Cultivar as Melhores Coisas

Cerca de 52921 frases e pensamentos: Cultivar as Melhores Coisas

Eu gosto é de pessoas espontâneas, de conversas autênticas, de coisas que me façam sorrir.

Que tudo flua e que as coisas aconteçam como devem ser, repito como um mantra.

Seria tão diferente se as coisas que gostamos não terminassem de repente,
Se os momentos da vida durassem para sempre,
Se cada sorriso no rosto fosse pleno e quando chorássemos fosse só de alegria
Se cada abraço fraterno fosse imortalizado e cada conversa fosse gravada no coração,
Se as amizades fossem multiplicadas e os desentendimentos esquecidos no próximo segundo
Se os amores de nossas vidas fossem eternos,
Se nossos amigos nunca partissem...
Mas na vida todos nós enfrentamos desilusões.
Nos decepcionamos com amigos, amores, parentes e até com nós mesmos...
Nos desiludimos quando vemos um sonho se transformar em pesadelo
Um alvo se transformar em uma miragem bem distante
Um desejo desaparecer como uma neblina.
A desilusão dói, como um ferimento.
Atinge a qualquer um sem acepção.
Mas o importante é saber que novos sonhos podem ser sonhados
E que um novo dia certamente amanhecerá
Fomos criados com a incrível capacidade de nos recuperarmos
Fomos feitos com a capacidade de sairmos de qualquer situação, ainda que difícil, mas sempre vitoriosos.
Como águia, temos o desejo em nós de voarmos grandes alturas, portanto, acima das desilusões.
Por isso cada desilusão é um convite a um novo sonho, a uma nova visão de vida.
É um convite a um novo desafio, a um novo caminho...
A vida deve ser vivida plenamente.
Cada dia é uma história, cada passo uma conquista...
Cada pedra no caminho é uma forma de amadurecimento.
E mesmo que o tempo passe e que as coisas mudem, é olhando pra trás que nos damos conta de que simplesmente vivemos.
E que a vida é sempre um recomeçar diferente!
Uma verdadeira superação das dificuldades e de nós mesmos!

Há 3 coisas no mundo que eu
mais gosto: as pessoas porque
vc é uma delas, o mundo
porque vc está nele e o
destino porque fez a gente se
encontrar.

A gente precisa deixar que as coisas aconteçam. Mas a gente também precisa acontecer para que as coisas aconteçam na gente. Deixar que a felicidade abrace. Que o sorriso adoce. Que o abraço contagie.

Políticos ganham eleições prometendo gerenciar bem as coisas que pertencem ao povo.
Políticos ganham salário para gerenciar e fazer obras para o povo que o elegeu.
Quando um político faz festa para anunciar um serviço ou obra,pretende atrair muita atenção para aquele feito, ou quer tirar a atenção e arrumar desculpas pelo que não fez.

Sou daquele tipo que torce o nariz quando não gosta, que chora de raiva por coisas bobas, que grita de dor por dores incuráveis, que ama sem olhar a quem, a que reclama de tudo, sou aquela pessoa que vive a espera das coisas e se irrita com isso, sou confusa, estranha, tão eu.

Eu só precisei provar que consigo fazer isso sozinha, porque vou ter que fazer as coisas sozinha agora! .

Você pode esconder muitas coisas atrás de um sorriso, mas nunca de um olhar.

“Na Natureza Selvagem”

