Cronicas de Luiz Fernando Verissimo Pneu Furado
A identidade do escritor
é o leitor.
Particularmente, não me importa de que planeta você veio.
Não julgo, não seleciono, não condeno.
Recebo, aceito, acolho e respeito.
Se você topar faremos debates saudáveis,
afim de chegarmos em denominador comum.
O importante sempre será a troca.
Se formos simplicidade, verdade, tolerância e amor,
nos receberemos reciprocamente.
Porque se você se vê como parte de mim e me aceita,
naturalmente me vejo em você e nos aceitamos...
nas afinidades, nas diferenças,
e sobre o que ainda estiver indefinido,
descobriremos juntos...
Na minha escancarada transparência,
você poderá sempre ler tudo de mim,
enquanto escreverei para sempre dentro de você....
Para ser feliz... e entender o que é amar.
De dentro para fora
é estar em paz consigo mesmo.
Viver sem culpas, se perdoar,
saber seu valor, do que é capaz,
orgulhar-se de si mesmo e se bastar para ser FELIZ.
De fora para dentro é
ter alguém ao lado,
alguém que te deixe completamente à vontade.
Alguém que sinta uma vontade absurda
de estar com você e "comprar" os seus sonhos,
por olharem juntos na mesma direção.
Alguém que leve tudo de ti para si, você inteira,
passado, presente e futuro,
malas, bagagens e "pacotinhos".
Que vocês possam rir juntos, ou não.
Pode ser que apenas ao se olharem,
num simples gesto de carinho se sintam plenos,
inteiros, completamente entregues um ao outro.
Que seja de verdade, maduro, porto seguro..
Que seja fiel, sagrado, pedacinho de céu, estrelado.
Que nada mais ao redor importe tanto,
porque a vida dentro e em torno de vocês
vai estar maravilhosa demais de se viver...
Você inteiro, ela inteira, se presenteando em reciprocidade,
por convicção, por vontade, afim de eternizar...
Assim será...
E então vocês vão perceber finalmente o que é AMAR...
Apesar dos dias cinzentos...
Estes que parecem não terem amanhecido dentro de nós,
sempre podemos ter "noites com sol".
Despertamos a qualquer momento
e podemos fazer das horas que restam,
paz e calmaria quando acendemos
os holofotes dentro de nós.
Basta mantermos um sonho vivo
e termos uma vela acesa na fé
para reavermos a vontade de viver.
Não se entregue, esteja em movimento,
energia nunca é destruída, mas transferida.
Faça com que ela chegue até você
Há pessoas que são fãs da letra que um determinando artista interpreta.
Há pessoas que são fãs do tamanho do corpo físico.
Agora, ser grande mesmo pequena é pra poucos.
Ser fã de uma voz é ser sensível de audição.
Mas ser fã além da voz é só pra quem ouve e olha com os olhos da alma e do coração.
Ser grande do tamanho que nos eleva da terra ao céu ...nos fazendo compreender que o céu inicia-se aqui mesmo na terra com as nossas atitudes...isso é só pra gente grande.
É só pra quem tem a grandeza da Princesa Rayne Almeida.
Que trás uma luz de esplendor no maior brilho de amor.
A voz dela é linda sim.
Mas quem é capaz de nós emocionar em uma foto sem nada dizer?
Quem te enche de amor no simples gesto?
Quem te faz refletir no olhar ou no mover dos lábios?
Quem te abraça sem te tocar?
Quem toca o seu coração abrindo o peito de emoção?
O que é ser gente grande?
O que tu espera que cabia no seu corpão se nada trazes no coração?
A alma quando trás uma grandeza maior que o corpo é por que tem uma divina missão
Deus escolheu.. uma menina gente grande pra nos mostrar a verdadeira grandeza do ser humano.
Do ser amor...do ser irmão.
Minha peguena gente grande princesa Rayne Almeida.
Obrigado pela luz e amor que vc semeia nos nossos corações.
Deus pra sempre te abençoe.
Um dia eu entrei no trem da vida sem ao menos me despedir de quem ficou na estação a chorar.
Eu fui pela vida afora trilhando caminhos em busca da tal felicidade.
Busquei em braços e abraços...em coisas...nas bebidas...nas drogas...busquei em lugares...em muitos lugares.
Tive momentânea felicidade.
O que é a felicidade se não momentos felizes?
