Cruz
A cruz ✝️ não é ponto final, é reticência cheia de promessas. É o começo da esperança para quem escolhe acreditar no amor que venceu o impossível.
A verdade de um ungido cavaleiro rosa-cruz amortece a força na pétala de rosa flor por amor e caridade.
Uma pesquisa ainda inédita de 2018 no Brasil feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) constatou contaminação por mercúrio entre indígenas Yanomami que habitam as terras entre os estados do Amazonas e Roraima. De acordo com o estudo, 56% apresentaram índice do metal acima do limite estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).Sendo assim o governo federal poderia decretar que entre as licenças oficiosas e as penas para todas as minerações ilícitas e criminosas nunca poderiam ter multas pecuniárias somente e sim condenação sumaria irrecorrível a todos envolvidos diretamente ou indiretamente sobre o crime de lesa vida, lesa pátria e lesa humanidade.
Quinta-feira de Endoenças (dores e temores), bem vindos todos os Cavaleiros Rosa Cruz espalhados pelo mundo, nesta data reunidos em Conclave. O sangue e o vinho, fortalece cada jornada em direção ao GADU. A luz tênue de cada cavaleiro, em união sob a cruz, vence toda escuridão.
Sabe qual é o seu valor? Te digo, você custou exatamente o Sangue de Cristo vertido na Cruz, Deus te quer com Ele hoje e sempre! Jesus foi O Perfeito, para assim valer nossa alma, aí lá vamos nós nos rebaixarmos para alcançar de outros miséria, tô fora, somos de valor incalculável! Antes "só" do que com a alma prejudicada! Feliz dia novo!
Respeita teu colega de trabalho. Cada um sabe o peso da própria cruz. Seja luz em forma de gente, escuridão só a do céu estrelado.
MARIA AO PÉ DA CRUZ.
Do livro: Nas Sandálias do Nazareno.
Capítulo 10, 15 de dezembro - ano 2000..
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Lá no Calvário estava Maria, olhando o Filho amado agora suspenso no madeiro da cruz.
Ajoelhada sob as próprias lágrimas, via, entre o pranto e a dor, as lembranças suaves de um tempo distante o tempo em que o seu menino lhe sorria com inocência divina.
Agora, porém, seus olhos olhos flagelados pela dor viam em cada ferida o sacrifício do Amor.
Jesus, submisso à cruz, deixava-se deitar sobre o instrumento que o dilaceraria.
Os soldados, cegos de ódio, riam em insânia; e ele, o Cordeiro sereno, ajudava a acomodar-se sobre o madeiro, como quem abraça a própria missão.
Martelos erguiam-se.
Mãos e pés do Justo eram transpassados pelos cravos, enquanto o Amor respondia com perdão.
No meio do rumor dos golpes e dos gemidos, Maria era puro sangue em lágrimas lágrimas que se transmutavam em luz.
A cruz então se ergueu.
O corpo de Jesus pendeu, comprimindo-lhe os pulmões; o ar lhe faltava.
Movimentou-se apenas um pouco, como quem busca aliviar o peso dos cravos.
Maria — Mãe — permanecia ali, diante do Rei dos Reis, sofrendo as mesmas dores do seu eterno Menino.
Ouviu, entre soluços, a voz blasfema de um dos crucificados, clamando por libertação.
O coração de Maria estremeceu seu Filho era inocente.
Mas outro grito, agora de fé, fez-se ouvir: era Dimas, o bom ladrão.
— Tu não vês? Ele é inocente... mas nós, nós merecemos!
Mestre, lembra-te de mim quando estiveres em Teu Reino.
Jesus, exaurido, contemplou-o com doçura.
E no sopro que lhe restava prometeu-lhe o Amor:
— Hoje mesmo, estarás comigo no Paraíso.
Ah, Maria...
Que amor é esse? Que hora é essa?
Em êxtase de dor e compreensão, a Mãe vê, em visão espiritual, outras mulheres mães, esposas, irmãs cujos corações se despedaçavam ante o mesmo suplício de ver morrerem os seus.
Abraçou-as com o olhar e, em cada uma delas, reconheceu o espelho da própria dor.
E foi ali, no auge do sofrimento, que Maria compreendeu plenamente quem era o seu Menino e por que viera ao mundo.
O silêncio então tomou o Monte da Caveira.
Sombras invisíveis pairavam sobre o crepúsculo da Terra.
Mas Maria continuava sendo luz.
E amando em compreensão, amando a humanidade, mergulhou na claridade do Sol eterno aquele mesmo Sol que era o seu Filho, resplandecendo para os confins dos séculos.
A cada dia tomemos a nossa cruz, pois a mesma é um instrumento utilizado pelo Eterno para matar o nosso orgulho.
Vivemos momentos em que temos que decidir entre a cruz e a espada. São momentos cruciais para entender e descobrir quem são os nossos aliados.
Sempre haverá uma cruz para carregar. Sempre haverá uma desilusão. Sempre estaremos à mercê de algumas situações. Sempre estarão na nossa frente problemas a serem resolvidos. Portanto, ou seremos fortes para encarar ou o fracasso nos dominará.
"Cruz e Destino"
Foi posto em meu ombro, uma cruz a qual eu arrasto.
Clamando e chorando, sinto seu peso á mim escurvar.
Penso várias vezes: Não é minha..., e contesto.
Devo ter me enganado, no dia que á fui tomar.
Volto-me ao ponto de partida, e ali reparo.
Diversas outras, as quais vou atento escolhendo.
Parece que esta aqui encaixou-me ao ombro.., é claro...
Pois sinto que esta bem mais leve, devo ir seguindo.
Coitado do que vir tomar aquela que pensei ser minha.
Pois tua caminhada seria dura e sofrida.
Foi sorte ter encontrado, pois com a outra eu não vinha.
Até a beira desse abismo, que nos separa dessa vida.
Mas ví que no momento, de depositar alí essa cruz.
Para me descançar eternamente no mundo tão esperado.
Faltava-lhe um pedaço, errei outra vez, perdão meu Deus.
Tornei regressar para pegar á qual havia deixado.
A dor, mas intensa que Jesus teve que suportar na cruz do calvário, não foi à coroa de espinho, não foi os pregos em suas mãos e pês e muito menos a da lança perfurando uns do lado de sua costela. Com certeza a dor mas terrível que Jesus experimentou como homem, foi o peso dos pecados do mundo inteiro que ele atraiu para si, para que hoje fossemos livres. Mas, o mais impressionante é que apesar de tudo isso muitos ainda insistem em viver de baixo do julgo da religiosidade.
"Olhando para a cruz percebo que por mais difícil que seja a situação, quem ama não desce do seu compromisso."
A figura de um cordeiro sacrificado era uma certeza, um fato que iria acontecer. A cruz com o filho do Homem levantado, foi a prova consumada da promessa e do amor de Deus.
