Dados
No mundo corporativo, tudo o que os gestores tem a decidir é o que fazer com os dados que lhes são dados.
Alguém sempre vai formar XXI e
susurrar Blackjack. Depois de dados
lançados, Xeque-mate alcançado, não
dá mais para proteger rainha. Afinal,
em cama de quem vive de blafes
um Peão é só mais uma peça perdida.
Que o jogo continue e nessa rodada,
eu faço questão de "perder". Dissimular
pra quê?!
AMOR
Perdoa-me pelos carinhos não dados
Perdoa-me pela minha ignorância
Perdoa-me por não saber amar-te
Perdoa-me pelo que te fiz sentir
Perdoa-me pelo transtorno que te causei
Perdoa-me pela decepção que te dei
Gosto de beijos 💘
Dados com língua
De abraços, de afetos
De sussurros nos ouvidos
Entre todos os gemidos nossos
O conceito de necessidade, outrora mencionada
Era mais uma ideia
A ideia de ver o futuro com dados
Dados do antes e do agora
Mas como vou conseguir explicar
Se eu sei que não existe nada comprovando tal feito
O feito de notar essa necessidade,
necessidade que o homem têm
de sentar, e o levar para a comodidade
A vida é um jogo de dados...ao lançá-los você nunca sabe qual número vai cair. Mas não é um número grande que te faz vencedor, e sim você nunca desistir quando sair um número pequeno
Passos dados com cautela no escuro garantirão o exercício contínuo e pleno das passadas quando na alvura.
Tomar posse das bênçãos é direito terrestres dados pelos corações divinos em um triúno somente: Deus.
Tem poder quem age.
Transformar dados em ideias é massa, mas, para mim, o real desafio (e onde tudo acontece de verdade) é fazer essas ideias saírem do papel. Já vi muita gente se empolgar com uma ideia incrível… e parar por ali. Fica na planilha, na apresentação bonita, no “depois a gente vê”. No meu jeito de ver e trabalhar, dado bom é o que vira ação. É quando você testa, aplica, muda o rumo, ajusta processo. É ali, no campo, que a coisa muda. Porque dado/métrica sozinho não move negócio. O que move é atitude. E eu acredito nisso: tem poder quem age.
Instagram/ @marcielmunizbr
À medida que as IAs generativas se alimentam incessantemente de nossos dados, somos confrontados com uma crescente fome de autenticidade nas expressões criativas. Não acredito que o conceito de 'morte' da arte seja uma ideia alarmista, mas sim uma provocação. O que restará de nossa humanidade quando entregarmos a elas não só a capacidade de criar, mas também o processo criativo que é, por essência, uma expressão intrínseca da experiência humana? Estamos, talvez, trocando nossa singularidade por uma simulação do que éramos.
As melhores decisões geralmente são tomadas com base em dados e evidências, não apenas em pressentimentos.
A vida é como um jogo de dados: podemos calcular as chances, mas o resultado sempre nos surpreende.
