Crueldade
Quanto mais uma sociedade depende da crueldade para produzir obediência, menos confia na própria razão.
A Crueldade das Indiretas só encontra morada na Inviabilização do Debate.
Confundi-las com ironia é pagar para se precipitar no abismo da guerra palavrosa.
Quando a palavra não é dita face a face, mas atirada ao léu, ela não busca construir, mas ferir.
As indiretas carregam o veneno medonho da ambiguidade: dizem sem dizer, acusam sem assumir, afastam em vez de aproximar.
No lugar do diálogo sincero, abre-se espaço para mal-entendidos, ressentimentos e silêncios pesados.
Debater é olhar nos olhos, é sustentar a própria convicção sem precisar se esconder em meias-palavras.
Por isso, toda indireta é uma recusa ao encontro verdadeiro — uma forma disfarçada de fugir da verdade que poderia libertar.
Afinal, só há debate quando há coragem de expor, ouvir e responder.
Tudo o resto não passa de ruídos orquestrados ao desserviço do encardido.
O Tempo e os Desejos Anacrônicos
"Às vezes, a verdade soa como crueldade.
Mas há, nos dias de hoje,
qualidades que vestem a roupa de defeitos
e defeitos disfarçados de virtudes.
Caminham desapercebidos,
camuflados em velhos contextos,
tragicamente longe da realidade."
Reflexão do alheio
A crueldade contra os animais é um ciclo que começa dentro das famílias e de alguns núcleos culturais que usam os animais para entretenimento cruel, a aplicação das leis para frear isso ajuda, mas não supre.
A inspiração pode vir de fora, mas podemos adaptar usando as nossas próprias referências.
A direção para mudar essa realidade perturbadora é a Cultura e a Educação, sem querer incentivar a copiar ninguém, observe como os japoneses incluem os animais em tudo desde um de pacote de biscoito, roupas, cosméticos e até points de encontro.
Desta novela não há
nenhuma novidade.
Nos seus capítulos
só resta crueldade.
Não tem nada a ver
com teoria conspiratória:
a poesia também serve
à memória histórica.
Matam e sequestram
a solidariedade de uns
no vasto mar da Humanidade.
Amanhã voltam os tempos
em que muitos foram
sequestrados dos berços.
Sem nenhum arre(medo),
isto é só o começo
do que nunca deveria
outrora ter iniciado
e que agora, diante dos olhos
e debaixo dos narizes,
está sendo requentado.
Nos Porões da ditadura, uma flor...
Foi submetida a requintes de crueldade por seus algozes
E por serem animais homens, conspurcaram-na
Insatisfeitos, a mutilaram
Nos porões da ditadura, uma flor...
Foi silenciada pelos agentes de repressão
Com uma rajada de fuzil FAL
A queima roupa, estraçalhando-lhe o corpo
Nos porões da ditadura, muitas flores
Foram ceifadas barbaramente
Em nenhum momento calaram-se
Nem diante do pavor e da dor
Nossos jardins jamais serão os mesmos
Sem a presença delas
Mesmo sabendo que outras nascerão
Para florir este país de beleza e bravura
É tão triste não ter pra onde correr, e ter que ficar e tentar suportar a crueldade, e ter que senti-la, vive-la, sofre-la...
Pode a humanidade extirpar as guerras, as diferenças religiosas, a crueldade, a cobiça e, consequentemente, a desonestidade, a fome, os desastres ambientais, as psicoses atuais e o entorpecimento das almas ? Pode o sofrimento da humanidade acabar ou será o destino do homem, da humanidade, ser simplesmente: desumano ?
... a crueldade do tempo consiste no fato de não voltar atrás. É uma regra necessária para que toda história não se torne repetitiva demais. Cada um que se preocupe em cuidar do próprio tempo.
Do ceú um anjo cai sobre o chão da cidade
Sem asas, olhos furados é muita crueldade
Agora a flor o beija-flor não beija mais
e isso tudo por motivos tão superficiais
Atraído pelo aroma adocicado
e pelo doce sabor de fruta
os nossos pequenos anjos passarinhos
comem os restos de chicletes jogando pela rua
a desgraça e o inevitavel acontece
sem ar e sufocado o passarinho adormece
casa de barro,agora ninguem mais faiz
A flor o beija flor não beija mais
O ceu que era tão vivo,
Agora anda tao solitario
E tudo isso por um simples motivo
que facilmente seria evitado
A Frase do Filósofo
Olha só o mundo,
Quanta crueldade!
Um matando o outro,
É sangue de verdade.
Mas olha só pra mim,
Às vezes sou cruel,
Ao invés de gratidão
Sinto raiva ao olhar o azul do céu.....
Por causa de algo ruim
O que é bom não pode ser jogado fora!
Vê pois que a luz
Que há em ti
Não sejam trevas,
É que o ser humano julga mais pelos olhos
Do que pelas mãos,
Todos veem o que parece ser
Menos o que é realmente,
A inteligência está ausente
Olha só o mundo,
Quanta crueldade!
Um matando o outro,
É sangue de verdade.
Mas olha só pra mim,
Às vezes sou cruel,
Ao invés de gratidão
Sinto raiva ao olhar o azul do céu.....
Por causa de algo ruim
O que é bom não pode ser jogado fora!
Vê pois que a luz
Que há em ti
Não sejam trevas,
É que o ser humano julga mais pelos olhos
Do que pelas mãos,
Todos veem o que parece ser
Menos o que é realmente,
A inteligência está ausente!!
E tudo aquilo que eu pensar,
E tudo aquilo que eu disser,
E tudo aquilo que eu fizer
Será o que eu terei!!
