Cuidar e Educar Crianças

Cerca de 647 frases e pensamentos: Cuidar e Educar Crianças

⁠Um simples conselho às crianças e aos jovens;
Cuidado! a inteligência artificial (IA) é uma trolagem!
Ela te seduz ao erro clássico:
O da falta de criticidade e de conhecimento dos fatos!
Te reduz ao consumismo básico que é lucrativo
Aos que estão no topo do sistema de comando.

⁠Quando era criança e morava aqui, a senhora cuidou de mim por anos. É a minha vez de cuidar da senhora. De hoje em diante, quero passar mais tempo com a senhora, vovó.

Inserida por pensador

⁠A educação que as crianças recebem nas escolas não é suficiente para ensinar princípios básicos de caráter, esses só o exemplo dos pais ensina. Quando a criança vê os pais maltratarem uma pessoa menos favorecida quer seja financeiramente ou intelectualmente entende que aquele comportamento é certo, O mesmo acontece quando a criança vê os pais embolsarem troco a mais que a caixa lhe deu. O exemplo ensina mais que as palavras.

Inserida por antoniofelippo

⁠Família, escola e arte, o tripé imbatível na sustentação da educação de uma criança.

Inserida por ednafrigato

⁠A escola é apenas a coadjuvante no processo de educação de uma criança, o papel principal continua sendo dos pais.

Inserida por ednafrigato

Daqui a 50 anos como estará o adulto que era criança hoje educando uma criança no presente deste futuro?

Inserida por valdirene_pereira

⁠Respeitar uma criança, cultivar uma planta, cuidar de um animal, é exteriorizar a nobreza do sentimento.

Inserida por Valdecir

As crianças sofrem com a educação, os adolescentes sofrem com a desconsideração e os adultos sofrem com a recordação.

Inserida por AISI

A criança é um pedaço que merece ser cuidado com doçura e carinho.⁠

Inserida por nelsonemilio4

⁠Você está feliz feito criança e
quer contar pra todo mundo o
motivo de sua felicidade. Cuidado!
Muita gente à sua volta se sente
frustrada ao saber que coisas boas
estão acontecendo com você e não
com elas.

꧁ঔৣ☬✞ - Val - ✞☬ঔৣ꧂

Inserida por valdecir_val_neves

⁠Educamos as crianças e uma toda sociedade africana com histórias distorcidas sobre seus ancestrais, resultado "amantes incondicionais de uma religião inventada por aqueles mataram e roubam seus ancestrais", e qual é o pior mal nisso, é uma toda geração futura condenada por aqueles que se recusam enxergar à luz da verdade;

In, A semente do mal entre nós

Inserida por Susatel

⁠É mais fácil bater numa criança que educá-la.
O amor custa caro.
Requer esforço e trabalho.

Inserida por juliofalconeri7

⁠Coisas que uma criança da Educação Infantil nos ensina nas férias:

Adoro fazer lista de compras e escrever o preço dos produtos. Mas não me fale em "português e matemática", que perco o interesse na mesma hora. Abandono tudo e saio correndo.

Inserida por ElizeuSilva

CRÍTICAS E ELOGIOS
Pais e educadores, diante dos erros das crianças, devem criticar positivamente, com respeito e ternura, estimulando as correções.
Apliquemos o mesmo a todos os adultos.
Contudo, as crianças e adultos, saibamos valorizar também o hábito dos elogios, que são os melhores estimuladores na continuidade dos acertos. ⁠

Inserida por SementesDiarias

As crianças precisam de uma rotina diária, precisam de regras. E precisam de uma mãe que cuide delas.

Inserida por pensador

⁠Como você está? Tudo bem? Você sempre quis cuidar de crianças e ser artista, eu amava seus desenhos e as cartas que você fazia. Tem realizado as coisas como você planejava? Eu sei que as coisas andam difíceis, mas é assim mesmo, quando achamos que esta fácil demais, é o momento de refletirmos e olhar o que estamos fazendo. Independentemente do que você estiver passando, vou estar te apoiando, vou ser sua capa do Batman nos momentos difíceis. Seu escudo nos momentos ruins. Sei muito bem do que somos hoje, mas isso nunca me impediu de escrever sobre você. Eu não sei se você já leu essas “cartas”, mas elas são a parte de nós dois que ainda não morreu. Eu ando com a nossa aliança na carteira até hoje, uso a camisa que você me deu de presente no Natal, mas eu confesso que apaguei nossas fotos em tudo, mas eu sempre encontro uma nova e guardo por medo de apagar e nunca mais ver seu rosto.

