Cruz
Aquilo que passa pela cruz e se levanta novamente é de Deus; aquilo que não é capaz de erguer-se é do homem.
Do livro: Sobre a oração e a cruz
Duas de Dez
Com cruz de guiné, sal grosso diante de pé direito, pisando com pé esquerdo e de passo em passo, vou passando anilina azul, de um lado salpico e do outro, entorno.
A primeira, é por que são todos marechais in pectore, modalidade de nomeação de alguns cardeais quando o Papa não querem tornar públicas suas nomeações? Todos sabemos como ao militar agrada estufar o peito com medalhas e enfeitar os ombros com estrelas e afins. Fica a pergunta: por que não ostentar no corpo e no nome tão alta honraria?
Mas a cereja deste indigesto bolo de falta de vergonha e desrespeito, nos traz a segunda e bem mais profunda dúvida.
Como o fantasma do Coronel Brilhante Ustra, que para chegar a general teria que ter mais três promoções , general de brigada, general de divisão e general de exército: chegou a marechal, garantindo a cada uma de suas duas filhas uma pensão de R$15.307,90 enquanto o povo fica na fila dos ossos?
Como esta aberração, comparável apenas àqueles que o idolatram, conseguiu, apesar de condenado a eternamente beber o sangue, suor e urina dos que torturou, ser alçado ao marechalato? O lugar que junto a seus pares lhe foi reservado no inferno, é um lugar de onde jamais sairá, não importa sua patente nem o dinheiro sujo de sangue que alimenta suas proles e as de outros militares criminosos.
E todos viverão felizes para sempre, com a consciência tranquila, enquanto chafurdam na lama da falta de compromisso com a ética, por terem feito jus à nova patente em suas constantes guerras contra a democracia.
A nós, cabe apenas a certeza de que o péssimo ainda pode piorar.Alguém deseja a cereja do bolo ou a corto do pedaço em pedaços?
Servidos?
Anseio por um espaço intuitivo para cravar a lança no sangue do espírito bom. A cruz que carrego em meus ombros poderia estar pendurada numa corrente, amarrada ao meu pescoço enquanto pulo no mar. Caminhei sobre a prancha do navio selado, e ganhei uma casa no lote abissal.
Oração
Ao sinal da cruz e a essência que representa!
Peço senhor, que vossa luz possa atingir a todos.
Amparando e lhes mostrando o caminho, elevando o acreditar,
e indicando os meios para seguir, em sua passagem.
Que assim seja em nome do senhor!
Amém
O seu Sangue inocente precisou ser derramado na cruz para que o seu povo fosse verdadeiramente salvo e que a luz de Esperança pudesse voltar a brilhar mais forte do que nunca, quando o fim foi apenas o começo, uma prova incomparável de amor através de seu sofrimento, que venceu até morte, pois vitorioso, ressuscitou, concedeu-nos um grande livramento e permanece vivo,um contínuo esplendor, presente em todos os momentos.
" A nossa cruz (provas) tem o peso do nosso perdão! Coração endurecido é candidato já vencido por si mesmo nas amarras frias da solidão. "
Jesus vive
O maior ato de amor foi demonstrado na cruz: Jesus deu Sua vida por nós.
Na dor, Ele nos trouxe perdão, esperança e salvação eterna.
Que neste tempo de Páscoa, nossos corações se lembrem do sacrifício divino.
Não se trata apenas de ovos ou festas, mas de redenção e renascimento.
Cristo venceu a morte para que tivéssemos vida em abundância.
Seu sangue foi derramado por amor – amor que nos alcança até hoje.
Celebremos com gratidão, fé e o compromisso de viver como Ele nos ensinou.
Que o verdadeiro sentido da Páscoa permaneça vivo em cada gesto nosso.
SimoneCruvinel
Há muita mensagem efêmera, mas a mensagem da Cruz está acima do espaço-tempo e nos conduz a Verdade da vida eterna!
HOMENS RAROS (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Quantos fincaram uma cruz
Nos túmulos dos seus destinos
Antes de sentarem à mesa
Do banquete das ideologias?
Quantos amargaram o sofrimento
Do próprio suor
Cheio de dores e revoltas
E que choraram pelos poros de seus corpos?
Quantos fizeram de suas vidas
De seus ideais e lutas
Insanidades transitórias
E gestos de grandezas eternas?
Quantos lamberam os próprios corações
Sangrantes nas lutas diárias
Enfrentando o chumbo e a solidão
Para construir um mundo melhor ou pior?
Quantos palmilharam estradas tortas
Que ligam a tênue fronteira
Entre a morte e a vida
Para entender o absurdo da existência?
Quantos choraram seus mortos
E depois Guardaram as bandeiras
Cessaram as batalhas e ressentimentos
E mergulharam no grande mar do perdão?
Quantos caminharam descalços
Pelos desertos interiores e exteriores
Em busca de tórridas e quentes
Verdades filosóficas e religiosas?
Quantos não fraudaram as leis e normas
Em rasteiras surdinas e trapaças
Em busca do enriquecimento ilícito
Esses são homens raros ou bandidos épicos?
Por fim, gritei o mais alto essas questões
Para as montanhas, planícies, colinas
E mundo afora... E o eco me disse:
Só os raros...
ISBN: 978-85-4160-632-5
Misterio
Naquele mistério da cruz
Nosso Deus abandonado
Que lá foi crucificado
Por nós morreu Jesus
Diante de tão grande atitude
Preso a mão com um prego
No silêncio da plenitude
Fardos pequenos que carrego
Silenciamos diante dos doentes, nos enfermos, sofredores
Da pobreza da Miséria das dores
Vendo Jesus naquele estado
Quando sentir muita dor
Quando te faltar amor
Lembre-se que foi muito amado
Ademir Missias
Eu te louvo e te bendigo Senhor, pela vossa paixão e morte na cruz para nos salvar e pela vossa ressurreição! Amém.
Senhor Jesus, que o vosso preciosíssimo sangue derramado na cruz por nós seja o nosso antivírus contra o coronavírus, livrando-nos de todos os males agora e sempre. Amém.
Na jornada da fé, encontramos luz,
Em cada passo, em cada cruz.
A religião nos guia, nos faz compreender,
O divino mistério que nos faz renascer.
Em templos erguidos com devoção,
Buscamos a paz, a comunhão.
Em prece e em canto, buscamos a verdade,
Na religião, encontramos nossa identidade.
Diferentes caminhos, mesma busca interior,
Em busca do divino, do eterno amor.
A religião nos une, nos faz transcender,
Nos ensina a amar e a compreender.
Em cada ritual, em cada oração,
Sentimos a presença do divino em ação.
A religião nos ensina a ser melhores,
A viver em harmonia, em paz e em flores.
