Cultural
Ciranda da modinha!!
Pra mim !! ...- um termo cultural que se refere a um movimento descartável - Modas que surgem e desaparecem, como uma dança circular, sem deixar marcas duradouras. Um reflexo da sociedade de consumo, onde o novo é valorizado e o antigo é descartado !!. Mas.. nessa ciranda, há também espaço para toda criatividade!! E a expressão cultural!?! Está com toda força e a todos instantes se reinventando!
Com carinho
Teresa Cristina Santana
Há casais que brigam constantemente devido à ignorância cultural familiar e à falta de domínio próprio da língua.
Quando o patrimônio histórico e cultural de uma nação é tão precioso quanto seu PIB, protegemos e preservamos a nossa própria essência.
Uma crítica cultural hoje é, antes de tudo, uma crítica à felicidade e à estupidez, essas irmãs gêmeas em nossos tempos que enchem o ar com seu ruído ensurdecedor.
O melhor do Brasil é o povo brasileiro,
(aquele povo multi étnico e multi cultural-
original, criativo e único).
O pior do Brasil é o complexo de viralatismo, ( aquele povo, ainda submisso e servil às soberbas explorações imperialistas e colonialistas).
✍©️@MiriamDaCosta
Qualquer que seja a sua etnia, religião,classe social e cultural...se você admira e apóia um fascista torturador, você é CÚMPLICE.
Quando um povo chega no nível máximo do empobrecimento cultural, da degradação moral, da falência educacional enxergar o óbvio se torna tão difícil, que o ladrão lhe rouba o pão,e ele ainda oferece a dignidade.
A Quarta-Feira de Cinzas é, portanto, uma celebração ritual que sintetiza a memória cultural, a simbolização religiosa e a consciência antropológica da mortalidade humana, funcionando como um ponto de inflexão entre a festa popular e a reflexão espiritual, entre o corpo e o espírito. Ela nos lembra que qualquer jornada de sentido exige reconhecimento de nossas limitações e, ao mesmo tempo, uma busca consciente de transformação.
O ser humano é um quê, tais como: Ser social, ser racional e ser cultural; Juntos somam as funções do seu animal.
Não define a pessoa pela função ou cargo temporário, mas sim pelo olhar de sua formação cultural, intelectual e humildade de reconhecer o outro com auteridade (CLARIANO DA SILVA, 2020).
TELEMARKETING
Bom dia!
Posso falar com o senhor sobre a nossa campanha cultural?
Pode!
Gostaria de assinar a Revista Veja?
Não!
Pode dizer o motivo?
Eu só acredito nas minhas mentiras!
O Brasil que me dói
é o Brasil que padece
da Metástase Cultural da Corrupção Estrutural.
O que me dói não é apenas o dos escândalos que estampam manchetes, nem o das cifras desviadas que nos indignam por alguns dias.
O Brasil que me dói é aquele em que a corrupção deixou de ser episódio e virou ambiente — deixou de ser exceção e passou a ser método.
É um Brasil que já não se escandaliza com os erros — justifica-os — e até estranha a honestidade.
Onde o “jeitinho” é celebrado como inteligência e a integridade é tratada como ingenuidade.
A metástase cultural da corrupção estrutural não começa nos palácios; ela se espalha quando pequenas concessões morais se tornam hábitos sociais.
Quando furar a fila, fraudar um atestado, comprar produtos de procedência duvidosa ou sonegar um imposto parecem pecados menores diante de outros pecados…
Essa metástase é muito silenciosa.
Não dói de imediato.
Vai corroendo a confiança — essa argamassa invisível que sustenta qualquer nação.
E quando a confiança apodrece, tudo começa a desmoronar: instituições, relações e sonhos coletivos.
O cidadão já não acredita no Estado, o eleitor já não acredita no voto, o jovem já não acredita no mérito.
Mas talvez a dor seja também um sinal vital.
Algo de bom no meio do caos.
Só dói o que ainda tem um pouco de vida.
E se o Brasil nos dói, é porque ainda nos importamos.
É porque ainda enxergamos a possibilidade de um país onde o certo não seja heroísmo, mas normalidade; onde caráter não seja exceção, mas cultura.
A cura de uma Metástase Cultural não começa apenas nas urnas ou nos tribunais — começa no espelho.
Começa quando decidimos que não aceitaremos, em pequena escala, aquilo que condenamos em grande escala.
Porque a corrupção estrutural se alimenta de microcorrupções diárias; e a transformação estrutural também nasce de microatos de integridade.
O Brasil que me dói é o mesmo Brasil que ainda pode florescer.
E talvez a verdadeira revolução não seja a que grita nas ruas, mas a que ainda sussurra na consciência de cada um de nós: ou mudamos a cultura, ou a cultura continuará nos mudando.
Somos todos preconceituosos. Trata-se de um sintoma cultural, uma questão de identidade coletiva. Negar o preconceito que existe em nós não é a saída para deixarmos de ser preconceituosos.
O convívio com o outro a quem consideramos diferente de nós (de acordo com nossos padrões internalizados de normalidade), acompanhado de uma educação emancipadora e voltada para o exercício da cidadania, poderá ajudar a diminuir os níveis de preconceito que existem em cada indivíduo e, consequntemente, no seu grupo social.
O que a civilização humana busca de fato, através da evolução tecnológica e cultural, é a onisciência e a onipresença, tentando viver muitas vidas em uma, fazendo com que o futuro, seja um quase agora, e o tempo, um eterno já, esquecendo-se, no entanto, que ainda estamos presos a um corpo biológico, sujeito aos ciclos das estações e ritmos circadianos, que nos cobrará o seu preço, mas, a evolução acontece nos extremos, e as mudanças para esta nova realidade são tanto visíveis quanto irreversíveis.
ENVELHECER PODE SER LINDO!!!
As pessoas têm o hábito cultural
de envelhecer objetos
em nome de algum embelezamento
decorativo e superficial...
Por que não admirar a beleza
no envelhecimento das pessoas?
Quando nada daquelas que fizeram
ou fazem história conosco?
(Se não, tudo se faz tão tosco!)
Curtamos cada ruga na pele,
que elasteceu, enrugou,
mas não perdeu o calor
nem a capacidade de nos reconhecer...
Mesmo que já tenham perdido parte da,
ou, toda a visão, algo próprio à própria velhice,
mas, sem desperceber-se do seu amor por nós, no nosso cheiro ou pelo tom da nossa voz...
Caso contrário, é de se tirar chapéu
o quanto o ser humano é cruel
conquanto, o próprio ser humano,
que ama ver corações sangrando!...
É um verdadeiro desprezo
a esse ser que fizeram inútil
ou será que a juventude não passa
de um tempo fútil?...
Quem prima pela evolução espiritual, humanitária ou mesmo cultural, raramente alcançará a evolução material.
Fico surpresa com o nível cultural das pessoas. A grande maioria são repetidores de doutrinas e aplicadores de métodos que não dominam e que nunca questionaram. Carecem de opinião própria e independência de pensamento. Tem olhos mas não vêem, confundem simulação com mérito, aparência com realidade, decorar com aprender ou entender. Preferem a zona de conforto, pois a originalidade no pensar lhe dá arrepios.
