Crônicas infantis para incentivar a leitura das crianças
Estes são meus filhos um de cada pai, quão difícil é ser desta família, aquelas crianças pequenas com um tio em cada fase; um elo de irmãos trincados com tantos traços e personalidades e uma mãe se desdobrando para criá-los, ainda em busca da tão sonhada felicidade. É preciso parar de fantasiar que a extensão de si ou do outro lhe fará feliz, sim lhe trará responsabilidades. Talvez isto seja um termo cultural ou como muito difundido opção de vida melhor, mesmo que colecione extensões de si, enquanto não se encontrar ainda amargo será.
Quando somos crianças pensamos como crianças e nosso raciocínio é prático embora limitado e cheio de ludicidade, depois de adultos temos um raciocínio ilimitado, mas perdemos a praticidade das crianças e empobrecidos nos despedimos do lúdico, substituímos esta inocência pelas pequenas serventias das mentiras, intolerâncias e hipocrisias que nos assiste mais facilmente que a verdade, e lá vou eu de novo tornando ácida a vida do outro com a 3ª pessoa do plural, e afinal que importa?
Eu era uma daquelas crianças que têm a felicidade de ser mantidas na ignorância quanto a histórias de fantasmas, contos de fadas e outros relatos do tipo, que nos levam a cobrir a cabeça quando a porta se abre de repente ou o tremeluzir de uma vela moribunda faz as sombras dançarem pela parede vindo em nossa direção.
Para além de instituições que dividem crianças e adolescentes em "cidadãos e bandidos", "santos e pecadores"; e que , por isso, devem ser condenados à morte ou ao inferno, a escola precisa enxergá-los como eles são: seres humanos em formação. Às vezes, é o mínimo e, em último recurso, o máximo, que a educação pode fazer
Eu queria mesmo era uma dose de amor no mundo em todos os dias. Queria que crianças nunca olhadas fossem abraçadas com carinho; que idosos nunca abraçados recebessem afeto; que animais abandonados recebessem um lar; que a natureza fosse mais respeitada e a sua beleza preservada. Na verdade, o que eu queria mesmo é que as pessoas fossem mais humanas, que tivessem sempre mais de Deus em seu coração, porque d’Ele aprendem o amor necessário para amar a natureza e ao seu próximo...
Embora crianças-prodígio com aptidão para a música sejam sempre festejadas, isso não acontece com as que aprendem a ler cedo, porque as que aprendem a ler cedo são boas em uma coisa que, depois de um tempo, as outras crianças também vão dominar. Ou seja, nesse caso, ser a primeira não é especial – é irritante.
Quando crianças, pensamos em ser algo, pensando no "Quando eu crescer". Já velhos, cedemos aos vícios e alcoolismos da nossa vida. Já na morte vemos que tudo que passou na vida poderia ter sido resumida em sua juventude plena. Encontras o que tu é, deseje o que tu não foi e ame o que tu menos percebe. Esta é a lei do crescer.
Embora mantenham papagaios e maçaricos, não recebem a criança órfã; mas expõem as crianças que nascem em casa [filhos dos servos], e criam filhotes de pássaros, e preferem criaturas irracionais a racionais; embora devam cuidar da manutenção de pessoas idosas com caráter de sobriedade, que são mais justas em minha mente do que os macacos e capazes de dizer algo melhor do que rouxinóis.
que família feliz, e como é bom relembrar, crianças brincavam e corriam uma para lá e outra para cá, todos os adultos proseia vão em uma conversa sem parar, a vovó lá na cozinha que adorava cozinhar, e quando batia aquele sino e o grito venham todos almoçar, ela alguma correria até a mesa e era impossível de tudo não provar, e eu aqui no meu canto e não paro de sonhar...
Feito um passeio ao gostar das crianças, do que elas podem nos ensinar. As crianças tem uma forma mágica de viver o mundo que se perde à medida que ela é “educada”. Acho que a nostalgia que a gente sente do Paraíso Perdido é justamente o resultado da perda desta visão mágica de mundo. Pois bem, aconteceu uma coisa engraçada.
Um dia, fomos introduzidos no universo. Éramos crianças, juventude, brincadeiras; o amanhã? Nada importava. Outro dia, éramos adolescentes, falhas, erros, caimos, levantamos... éramos adultos, responsabilidades, erros, falhas; aprendemos, nos reerguemos. Outrora, éramos idosos, memórias, histórias, saudades. Um dia, deixamos de existir nessa curta linha do tempo. Mas um dia, simplesmente fomos alguém.