Mas um dia...cansado dessa enterna busca..parei...e parado eu descobrir..que a felicidade tava ali...tava ali o tempo todo...tava dentro de mim..e eu nunca tinha entendido assim...porque corria de mim.
Para encontrar a felicidade...é preciso saber o que é felicidade.
É preciso saber um pouco de você...pra entender o que te vai preencher.
Essa tal felicidade pode está aí bem do seu lado.
Ela pode está dentro de você.
Mas os teus olhos não a deixam ver.
Eles miram no que tá além..no que está com alguém.
Tu vai em busca disso e quando consegue descobre que também não está ali.
Não vai está em nenhum lugar...não vai está com ninguém...porque a felicidade de alguém é dela e não sua.
Não faça da sua vida um labirinto...não faça da sua vida o quebra cabeça....para agora e olhe pra dentro de você..para de ficar olhando além do horizonte.
Olhe pra você ...esqueça o longe e viva o perto...o agora.
A felicidade pode está no sorriso de uma criança que você nunca quis olhar..pode está no seu quintal...na planta que você rega sem notar.
No filho que você não tem tempo pra brincar.
Quando a gente corre demais...a gente atropela a vida e a felicidade.
A felicidade não está em nenhum lugar do futuro
Ela está no seu presente.
Tome cuidado pra ela não ficar no seu passado.
Viva a vida nos detalhes simples de hoje...não perca nem um capítulo dessa novela pensando no filme do futuro.
A vida não tem vale a pena viver de novo.
Tem pessoas que por mais que você faça pra elas ainda é pouco!
São pessoas egoístas que só pensam no mundo delas.
Você decide não fazer mais o que elas querem e elas simplesmente se afastam de ti e vai sugar em outros lugares.
Dá amor é pouco pra elas.
Elas querem o teu sangue.
Mesmo no momento como esse de dor..mas que nos leva ao amor e a reflexão, consegue sensibilizar essa espécie de ser...de ser egoísta
Pra essas pessoas talvez só um dilúvio na vida delas pode lhes trazerem amor e reflexão.
Aprendendo na dor o que o amor não lhe ensinou.
Que Deus tende piedade de vos e de nós!
Lembro-me como era antes da pandemia..E agora?
Era como gato
Era bom...era uma pan de mia . .era lá fora. E agora.aqui dentro... não sou louco. Eu não aguento.. é muito pouco esse momento.
Eu não sei bater panela na janela
Sinto saudades de bater biela na banguela
Um laço sem abraço
Um nó em dó maior.
A lembrança de ontem criança
O amanhã a esperança.
Que o amor seja a oração!
Que unir as diferenças entre os povos seja a missão!
Que morrer seja uma transformação divida!
Que viver seja gratidão!
Que o coração não seja julgador!
Que a dor seja esperança!
Que os olhos sejam de uma criança!
Que o irmão seja acolhido!
Que Jesus seja a porta de entrada e saída da vida!
Que as mãos sejam estendidas!
Que a lição seja entendida!
Que o momento seja de reflexão!
Que adoração seja Jesus!
Que Deus seja a compreensão de todos!
Que o amor seja semeado
Que Deus seja louvado!
A ação do Espírito Santo combinada com as dificuldades naturais da vida modelam, por vezes, um novo temperamento ao homem. Simão Pedro, com um típico temperamento dominante, se torna paciente e analítico. Na forja do caráter cristão, passamos a assimilar como exemplo a perfeição do temperamento de Cristo.
No passo que vai e vem,
carrega-se a vontade — viva, inquieta.
Que passos são esses,
que a areia reteve como lembrança?
São vestígios de quem busca o sentido,
de quem caminha sem saber,
mas deixa, mesmo assim,
marcas fundas no tempo.
Pegadas que narram silêncios,
segredos que o vento não levou.
São mapas ocultos no chão,
histórias que sussurram nas entrelinhas.
Memórias ancoradas num instante,
revivem quando o tempo nos alcança.
O tempo — esse não apaga tudo.
Há passos que nos guiam de volta,
e neles, talvez,
o nosso destino esteja escrito.
PRESENTE DE POETA
Chegou o grande dia
Onde poeta que faz poesia
Sendo o seu olhar
Tá na hora de celebrar
Que venham anos como mais estrofes
Com rimas doces, calmas, fortes
E que o poeta se permita escrever
Muitas linhas para você
Hoje os versos são para ti,
Que tanto já nos fez sorrir
Neste texto quero imprimir
O quanto é bom te aplaudir
Tu dizes — com teu jeito leal —
Que sou teu topázio imperial,
Pedra rara, brilho teu,
Mas és tu, pai, quem me deu
O dom de ver beleza no normal
E transformar em arte o essencial.
