Culpa
"Tem certas coisas que eu não sei dizer"
- Pra que sirvo eu?
Talvez a culpa seja nossa, talvez a culpa seja minha ou sua, talvez a sorte seja nossa. Afinal, o tempo deveria ter acabado com todo o sentir, e ele não o fez. Talvez a sorte seja mais sua do que minha, talvez seja...
Eu gostaria de não ser culpada, eu gostaria de não carregar a culpa, por não saber como te deixar no ontem. Como você sabe me deixar... Por não esquecer de todos os seus sorrisos e do seu cheiro.
Eu sei que diante das diferenças eu consigo te enxergar, eu nunca deixei de pulsar com a batida do seu coração.
Sim, talvez eu pague com o sentimento, mas eu juro ao universo que a culpa não é minha. Eu não tenho culpa de amar o seu mundo, o seu ser, as suas manhas, o seu ciúmes controlado ou não, eu não tenho culpa de ser o Fantástico mundo de Bobby, quando o assunto se refere a você.
Pois por você eu tenho me feito e refeito e você nem imagina, eu gostaria tanto que enxergasse o que os meus olhos enxergam.
Me perdoe por não conseguir ser o que eu deveria ser, me perdoe por eu não resistir a você... E mesmo quando eu sigo, eu sinto cada batida do seu coração. Eu sinto o seu cheiro... E quando eu acordo me encontro nesse pesadelo, então eu prefiro sim, acreditar que para os sonhos acontecerem, basta acreditarmos que eles são possíveis.
Estou tão cansada da forma que me olha, como se eu fosse a culpada por tudo... a culpa é da sua falta de coragem em se permitir a viver e seguir.
Versos de Revolta
Deixo meus versos
como rastros de fogo
num caminho que arde
pela culpa dos insensatos.
Minhas palavras ficam,
gravadas como cicatrizes
na pele da memória,
reação contra a hipocrisia
que escorre
das bocas ornadas
de tantos "intelectuais",
cuja erudição é verniz
sobre o vazio.
Não há o que temer!
Pois tudo já é temido!
O perigo não se manifesta
onde a covardia se veste
de autoridade,
onde a segurança se impõe
como jugo elegante,
um escudo frágil
contra a incerteza
que ruge no mundo.
Vivo em segurança?
Ou em confinamento?
Essa segurança sufoca,
nos molda em cúpulas
de certezas frágeis,
ergue muros invisíveis
que nos protegem
do caos lá fora,
mas nos exilam
dentro de nós mesmos.
Há de parar!
Ou então, pararemos nós!
Porque quem vive assim,
enjaulado em verdades prontas,
aprende a temer
até o próprio pensamento.
E se o medo crescer
maior que o desejo de liberdade,
é a alma que se condena
ao cárcere da resignação,
onde as palavras morrem
antes mesmo
de se tornarem grito.
Os versos que deixo
são insurgências contra o conformismo,
ecos de um coração inquieto
que se recusa a aceitar
a rotina disfarçada de escolha.
É urgente quebrar o silêncio
que nos encobre de poeira,
é preciso incendiar
as ideias moribundas
antes que a chama interna
se apague de vez.
A opinião que acorrenta,
A culpa que não desfaz,
O orgulho que aprisiona
E a mágoa que rouba a paz.
O ato de se alimentar resulta em liberdade e prazer. Quando vira culpa, regra ou castigo, já não é nutrição, é prisão.
Rio de Janeiro, que bom você existir mas parabéns em dia primeiro de Março ?
Por que ?
A culpa foi do "Velho Estácio" e o " São Tião " que ajuntou.
Como não basta se a figura mítica do " Pé Grande " o seu representante veio mesmo morar por aqui....o antigo foi preso em Bangú.
Casos Policiais, Causos e Lendas Cariocas......Que saudade dos Tamoios , Falo dos índios ,
não do antigo prefeito, imperfeito, que este descanse em paz...
Pior do que político ruim só fantasma de político....Que Deus que é carioca
nos proteja......pobres mortais vivendo e aprendendo a jogar, debaixo do
" Suvaco do Cristo" que é seu filho já que o "Suvaco de Cobra" que só tinha samba já não existe mais....carioca tem esta mania besta.Tudo que é bom e da certo em pouco tempo o carioca fecha ou estraga....deve ser por conta da mãozinha ruim....tipo olhinhos de seca pimenteira....o infeliz já nasce, assim....
A culpa petrifica mas a responsabilidade mobiliza a se reparar o erro. A culpa pode ser considerada uma auto-condenação sem perdão que justifica e muitas vezes reafirma que não existe nada mais a fazer mas enquanto não nos movimentarmos para amenizar o erro, não haverá diminuição da pena e muito menos absorvição. O inferno começa em vida para todo aquele que erra e não reconhece a culpa.
Cada um trás consigo sua parcela de mérito e de culpa, sem desculpas, perante sua própria felicidade.
Não existe dieta saudável alguma que não permita, sem culpa, de comermos alguma besteira, de vez em quando.
Bom era quando podíamos fazer nossas cagadas, livres de qualquer culpa, sem medo de julgamentos, e ainda podíamos gritar: mamãe, acabei!
Enquanto eu não me convencesse que a culpa era sua, verdadeiramente sua, totalmente sua, escandalosamente sua e que era você, não eu que tinha que pedir desculpas, eu jamais seria capaz de me desligar de você. Mas agora parece que finalmente estou me desligando de você, estou arrancando essa erva daninha que era você no meu coração, estou limpando a fuligem que ficou nas beiradas, estou renovando meu coração, me renovando. Estou que nem me reconheço mais, rindo por aí sem motivo aparente, fazendo balizas desajeitadas, ocupando minha cabeça com Direito Constitucional. Estou enfim com a agenda lotada e não tem lugar nela para você, nem na minha vida, não mais.