Todos os seres humanos são motivados a fazer coisas inusitadas, quase, senão sempre tem que haver um motivo racional. Na história real de Christopher McCandless, protagonista do drama interpretado por Emile Hirsch em “Na Natureza Selvagem”, suas motivações vão além de um livro que o possa influenciar, como por exemplo: “O apanhador no campo de centeio” (1951) de J.D. Salinger que conta a história de um adolescente que ao ser expulso da escola pega o trem para Nova York antes que seus pais fiquem sabendo da notícia; ou do lendário “Pé na estrada” de Jack Kerouac (1951) que influenciou uma juventude inconformada a sair de casa em busca cada qual de um novo significado para a vida da forma que cada um bem entende.
Com Christopher pode-se dizer que foi um pouco diferente, sobretudo no que se refere às motivações que o levaram a ser um “extremista” como ele mesmo se declara. Antes de se lançar em um ambiente inóspito ao homem solitário, sua sabedoria e revolução espiritual estavam bastante avançadas como é mostrada nessa obra cinematográfica que Sean Penn adaptou do livro de Jonh Krakauer que, aliás, leva o mesmo título.
Após concluir seu ensino superior em 1990 aos 21 anos, Christopher doa toda sua poupança (24 mil dólares) para um instituto de caridade. Parte então para uma aventura vivendo à margem desta sociedade de faz de conta considerada civilizada. Pegando caronas ou viajando clandestinamente em trens de carga. Christopher renega todos os “valores” sociais consumistas, abandona a superficialidade da ideia de estar sempre se ocupando em ter cada vez mais movidos pela ganância. Seus valores familiares também não são mais acessados, o pai, a mãe e a irmã nunca mais o viria novamente.
Na medida em que se relaciona com as pessoas em seu caminho sua perspectiva de mundo vai se configurando e, sendo esta uma via de mão dupla, as pessoas também vão se modificando e principalmente revendo seus valores.
Ansioso por liberdade total, desapegado à regras o jovem adota para si outro nome, agora seu nome é Alexander Supertramp (super-andarilho). Apesar de viver sem rumo, sem dinheiro, apenas sua mochila com diários, livros e algumas roupas, vivendo do que se encontra pela frente, Christopher tem um objetivo: chegar ao Alasca e quando lá chegar, viver o mais intensamente possível sendo, ele mesmo, total parte da natureza selvagem.
Portanto, depois de 2 anos se aventurando e indo ao norte dos Estados Unidos, Christopher chega ao Alasca e pretende viver da terra por um tempo. Compra um livro sobre a fauna local para se orientar. Encontra um ônibus abandonado, provavelmente por uma equipe de biólogos pesquisadores, este é o já lendário “Ônibus Mágico”.
A paixão pela vida selvagem caiu como uma luva para justificar sua fuga de uma sociedade que para ele é mais hostil do que viver como mendigo. Em sua mochila, além dos diários, as obras literárias de Jack London, Leon Tolstoy e Henry David Thoreau que carregavam, tiveram grande influência sobre McCandless. Não se tratava de uma nobre missão, apenas de viver sozinho no Alasca, reconfortado com o que a natureza pudesse lhe proporcionar.
Contudo, perto do centésimo dia no ônibus mágico a fome passa a ser latente e cruel. Os desdobramentos dessa história real nos levam a reflexão sobre a condição humana da vida ativa. A ação do homem e o suprimento de suas necessidades de fato mora na relação com outros homens, outros seres humanos ou é possível viver solitário? Finalmente ele próprio conclui sabiamente que “a felicidade só é real se compartilhada”.

Existe prazer nas matas densas
Existe êxtase na costa deserta
Existe convivência sem que haja
Intromissão no mar profundo e
Música em seu ruído
Ao homem não o amo pouco
Porém, muito a natureza...

Pessoas estúpidas fazem coisas estúpidas,
Pessoas astutas enganam umas as outras.

As vezes precisamos passar por momentos difíceis para voltarmos a dar valor a coisas que um dia acreditamos, mas que com o tempo e as situações esquecemos o tanto que são importantes!

São as pequenas coisas que revelam os capítulos do coração. São as pequenas atenções, os numerosos incidentes pequeninos e as simples cortesias da vida, que formam a soma da felicidade da existência.

Eu acredito no poder da oração, na força do bem e do amor, nas coisas boas que um pensamento positivo pode trazer, nas reviravoltas que um sorriso pode dar, na simplicidade de levar a vida.
Eu acredito no aconchego da reciprocidade, na importância de se relevar certas coisas e manter a paz de espírito e a mente tranquila.
Acredito que se o coração estiver leve, tudo coopera para a felicidade.
Só cabe a nós, remover o que não soma, deixar ir o que não traz alegria, transformar os anseios em foco, os medos em fé, e permitir que Deus nos surpreenda.

Pobre mesmo é o que se pode descrever e limitar. A grande magia das coisas está em não entender a importância do que é simplesmente essencial. É não questionar os motivos de sonhar. É não cansar de amar.

Brigas até tarde da noite, até o amanhecer. Eles eram o opostos. Discutiam por coisas inutéis que não tinha importancia nenhuma. Discordavam de tudo um do outro. Sempre era os mesmos motivos, mas nenhum dos dois davam o braço a torcer. Ele dizia que ela queria ser a dona da verdade,que desconfiava demais dele e o queria controlar e ela dizia que não tinha culpa que era sempre ele que fazia besteira e a dava motivos para isto. A cada amanhecer era um nova briga com o mesmo motivo. Mas entre tantas diferenças, os dois se igualavam em uma coisa, eram loucos um pelo outro…
Ninguém sabia, mas todas as brigas, sempre acabavam com um beijo.

Não existem coisas desinteressantes, só pessoas desinteressantes.

Desconfie das coisas que acontecem sem dor, renuncia ou esforço.

Existem duas coisas que não gosto : mulher gelada e cerveja quente…

Nós já escolhemos, a cada momento de cada dia, as coisas com as quais nos importamos. Então, para mudar, basta escolher nos importarmos com outras coisas.

Mark Manson
A sutil arte de ligar o f*da-se