Inserida por Drek09Oficial

⁠O Café.
O lavrador planta a semente,
Assim como uma criança.
Cuida com amor benevolente
Na fartura tem a esperança.

O tempo passa a planta cresce,
Belas flores e bom fruto.
Na colheita não amolece,
No labor do trabalho bruto.

O sol seca o grão,
No terreiro inspirador.
Vira e mexe como um refrão,
Pelo laborioso lavrador.

Depois torra o grão,
Na torrefação escaldante.
No calor o suor molha o chão,
Um trabalho degradante.

Para o moinho multiprocesso,
Moídos em tamanhos diferente.
Coador, prensa, moka ou expresso,
Para o melhor café de nossa gente.

Embalados e transportados são,
Enviados para nossa cidade.
Um transporte com risco e tensão,
Carregado de amor e cumplicidade.

No mercados ficam à nossa espera,
Com sua história em chama acesa.
De uma cadeia que prospera,
Do suor do lavrador a nossa mesa.

Preparamos então o café,
Em um ritual especializado.
Com carinho e muita fé,
Tomamos sozinho ou acompanhado.

Conhecendo agora o labor,
Do cultivo do café e seu legado.
Como ousa estragar seu sabor,
Tomando café adoçado?

Nilton César Cavenaghi
04/08/2022
Compartilhamento autorizado desde que seja na íntegra e não removendo o nome do autor.

⁠Laços de Inocência

Entre as mãos infantis, a inocência
Cuidando de outra criança desprovida
Um século de mãos, em negligência
Que negam amor e segurança à vida

Mas na escuridão, uma luz reluz
A compaixão, como estrelas a brilhar
Aqueles que estendem a mão, a sua luz
Podem nas almas feridas, cura plantar

Assim, na correnteza da existência,
Onde a dor e o amor se entrelaçam,
Encontramos na nossa experiência,
Que é no ato de dar que nos abraçam.

Que o mundo se encha de mãos que doem,
E o amor nasça onde antes havia só poeira,
Pois é na ajuda mútua que floresce o que é ser humano,
Nessa dança de dar e receber, a vida verdadeira.

Inserida por AugustoGalia

⁠A prova de sucesso da nossa ação educativa é a felicidade da criança.

(Maria Montessori)

Meu primeiro contato com a escola ocorreu pertinho da minha casa, através da pró Luzia e da pró Dalva, que além de vizinhas foram responsáveis pela minha alfabetização.

Luzia, professora titular, simpática, carinhosa e sorridente. Dalva professora auxiliar, séria, rigorosa e de poucas palavras. Decerto, que uma completava a outra, tanto no jeito de ser, como no desempenho das atividades pedagógicas.

Lembro que um dia, num ato de rebeldia joguei o lápis no rosto da pró Dalva. Não sei o porquê daquela atitude, talvez pelo fato gostar mais da pró Luzia tenha agido daquela maneira.

Acredito que, de fato, eu não gostava muito da pró Dalva, principalmente quando ela substituia a pró Luizia nas aulas.

Seu jeito de poucos sorrisos não me agradava. Tanto que, uma dia resolvi esconder meu caderno atrás do guarda-roupa, tentando convencer minha mãe que não poderia ir para escola. Imagine!

Em poucos minutos minha mãe descobriu a artimanha e tive que ir para escola.

Mas, é importante frisar que durante todo primário nunca gostei de estudar, queria mesmo era brincar e brincar, nada mais me interessava.

Apesar dessa má vontade com os estudos tirava boas notas.

Essa condição permitiu meu ingresso diretamente da alfabetização para o segundo ano primário na Escola Muncipal Manoel de Abeu, através de uma avaliação

Hoje, relembro com muitas saudades daqueles tempos, tendo consciência que tanto pró Luzia quanto pró Dalva foram importantíssimas na minha formação humana.

E, aquelas birras com pró Dalva são nada mais do que coisas de crianças.

Inserida por I004145959

Quando você forma, você vai formar crianças, adolescentes e jovens que vão cuidar desse futuro do Brasil, e se esses jovens não forem capacitados politicamente e não tiverem um compromisso com a sociedade brasileira, então que tipo de Brasil nós queremos no futuro?

Rosane Kaingang
MOREIRA, Erika Macedo. Constituição e resistência do movimento indígena frente às práticas autoritárias do Estado brasileiro – Entrevista com Rosane Kaingang. Revista InSURgência, Brasília, v. 1, n. 2, 2015.
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Inserida por pensador