O que muitos pais, familiares, líderes e educadores ainda não sabem é que crianças e adolescentes não aprendem, nem assimilam nada, com longos sermões, ameaças, indiferença, gritos e castigos, mas com boas histórias, bons sentimentos, amor, interação; principalmente com os bons exemplos.
"Jamais obriguem crianças a amarem parentes ausentes com o argumento de que são família; parentes que nunca ligam, nunca aparecem e nem sabem o nome da criança não merecem esse amor. O amor é puro, vem de quem se preocupa e se interessa, e não deve ser confundido com laços de sangue."
Na garoa fina que vinha caindo as crianças corriam para as ruas esperando a chuva que viria do céu numa alegria a qual contagiava aquela cidadezinha inteira. Os telhados coloridos falavam de histórias não contadas e a luz mansa da manhã brilhavam todas galharias daquelas árvores que o tempo nunca desbotara. Naquelas águas coloridas as crianças brincavam e bordavam sobre os tapetes brancos estendidos para elas. Tinha gosto de jujubas, de uma infância eternizada daqueles momentos.
Em realejo o sol nunca deixa de ser azul, há sempre uma canção que faz ninar as crianças enquanto vagam com seus unicórnios. Como é possível sabe-lo? Os gatos cantam e os pássaros desfilam sobre a relva que cresce linda. De repente num interlúdio de pássaros vi uma clareira de formigas dançando de mãos dadas, era sobre a chuva daquelas esquinas esquecidas e entre pássaros e formigas que cantavam, as anêmonas esverdeadas dançavam canções de sereias do mar que já molhadas estavam.
"É preciso acolher com amor as nossas crianças, mas ao mesmo tempo fazer com que a criança, adolescente, adulto, tome consciência clara de que em determinado ato / atitude ocorreu uma transgressão “desrespeito de uma ordem, uma lei, um procedimento, infringiu ou, transgrediu uma norma social”..."
No Dia das Crianças, o melhor presente é a conscientização de que a infância é um período decisivo para a formação da personalidade e que precisa ser levada à sério. O maior presente que uma criança pode receber é o respeito durante seu processo de desenvolvimento, porque, infelizmente, estas ainda estão expostas a todo tipo de violência.
É interessante quando somos Crianças, e passamos pela dinâmica de falamos sobre nós mesmo, a tão popular: "Apresentação de Classe/Turma", e mesmo que o Professor(a) nos peça para escrever, ainda assim não muda muita coisa, e mesmo Jovem/Adulto, na Faculdade ou Trabalho, continuamos com dificuldade de falamos sobre nós mesmo, no final, será que alguém, pode mesmo dizer ser um Livro Aberto? O que nosso(s) "Diário(s)" contaria(am)?
Quando éramos crianças, eu, minha irmã e meu irmão íamos caminhando com o papai pelas ruas do jóquei até chegar a casa da vovó, algumas quadras depois. O percurso deveria durar uns dez minutos, mas gastávamos mais de uma hora. O motivo da demora era que papai dava bom dia a todas as pessoas, conhecidas ou não, que cruzava o nosso caminho. Ele parava para conversar com as tias, os tios, as primas, os primos, a comadre, os amigos, o padeiro, o verdureiro. Mamãe dizia que ele andava fazendo reisado. Papai tinha uma mania bonita de olhar as pessoas e enxergá-las para além da sua roupa, gênero, crença, status. As histórias das pessoas sempre lhe interessava mais. Depois que papai voou, as lembranças mais bonitas que me recordo, são dos momentos mais simples que compartilhamos. Essas coisas miúdas que o cotidiano apressado tenta roubar de nós. Que eu nunca esqueça que no fim de tudo, somente o afeto, as histórias vividas e o bem que damos permanece. O resto, se perde no tempo.
O ensino do judô para crianças e jovens está muito além das medalhas e competições. O verdadeiro ensino do judô está em seus benefícios que ajudam no desenvolvimento do caráter, fazendo delas pessoas melhores. Ensinar judô como objetivo somente em medalhas e competições é de longe o maior erro de um professor de judô.
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