Hoje quem ganha o poema és tu,
Poeta de alma clara e luz.
Que a vida te leve onde quiser,
Com saúde, afeto e o que couber.
Que nunca te falte inspiração
Nem o aconchego do coração.
Pois neste mundo tão sem par,
É um privilégio te celebrar.
Parabéns, pai, por ser quem és,
Um mestre em amor, em rima e fé.
Neste texto deixo o meu sinal:
Te ama, teu topázio imperial
Quando observamos a prudência como uma análise crítica do inconsciente humano e da relação estabelecida com o outro, percebemos uma íntima ligação dela como um elemento regulador que, de certa forma, regula a dor. A prudência pode ser considerada uma virtude prática.
A prudência, nesse sentido, apresenta uma faceta de introspecção, na qual o indivíduo, ao olhar para as profundezas de si mesmo, percebe como sua posição em relação ao problema é determinante para o estabelecimento da dor. Nesse sentido, sua análise começa quando ele se implica na sua dor, deixando de ser mero agente passivo e tornando-se protagonista na construção de uma nova realidade psíquica.
No caminho da prudência, o indivíduo busca novos conhecimentos que lhe trarão uma nova perspectiva de vida sob outro ângulo. Esse conhecimento sobre o que é humano lhe permitirá atuar de maneira mais eficaz consigo mesmo, retirando a ignorância que o impede de entender sua complexidade como um ser espiritual.
Dessa forma, ao trazer para o consciente o seu inconsciente, ele se torna capaz de mudar sua posição frente ao problema. E, ao fazer isso, encontra a função reguladora que ameniza a dor por meio da prudência. Ao agir assim, muda sua concepção sobre o outro, pois também mudou sua concepção de si mesmo. Nesse novo caminho, já não é refém de emoções provocadas por situações externas, mas consegue nutrir boas emoções internamente, mantendo-se em equilíbrio e resgatando a noção de humanidade.
Afinal de contas, o amor é prudente!
A SEMENTE
Certa vez, quando eu passava por um momento muito difícil, sonhei que seria operado do coração. Angustiado, eu pensava que não sobreviveria à operação. Não sei como fui parar ali, por quais caminhos andei ou fui levado. Sabia apenas que haveria uma operação e eu era o paciente a ser operado.
De repente, adentra a sala de cirurgia o cirurgião. Ao vê-lo, meu medo desaparece, cheguei até a sorrir... Pois o médico que me operaria era nada mais nada menos do que o poeta Fernando Pessoa!
No princípio, achei estranho. Mas depois entendi que fazia sentido ser um poeta o cirurgião de um coração angustiado.
Sem demora, o cirurgião-poeta abriu meu peito, mas não com bisturi: não sangrou, nem houve dor. Ele enfiou uma das mãos, porém não foi suficiente. Somente as duas mãos do poeta conseguiram tirar meu coração do peito.
"Seu coração está pesado como um paralelepípedo! Preciso extrair o que lhe pesa", diagnosticou o cirurgião-poeta. “O que lhe pesa não é coisa física, o que lhe pesa é a mágoa com o passado, a decepção com o presente, o medo do futuro e a descrença nos homens”, disse-me ele enquanto extraía tudo isso.
Quando olhei para a mão do poeta, meu coração estava minúsculo, parecendo uma semente salva de um fruto que perecia. Indaguei: “poeta, com esse coração pequenino como vou sobreviver!?”
O cirurgião-poeta então respondeu, terminando sua arte, sua “clínica”: “Ele está assim pequeno porque deixei apenas o coração da criança.”
Após ouvir isso despertei, e não apenas daquele sonho. Ainda deitado, olhei para a janela: já amanhecia. Queria registrar o sonho e me virei para procurar caneta e papel. Então, algo que estava sobre meu peito caiu ao meu lado na cama, era um livro que adormeci lendo: “O Eu Profundo e os outros Eus”, de Fernando Pessoa.
"As terapias verbais me terapeutam." (Manoel de Barros)
Os pensamentos fluem na maquina da mente,
Tão forte como uma fonte que jorra,
Tal qual a força do rio que corre,
Para onde estão indo, se não convertidos em ações e expectações?
Existe neste produto da mente uma partícula criativa,
Seria este o presente de Deus para o homem?
