Criar Lacos
Precisamos fortalecer os nossos laços de Humanidade e Respeito ao próximo.
Por um Mundo com mais Amor!
'FLOR DE JASMIM'
Te afastastes de mim
Comigo cortando laços,
Mas não podes negar minha flor ,
Que carregas em ti os meus traços !
Meu amor por ti é eterno .
Guardado aqui dentro do peito...
Minha amada flor de jasmim,
De toda forma e jeito
Tu és continuação de mim .
Ainda que não nos encontremos mais,
Meu amor por ti prevalece.
A noite, antes que adormeço
Por ti faço-te uma prece !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
REGISTRO N° 122958067065
Construa laços de afeto com quem realmente vale apena e não com quem só está de passagem na sua VIDA!!!
Que Jesus se aproxime em cada coração e mostre que o amor e a união ainda sim, são os laços que devem prevalecer sempre entre nós.
Liddy Viana. ✍🌻
O mestre fica feliz por poder ensinar aquilo que escolheu jamais esquecer. Os laços do conhecimento precedem a amizade, pois todo mestre antes de ser professor, é um amigo!
Estreitar laços toma muito do seu tempo, é necessário querer estar para poder permanecer.
Frase de Islene Souza
Assim como o lobo em pele de cordeiro, o falso amigo semeia desordem e intriga, rompendo os laços de confiança.
Na vida fazemos vários laços
E amizade é sobre isso.
É como um jardim de afeto e calor,
um tesouro guardado no mais puro amor.
Amigos são estrelas que brilham no céu
nas noites escuras, são luz no papel.
Compartilhamos risos, abraços e dores,
caminhando juntos, em todas as cores.
Rompimento de laços
Desapeguei dos abraços
Desfiz do beijos ardentes
Rompi traços das nossas linhas
Da pimenta do pulsar
Destruído ficou em fragmentos
Foram laços rompidos.
OS FIOS QUE TECEM A VIDA
Não é nada fácil entender a vida diante os incontáveis laços que se conectam no mundo inteiro, quando são muitos os fios que tecem suas tramas múltiplas e complexas que desafiam a capacidade humana em encontrar soluções para as diversas versões do jogo da realidade nua e crua e a sutileza do imaginário de sonhos e ilusões.
Ao desenrolar os fios do novelo chamado vida, esta é como um labirinto, cheio de entradas repletas de curvas e paredes, que nos levam - diferente de Teseu que conduzia um novelo de linha para sair do labirinto - a caminhos desconhecidos e a novas alternativas sem a certeza de superação dos desafios.
Na luta constante da tecelagem cotidiana dos inúmeros fios necessários à fiação, semelhante a navegar em mar revolto, a pergunta que se faz necessária é: qual o porto seguro do continente, da cidade, da ilha ou do abrigo, indicado no mapa do atlas da vida, a ser seguido pela humanidade, pela sociedade nesse trânsito inseguro da violência que banaliza o crime e a morte e faz terra arrasada na infinita provisoriedade da vida do ser humano, nos tirando a calma, o sossego e a tranquilidade?
Na eterna busca pela sobrevivência, os homens se mostram Prometeus teimosos, com semelhanças e diferenças, ao transgredirem os limites da harmonia social e da felicidade individual. Tudo o que o homem pode fazer, ele está fazendo, cedo ou tarde, a custo e risco elevado para sociedade, que alguns dizem não está ainda preparada; outros, que sim.
A principal consequência desse processo é permitir que os fios sejam tecidos através das tecnologias e ligados com maior profusão até agora não vista à uma rede infinita de máquinas inteligentes com novas possibilidades de manipulação da natureza, acarretando possíveis riscos irreparáveis a todas as espécies de vida do planeta.
Numa dança de afetos, o coração dança,
Emaranhado em laços, tece a esperança.
Amor, doce encanto, ora benção, ora maldição,
A dependência emocional, tece a ilusão.
Na teia do afeto, a alma se enreda,
Talvez trouxa, buscando o que se perde.
Entre suspiros e lágrimas, o coração se doa,
Às vezes, no amor, a razão se escoa.
Em dependência, a liberdade se esvai,
Cadeias emocionais, onde a alma cai.
Ser trouxa no amor, um papel desenhado,
Na peça da vida, onde o coração é ludibriado.
Mas no teatro do sentimento, há luz e sombra,
A dependência se desfaz, e a alma se sobressai.
Que o amor, soberano, cure a ilusão,
Libertando corações da trouxa paixão.
Acredito que toda Mulher e Homem capazes de gerar Laços firmes caminham em caminhos opostos
Porém só Homens e mulheres de fibras são capazes de Celar tal Pacto!
