Acordado, olhando a fumaça
Que emana da xícara
Quente em contato com um ar frio
Natural das manhãs dos trópicos
Em consequência da terra estar
Mais distante do sol
Sonhei
Enquanto bebericava
Café com leite
Comendo pão, produto do trigo
Que doura minha paisagem
A esperança de te rever.
Não me sinto bem
Não me sinto nada bem
Nem consigo escrever sobre a festança no sol
E as danças lunares
Eu não consigo dormir
Eu não quero mais viver
Já me apaguei uma vez e sofri, cá estou de novo vivendo nesse mar sem poder se matar
Me sinto uma estátua de cera
Começando a viver
Se você não compõe, cante.
Se você não canta, dance.
Se você não dança, pinte.
Se você não pinta, arteie.
Se você não arteia, ame.
Se você não ama, bem... se você não ama,... resta libertar-se para ser feliz e começar a viver.
Amogogia
Queridos acadêmicos
Que há anos acompanho
Quantas lembranças
Sorrisos e danças
Nosso curso é assim...
Não há tristeza ou fim
E as vezes...
É como se voltássemos a ser crianças
Pois nas aulas pedagógicas
Era uma festança.
Pois bem...
A primeira fase acabou
Agora são docentes
É um título maravilhoso
Que sentirão orgulho e amor.
Lembrem-se das nossas aulas
Filosóficas ou Pedagógicas
Pois com elas, segundo Freire
As cortinas do grande teatro da escola se abrirão
Para a “Pedagogia do oprimido”, “do amor” e “da libertação”.
Hoje sinto orgulho
Do que são:
São pais, filhos, esposas, amigos e finalmente “professores”
Honrem à docência com sabedoria, paixão e “sabores”.
Colaborar é como dançar: ousando o jogo da co-criação e fornecendo o nosso melhor, realizamos um lindo espetáculo.
E, finalmente, ela meio que... de certa forma… apenas um pouquinho… queria mesmo dançar com o duque.
TEMA: Pensamento lógico... CHACRETES, assim eram chamadas as dançarinas do chacrinha... Consequentemente, as de Deus, devem ser chamadas de "DEUSDETES" E as do diabo? (...) Claro que são as infernais demoníacas "DIABETES". (RSRS) "sirpaultavares"
insegurança me acompanha como em uma dança,e dança estabanada pisando eu meus pés, tropeçando quase me fazendo cair,errando os passos fazendo com que eu me sinta desconfortável em continuar a coreografia, tentando não errar porém é inevitável está muito difícil quase impossível acompanhar esses passos,talvez eu precise de mais espaço,e comigo a insegurança criou laços...e aos poucos foi me consumindo e a capacidade de fazer algo sem me auto questionar foi sumindo,comecei acompanhada pela insegurança mas agora a insuficiência me puxou para uma dança,uma dança mais formal e complicada,a insuficiência dançando e eu lá parada,uns passos mais complexos e eu não seria capaz,de acompanhar a insuficiência a cada passo que ela faz,então eu estou sendo arrastada...continuo a acompanhar a insuficiência mesmo sem saber de nada,e de repente sou surpreendida por um puxão e agora quem está a dançar comigo é a depressão
"Somos meros navegantes
Sobreviventes itinerantes
Artistas diletantes.
Poetas amantes
Dançarinos errantes.
Humoristas falantes
Românticos namoradores
Amigos constantes
Pares fascinantes
Artistas deslumbrantes
Paixões embriagantes
Saudades constantes."
(Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP)
Direitos reservados.
Hoje grito os 400 mitos que se foram
Os mitos desfarçaram-se novamente
Logo estarão dançando e festejando sua demência
Não há doença quando o festejo é coletivo
Serão eles/elas hoje arrependidos
Queriam ver o sangue daqueles que não o deles escorrer
No sentimento do ódio a loucura reviveu e tomou corpos
Os doentes e viciados, eles afogados nos seus dentes podres, atormentados, amordaçados e desprezados
Eles/elas gritam o seu ódio por viver
No mundo formado por um invejoso, seria óbvio fazer do outro o invejador
Assim dançam, festejam, bebem o sangue imundo do poder
Eles/elas vivem uma eterna romantização dos braços, beijos e afago que eles/elas afogam por querer
Amanhã será um novo tempo
De dançar solta no vento
E viver livre de vez
Se reinventar a todo instante
Ser humano, ser mutante
Te beijar então, talvez
A mais lenta dança contigo parece uma corrida
O maior filme um curta
E cada beijo uma piscada
Mas cada segundo mais valioso do que anos
Sentimento em repentino que em um ponto quase divino
Mudou a vida de um jovem menino
Para o amor de um crescido rapaz
Que somente pensará no tempo
E não em mais tempo.
Mundo vago
que em meio a um passo
já fujo do raio do compasso
e começou a outra parte da dança
mesmo que a mente ainda se cansa
de tanta exigência sem ritmo impedida pela distância
me presenteie então, ao menos com sua despedida
já ficaria feliz
pois de tudo o que aconteceu
que meu entendimento não consegue chegar
minha mente instalou bem ali o seu jeito de me olhar.
Eu tenho pra mim, bem aqui na minha cabeça, que você é quase como uma melodia dançante e radiante que invade cada pedacinho meu com o seu perfume.
Ao longe rodopia o bobo da corte na inútil tentativa de atrair a majestade
Dança, grita, sorri e chora
Sempre envolto na mentira com a óbvia intenção de enganar
Cala-te bobo sem graça
Teu tempo passou
Tua hora chegou
Embrulha-te nas dores que espalhou
Sente o frio das lágrimas que causou
Para ti o que resta é a solidão eterna no calabouço de mentiras onde tantas almas prendestes.
Teu castigo será o SILÊNCIO.