Tão tamanho poder não pode ficar sem controle,
Precisa ser dominado, conhecido e diligenciado.
Bom caminho terá o homem de mente forte,
Que domina aquela mente que mente,
Que impõe limites ao que a natureza entregou graciosamente.
Ao homem que a bem administra, purificará suas fontes,
Estabelecerá a limpeza diária dos seus mananciais,
A direcionará para aquilo que é bom e produtivo.
Conseguirá sentir a paz que emana em seu caminho,
Será controlado inteiramente pelo vento do Espírito.
Dentro desse espaço está a terra,
Neste espaço aqui estamos.
Como um filme narrado em um momento,
Como uma história contada em um tempo.
O espaço nos contêm, por ele somos contido.
Somos limitados nesta divisória entre o finito e o infinito.
Toda a candura parece se perder um dia,
Como a candeia que perde a chama.
Mas um dia renascerá,
Mas um dia reacenderá,
Quando ouvirmos a voz que está além do espaço.
E em nossos corações brotar o amor,
Que em nosso espaço foi ensinado.
Por aquele que além do espaço, simplesmente amou!
Poema de Vitória
Vitória meu amor,
Você é o berço do meu recomeço,
Como uma mãe me acalentou;
No seu aconchego, eu encontrei a paz como um cobertor.
Já senti a dor, hoje eu reconheço o que é o amor!
Sinto o seu cheiro,
O cheiro mais sublime da brisa do mar.
No canto dos passarinhos,
Tem tudo aquilo que um dia Deus me prometeu dar.
Tú és a Vitória do Espírito Santo,
O lugar daqueles que sonham em ti se abrigar.
O abrigo seguro só Deus pode dar,
Mas aqui sempre existirá a oportunidade para sonhar.
Em teu nome há otimismo, grandeza e riqueza.
Para os que querem amar, Vitória sempre será o lugar!
Tempo
O tempo se perdeu ou nós se perdemos no tempo?
O que somos não se limita ao tempo.
Somos o que somos, além das palavras.
Somos aquilo que está além do pensamento,
Pela consciência nos tornamos atemporais.
Subimos ao espaço e adentramos no profundo,
O que é isto senão o além do humano.
Somos os dançarinos ou a dança?
Pobres mortais nunca chegarão neste canto,
A liberdade sempre esteve ali dentro.
O caminho que nos liberta do conflito,
Trás a paz ao aflito, Liberta o cativo;
A luz alumiou o caminho, agora tudo tem sentido.
Para além da forma, reinou a essência!
Se o meu clamor é o clamor que clama, que chama,
Se o meu clamor, clama ainda que inflama.
Quero a chama que clama, pela chama que me envolve neste ardor,
Talvez ela seja a chave que abre a porta que tira a dor.
Se esta chama não se apaga,
Se este clamor não cessa,
Se o meu destino se liga a esta força que une o infinito com o tempo;
Quero a força dessa energia em minha veia;
Quero transbordar como o rebento;
Saltar para o alto e encontrar-me com o impossível;
Pois essa chama me liga ao espírito; que clama, que chama.
Esse calor me arrepia, como fogo que arde.
No divino que é eterno,
No terrestre que é finito,
O amor é a energia que une o céu e a terra;
Esse clamor é de amor;
Essa chama é o amor; Que queima, Que arde.
Que o amor nos ligue ao eterno, nos una no tempo; com a chama, que inflama, que clama e que exclama: sou somente seu!
E antes que o nunca
O que será essa luz no meu futuro?
Sininho?
Não...
Você
Que se explodam todos os arco-íris brilhantes em fogos latentes ao sons de violinos agudos
Que toda a mágica seja absorvida
Ou interpretada
Pela minha mente e aqui
Pra você
Onde todas as luzes e cores não disputem com o céu e o mar
Os reflexos do mais puro e inevitável que eu sinto
Aos algozes de minhas lentes
Onde só sobra o mais absurdo dos sentimentos
Amor
Meu guri
Eu, em Mi maior
Nunca tive um grande sonho
Que me lembre
Talvez os que tive realizei
E por isso
Esqueci
Hoje sonho
Vejo o meu pequeno gafanhoto
Saltitante
Ao raiar do dia
Perto das flores
Das frutas
Dos bichos
De tudo que a vida possa lhe dar de bom
Simples assim
Sem dor
Só sorrisos, mato, vento, luz e sombra