Laços de Amor
Maria Amador/Raimundo Fagner
Quando penso em você
Meu coração se enche de alegria
Todas as vezes que falo em você
Meu coração fica alegre
Todas as vezes que falo em você
Meu coração fica pulsando de alegria
Todo amanhecer do dia
O sol traz a luz para todo
Quando temos fé em Deus
Vencemos todos os obstáculos
Com ajuda do meu superior
Vou trilhando os caminhos certos
O amor é uma via de mão dupla: quando amamos e somos amados, ele cria laços afetivos profundos e duradouros. Por isso, devemos nutrir e expressar esse amor intencionalmente, permitindo que ele cure nossas feridas emocionais e nos fortaleça interiormente.
Nas ruas de São Luís, onde poetas repousam,
A Praça exalta versos, em honra aos seus laços.
Ferreira, Catulo, Nauro e Sousândrade,
Caminhamos pelos versos que a memória invade.
Bandeira, José, Gonçalves na trama,
Maria Firmina, Dagmar, e Lucy na chama.
Palavras que dançam como folhas ao vento,
Na Praça dos Poetas, o tempo é momento.
Mirante que abraça o horizonte vasto,
Vendo o Maranhão, onde o passado é contrasto.
Entre versos e olhares, a cidade se revela,
No poético trajeto, a alma se encantela.
"Corações Ancestrais", São Luís em poesia e pin-hole,
Nas páginas, o tempo se desenha como um farol.
Cada verso, um eco de corações que resistem,
Pin-hole, artista da luz, em cada imagem persiste.
A cidade, um poema entrelaçado nas vielas,
Corações ancestrais, guardiões de memórias singelas.
O pin-hole, como um portal para o passado,
Em cada clique, um diálogo com o tempo marcado.
Palavras e imagens dançam nessa sinfonia,
São Luís, em cada rima, uma poesia viva e vazia.
Corações ancestrais, pulsando nas linhas,
Pin-hole, capturando instantes como pequenas vinhas.
As palavras criam laços, repelem,
São pontes que unem, ou muros que ferem.
Em um sussurro suave, trazem paz,
Mas, em tempestades, a guerra se faz.
Ah, se as pessoas soubessem o poder,
De uma palavra que nasce ao nascer do ser.
Cada som é um toque, um gesto, um sentir,
Capaz de acolher ou de destruir.
Com cuidado, uma palavra floresce,
E no silêncio, a alma aquece.
Mas no descuido, sem rumo ou direção,
Elas se tornam lâminas, ferem o coração.
Por isso, cuide do que você diz,
Pois em cada frase, o mundo se refaz, ou se desfaz.
As palavras são sementes de algo maior,
Que podem criar amor... ou alimentar o rancor.
O CARENTE
Entre as sombras dos desejos alheios,
Dança o carente em laços de vento,
Tateia sonhos de afeto, em gotas de orvalho, borda devaneios,
Em busca de um toque, de um abraço, de um consentimento.
Na penumbra suave de olhos que o negam,
Ele curva-se e molda-se na espera que é vã,
Não vê que a dor que o cerca e cega
É o reflexo frio da alma afã.
E o manipulador, maestro de silêncios,
Toca subtil as cordas do medo e da solidão,
Tece promessas que, como véus de incenso,
Dissipam-se no ar, sem forma ou direção.
O carente, perdido na fúria que calafrios lhe faz,
Não percebe que a prisão é leve, feita de ar,
Que no abandono é o outro que lhe rouba a paz,
Esta ironia amarga e silenciosa,
Onde o espelho engana os olhos marejados
Quem procura aprovação tão ansiosa,
Encontra um eco de corações fechados.
O amor próprio, joia oculta em si,
É o farol esquecido num porto de amor,
Enquanto se ajoelha a quem não quer ouví-lo,
A liberdade jaz, oculta em seu valor.
E o manipulador, ávido devorador de almas,
Sacia-se da fragilidade de quem amor lhe implora,
Mas, no fundo, a sua fome que aos demais causa traumas,
É de um parasita que tudo devora.
Doce tragédia de vultos entrelaçados,
Num teatro de sombras e desatino,
Onde a dor é cantada em fados,
E brincar com os sentimentos do outro, um perpétuo destino.
E assim dançam, como folhas ao vento,
O carente e o que o controla em segredo,
Até que o despertar seja um lamento,
E as correntes se desfaçam, sem dó nem medo.
Mas há uma força, latente, escondida,
Quando o carente por fim se olha
ao espelho,
A rejeição não é mais ferida renhida,
mas sim, o voo final, o adeus ao velho.
Então ele ergue-se, sem nunca mais se curvar,
Agora a sua busca não é por rostos, nem gestos vazios...
No brilho dos olhos que acabam de despertar,
Vê-se a liberdade, num coração que não é mais dos gentios.
E assim o jogo termina, não com gritos,
Mas com o silêncio da alma sabia, que por fim aprendeu,
Que a verdadeira luta não está nos conflitos,
Está em aceitar-se o que se é,
E não chorar o que se perdeu.
E no fim, o manipulador, solitário ao espelho,
Vê apenas o vazio que ele próprio bordou,
Sua arte, pintada num traço vermelho,
Nada construiu, apenas se desfez, e então... se finou...
T. M. GRACE
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