Culpa
"Não é culpa minha se quando eu penso na palavra AMOR, logo coloco como sobrenome o seu nome."
-Aline Lopes
Não há culpa em não querer:
não se escolhe o que se quer, por vezes, o desejo tem fontes distintas da razão.
Não se pode amar apenas por consideração - da mesma forma que não se deixa de amar pela impossibilidade de acontecimento.
Entregar-se sem desejo é a pior das ofensas a si mesmo e ao que deseja sua entrega;
Concretizar o desejo pensando só em si é um ato de extremo egoísmo, deve ser imediatamente abandonado e nunca executado.
Nunca coloque o fim da amizade como um escudo aos desejos, a amizade não se perde.
O seu desejo não deve obrigar o outro a desejar o mesmo.
Se fores o desejo de alguém, haja com nobreza, respeite os limites e compreenda a fuga desse de estar perto de você.
Você passa a ser desejo quando o coração do outro aperta perto de você, o ciúme arde mesmo em silêncio, e as tentativas de ter-te nunca são descartadas.
Nunca se esquece aquilo que é dito na tentativa de afastar a possibilidade da realização.
Nunca será indolor: o não, a confissão, e a constatação.
Te ver feliz é uma alegria, até que essa alegria não permite nossa participação.
Há loucura no desejo, e a razão na tristeza.
de tudo que se falou, a verdade é: quando o primeiro pensamento, o principal objetivo do dia, e quando a vontade latente for alguém, aí estaremos de fato condenados.
O Passado liberta quando nele só ficou o bem a ser lembrado e não há culpa por ter errado, e sim a consciência tranquila por ter somente ajudado e orgulho por ter caído e levantado .
No eco das memórias, sinto o peso da culpa,
Como sombras na noite, escuridão que me envolve.
Eu fui o vento que soprou sua luz para longe,
Na dança errante do destino, errei, e hoje a congelo.
Teu brilho se apagou por minha mão inadvertida,
Minha estrela outrora radiante, agora escondida.
As lágrimas do arrependimento enchem meus olhos,
Por ter sido o motivo desse adeus tão doloroso.
Mas em cada noite, ergo um olhar cheio de saudade,
Buscando redenção, em tua luz, tranquilidade.
No espelho das estrelas, vejo teu reflexo distante,
E peço perdão ao universo por minha falha flagrante.
No firmamento vasto, onde o tempo flui sem fim,
Busco o perdão nas estrelas, um gesto de alívio enfim.
Minha culpa é um fardo que carrego, pesado e profundo,
Mas na imensidão cósmica, anseio encontrar um novo rumo.
A estrela que perdi, agora é uma lição gravada,
Um lembrete constante das escolhas que fiz erradas.
Através das noites escuras, busco redimir meu erro,
Com a esperança de um reencontro, ainda que seja um pensamento sincero.
Minha jornada de auto perdão é uma constelação de aprendizado,
Na escuridão da culpa, desejo ver um novo nascer estrelado.
E se um dia o universo permitir, que a estrela retorne ao meu olhar,
Eu a acolherei com humildade, renovado e disposto a recomeçar.
No firmamento da vida, anseio reencontrar,
Aquela estrela perdida, que não pude mais segurar.
Com determinação e esperança no coração,
Buscarei nos confins do cosmos, a reconciliação.
Erramos no passado, mas o tempo não é estático,
Posso lutar por um novo começo, mais prático.
Com passos cuidadosos, trilhando o caminho certo,
Pode ser que um dia recupere o brilho incerto.
No céu da minha alma, uma constelação de desejos,
Pede que a estrela que se foi retorne aos meus beijos.
Talvez um dia, em um giro cósmico de sorte,
Ela retorne aos meus olhos, como um forte suporte.
Enquanto o tempo passa e a busca persiste,
A lembrança dessa estrela em mim insiste.
Seja nos sonhos ou no olhar das estrelas que brilham,
Guardo a esperança de que, um dia, nossos destinos se unam.
Atualmente o ócio, ainda que seja o ócio criativo, tem trazido sentimento de culpa diante da indústria por produtividade (ou produtivismo) nas diversas áreas de conhecimento ou de atuação.
Todos são culpados quando a culpa não é de ninguém.
Todos são culpados quando a culpa é de alguém também.
Espaços inacessíveis costumam colocar a culpa na deficiência para se isentar da responsabilidade de incluir.
NÃO SOUBE VALORIZAR O MEU AMOR
É negah!
você simplesmente me abandonou...
Também, culpa minha que não soube valorizar o teu amor...
Mais sei que tua felicidade é uma certeza..
Pena que a minha se acabou em tristeza...
Esse seu amor tão lindo, que eu não soube valorizar...
E eu ainda não intendo, como eu consegui te machucar...
Você sempre bela me ensinando a amar
E eu um idiota como fui te magoar
Talvez faltou mais de mim pra valer
É isso que fez me afastar de você
Meu orgulho falou mais alto que meu coração
Me causando só decepção
Você apenas seguiu o seu caminho
E eu fiquei parado, perdido, sozinho.
Quando quebramos as leis do Eterno e atribuímos a culpa aos outros, isso é sinal vivo da síndrome de Adão atuando em nosso coração.
A opinião que acorrenta,
A culpa que não desfaz,
O orgulho que aprisiona
E a mágoa que rouba a paz.
Apesar do esforço, a culpa e o medo usualmente de túnica e hábito, jamais conseguiram estar trajados diante do Sagrado
